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FireFlies – Edição Halloween

★★★ FireFlies ★★★

|||| EDIÇÃO HALLOWEEN |||||

FireFlies é a nova festa que promete iluminar a noite carioca!!!
Com realização da galera do @NuCaTeaM (Núcleo Carioca de Teatro Musical), que vem chegando junto na cena cultural carioca com muita novidade, FireFlies junta música, dança, intervenções artísticas, purpurina e muita, mas muita irreverência!!! Venha preparado para provar a arte carioca na noite mais crazy do mês de Outubro na Vizinha da Casa da Matriz em Botafogo!

★ Sábado 28 de OUTUBRO a partir das 23h / Vizinha 123 ★

Para mais informações acesse o link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1461769590574989/

Produção e Realização: Núcleo Carioca de Teatro Musical (NuCaTeaM)
Apoio: Casa da Matriz | College Rock Party | LastNite | Purpurine | Musical Cast | ViggioDance

 

Sobre o NuCaTeaM
O NUCATEAM surge em busca de abertura de um campo para a reflexão acerca do corpo e da produção carioca e brasileira na cena do teatro musical. Mediante formação no curso de Comunicação das Artes do Corpo (PUCSP), Dani Greco, idealizadora do projeto, percebeu a necessidade de expandir a educação do artista brasileiro para além das fronteiras entre dança/teatro/canto.

O Núcleo, foi idealizado e formado por artistas de diversas áreas da produção artística, incluindo em seus futuros workshops o circo, a performance, a produção, a cenografia, o figurino, o estudo do corpo, da cena, tal como da história da arte. O projeto ainda conta com sua própria Cia de Teatro Musical, onde busca fomentar e descobrir novos artistas da cena musical.

Assim, o NuCaTeaM pretende estruturar o corpo na cena através da absorção de diferentes técnicas e estudos, tornando permeável e possível a vivência e troca do ator com seu público e com o cenário contemporâneo atual.

Siga o NuCaTeaM no Face e saiba de todas as atividades: @NuCaTeaM
Siga a festa no Insta e Face e fique sabendo das próximas edições: @FireFliesParty

 

Uma nova chance para se encantar

É com muita satisfação e um sorriso no rosto que noticiamos a volta de um dos musicais mais importantes dos últimos tempos.
Após uma temporada de sucesso ‘O Príncipe DesEncantado – O Musical’ volta a cartaz em São Paulo para continuar seu trabalho fantástico de conscientização sem nunca esquecer do entretenimento.
falamos anteriormente sobre ele, e sobre sua importância social, mas para quem não conhece, o espetáculo é um projeto de Rodrigo Alfer que misturou a estrutura de contos de fadas com elementos contemporâneos para contar a linda história de amor entre dois jovens príncipes.
Davi Novaes e Luiz Rodrigues carregam a delicadeza e sensibilidade dos papéis principais enquanto Maite Schneider completa a experiência como uma rainha que um dia já foi rei.
Um trabalho incrível, para todas as idades e necessário mais do que nunca no atual mundo em que vivemos.

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Sinopse: Ainda desorientado com a morte precoce de seu pai, o príncipe Vick vive na corte sem se preocupar com as questões do reino, até que se vê obrigado pela mãe a escolher uma noiva vinda da Escola de Princesas. Pressionado, ele tenta arejar a cabeça em um karaokê, onde se apaixona por um rapaz. Teco, o felizardo, revela-se irmão de uma das pretendentes de Vick, o que entorta ainda mais o caminho para a felicidade do príncipe.

Serviço: O Príncipe DesEncantado – O Musical
Local: Teatro João Caetano – Rua Borges Lagoa, 650. Vila Clementino – São Paulo
Temporada: 07 a 29 de outubro
Sessões: Sábados e domingos, às 16h
Ingressos: R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia-entrada)
Classificação indicativa: Livre

Site: bacanaideias.wixsite.com/principedesencantado
Facebook: www.facebook.com/oprincipedesencantadoomusical
Instagram: @oprincipedesencantado

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#38 – Sim! Há musicais no nordeste!

Demorou mas chegou! Nesse episódio de número #38 do Musical Cast o Nordeste brasileiro tomou conta. Rafael, o sulista cotista, conversou com Glauver Souza de Fortaleza, Eduardo Zayit de Natal, James Pierre de São Luiz e Luan Andrade de Salvador sobre a cena do teatro musical e como é o trabalho que eles desenvolvem em suas respectivas cidades. Sim, o Brasil é lindo e o West End Brasileiro é no nordeste!

Musical Cast, o primeiro podcast sobre teatro musical do Brasil, para você que quer informação além da superfície! Episódios novos todas as sextas-feiras, às 10h. Estamos disponíveis no Spotify, no iTunes, no Deezer e em outros agregadores de podcast como o Google Podcasts.

Ajude o Musical Cast se manter vivo! Contribua no Catarse e assine nosso conteúdo.  https://www.catarse.me/musicalcast

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Castelo Rá-Tim-Bum – O Musical

A magia está de volta! A partir de 09/09 todos estão convidados para retornar ao mundo fantástico do Castelo Rá-Tim-Bum e dos personagens inesquecíveis que nele habitam.

Exibida a partir de 1994, na TV Cultura, a série foi um marco para a história da televisão brasileira ao desenvolver conteúdo educacional infantil de qualidade, com uma temática lúdica e 100% nacional. O grande diferencial já começava em sua concepção, pois por trás do sucesso estavam nomes de peso como: Cao Hamburger, Anna Muylaert, Flávio de Souza e muitos outros.

Décadas se passaram e o programa conseguiu se manter vivo no imaginário daqueles que cresceram com as inesquecíveis canções e bordões da série, que agora poderão ser revividas e apresentadas para novas gerações no teatro.

A produção da 4ACT Entretenimento traz uma mistura de novo com nostalgia, através de um espetáculo de grande porte com efeitos especiais e uma história inédita, preparada para entreter toda a família e não apenas as crianças.

Castelo Rá-Tim-Bum – O Musical chega para traçar uma nova linha na história do teatro musical brasileiro, mostrando que podemos criar grandes produções baseadas em conteúdo nacional.

Sinopse

Nino, um garoto feiticeiro prestes a completar 300 anos, vive em um castelo escondido entre os arranha céus de uma grande cidade. Nesse castelo, Nino tem a companhia de seu tio Victor, feiticeiro e inventor de 3.000 anos, e sua tia avó, também feiticeira, Morgana de 6.000 anos. Além da família de feiticeiros, moram no castelo outras tantas criaturas fantásticas. Apesar de viver em um lugar tão fenomenal, Nino se sentia triste, pois queria ter amigos, ir à escola e brincar na rua como as outras crianças.

Em um dia especial, comemoração de seu aniversário, a tristeza de Nino é interrompida com a chegada de Pedro, Biba e Zequinha, três crianças sem magia, mas com o poder de alegrar a vida do menino feiticeiro.

Tudo está indo muito bem, até que coisas estranhas começam a acontecer. Para salvar o Castelo e todos, Nino terá que provar seu valor e encontrar o caminho da verdadeira magia.

 

 

Equipe Criativa

Texto Original: JULIANO MARCEANO
Músicas e Letras Inéditas: PAULO OCANHA
Direção: LÉO ROMMANO
Direção Musical: PAULO NOGUEIRA
Coreografia: THIAGO JANSEN
Arranjos e Orquestração: RUBEN DI SOUZA
Assistente de Direção e Diretora Residente: DANI CURY
Assistente de Coreografia: BIA FREITAS
Assistente de Direção Musical e Regente: ANDREI PRESSER
Cenógrafa: MÁRCIA PIRES
Cenógrafa Associada: PAULA DE PAOLI
Figurino: ELIANA LIU
Visagismo: ANTÔNIO VANFILL
Confecção de Bonecos: JÉSUS SÊDA
Designer de Luz: DRIKA MATHEUS
Designer de Luz Associado: ROGÉRIO CÂNDIDO
Designer de Som: BRUNO PINHO
Designer de Som Associado: PAULO ALTAFIM
Programação de Teclados: PAULO ALTAFIM
Direção Artística: LÉO ROMMANO E RICARDO MARQUES
 
Elenco

Nino: ROBERTO ROCHA
Dr. Victor: RODRIGO MIALLARET
Morgana: ALESSANDRA VERTAMATTI
Dr. Abobrinha: IGOR PUSHINOV
Pedro: LIPE VOLPATO
Biba: LAURA CASTRO E KAROL NASCIMENTO
Zequinha: LUIZ HENRIQUE PRUDÊNCIO, HENRY GASPAR E MURILLO MARTINS
Bongô e Flap: GUILHERME LEAL
Etevaldo: PATRICK AMSTALDEN
Celeste: GABRIEL VICENTE
Penélope: MARIA CLARA MANESCO
Caipora: LARISSA LANDIM
Adelaide: ANA ARAÚJO
Patativa: LUCIANA ARTUSI
Patativa: JOYCE COSMO
Mau e Tap: ENRICO VERTA
Godofredo: DANTE ARRUDA
João de Barro e Relógio: EDUARDO LEÃO
Rato e Gato Pintado: EVERTON GRANADO
Zula: LIA CANINEU
Porteiro / Swing: GABRIEL EBLING
Dance Captain / Swing: BIA FREITAS

Produção

Produtor Geral: RICARDO MARQUES
Diretor de Produção: LÉO ROMMANO
Gerente de Produção: MANUELA FIGUEIREDO
Company Manager: GUSTAVO FLÓ
Production Stage Manager: JOÃO SÁ
Stage Managers: EURÍPEDES FRAGA E TATAH CERQUINHO
Assistentes de Produção: GERARDO MATOS, ANA DULCE PACHECO E TAMIRES CÂNDIDO
Financeiro: MAÍRA FREITAS
 

 

 

Serviço

SÃO PAULO (SP) 
Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 – Alto de Pinheiros / 4° piso – Shopping Villa Lobos)
www.teatroopus.com.br

Temporada: De 02 de setembro a 19 de novembro

Horário: sábado, às 11h e às 16h; domingo, às 11h e 16h.

Ingressos de R$50,00 a R$120,00

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Teatro Opus São Paulo

4º Piso do Shopping Villa-Lobos   

Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo, SP.

Horário: Terça a domingo das 12h às 20h

OUTROS PONTOS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Ingresso Rápido

www.ingressorapido.com.br

Telefone: 4003-1212

Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron

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“Suassuna – O Auto do Reino do Sol” chega em São Paulo

Ariano Suassuna é o que podemos considerar como o mais brasileiro dos escritores. Paraibano, ele sempre trouxe na essência de suas obras o contato regional e a valorização da cultura nacional. Não é a toa que sua mente fantástica já rendeu diversas adaptações para teatro, cinema e televisão, sendo as mais conhecidas, Auto da Compadecida, A Pedra do Reino, O Santo e a Porca e Uma Mulher Vestida de Sol.
E foi para homenagear essa mente brilhante, que tanto nos encantou com seu imaginário fantástico, que a produtora Andrea Alves, da Sarau Agência, convidou a Cia. Barca dos Corações Partidos e três conterrâneos de Ariano para homenagear os 90 anos que ele completaria em 2017.
Assim nasceu esse projeto íntimo que se brindou da relação de Andrea com a obra do autor, falecido em 2014, das composições de Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho, o texto rico de Braulio Tavares, a encenação marcante de Luís Carlos Vasconcelos e o histórico artístico impecável da Barca dos Corações Partidos que recentemente encantou a todos com “AUÊ”.
O resultado é uma celebração não só a um escritor, mas a toda a cultura brasileira e a riqueza artística que pode estar presente em seu povo.
 
Confira algumas fotos do espetáculo tiradas pelo fotógrafo Guilherme Corrêa:
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SUASSUNA – O AUTO DO REINO DO SOL
Uma encenação de Luiz Carlos Vasconcelos
Texto: Bráulio Tavares
Música: Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho
Idealização e Direção de Produção: Andrea Alves
Com a Cia. Barca dos Corações Partidos: Adrén Alves, Alfredo Del Penho, Beto Lemos, Fábio Enriquez, Eduardo Rios, Renato Luciano e Ricca Barros.
Atriz convidada: Rebeca Jamir
Artistas convidados: Chris Mourão e Pedro Aune
Cenografia: Sérgio Marimba
Iluminação: Renato Machado
Figurinos: Kika Lopes e Heloisa Stockler
Design de som: Gabriel D’Angelo
Assistente de direção: Vanessa Garcia
Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno
Produção Executiva: Rafael Lydio

Serviço:

Suassuna – O Auto do Reino do Sol
Estreia: dia 24 de agosto, quinta-feira, às 21h
Temporada: de 25 de agosto a 1º de outubro, sextas e sábados, às 21h; domingo e feriados, às 18h
Local: Teatro (capacidade: 620 lugares)
Duração: 120 minutos
Não recomendado para menores de 12 anos
 
Venda de ingresso online a partir de 15/08, às 16h e nas bilheterias a partir de 16/08, às 17h30.  Limitado a quatro ingressos por pessoa.

IngressoR$ 40,00 (inteira) l R$ 20,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante) l R$ 12,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculados no Sesc e dependentes/Credencial Plena).

Bilheteria: Terça a sexta-feira, das 9h às 21h30; sábado, das 10h às 21h; domingo e feriado, das 10h às 18h30 (ingressos à venda em todas as unidades do Sesc).

Horário de funcionamento da Unidade: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, das 9h às 21h; e domingo e feriado, das 9h às 18h30.

Central de Atendimento (Piso Superior – Torre A): Terça a sexta-feira, das 9h às 20h30; sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30.

Estacionamento: R$ 5,50 a primeira hora + R$ 2,00 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). R$ 12 a primeira hora + R$ 3,00 a hora adicional (outros). 200 vagas.

Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas, 141, São Paulo – SP
Informações: 5080-3000
sescsp.org.br
Facebook, Twitter e Instagram: /sescvilamariana

Compra de ingressos e mais informações: bit.ly/Suassuna_VM

Previsões para o Tony 2017

Está chegando a hora!

No dia 02 de maio saberemos quem são os indicados para mais um Prêmio Tony, aquela noite mágica onde todos os nossos artistas preferidos se reúnem no mesmo palco para nos presentear com incríveis números musicais, brincadeiras e mais combustível para alimentar a guerra entre os fandoms da Idina e da Stephanie.

Foi um grande ano para musicais, o teatro, como um movimento artístico, fez jus a época atual e nos encantou com histórias intimistas tratando de assuntos pertinentes e específicos para tempos tão conturbados como os que vivemos…..e também por algum motivo no meio disso tudo alguém achou que Cats merecia um revival.

Mas independente de algumas decepções, em 11 de junho todos terão a chance de serem reconhecidos e premiados, mesmo que para garantir isso Lin-Manuel Miranda teve que receber um convite com o endereço errado, assim as pessoas podem ter a chance de ganhar algo. 

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Agora sem mais delongas, baseado em puro achismo análises críticas, quero colocar as previsões do que eu acredito serão os indicados para a premiação desse ano. Em negrito eu destaco quem eu presumo que vencerá a categoria e sublinhado quem eu acho que mereceria vencer se o mundo fosse justo e não uma constante série de The Will Rogers Follies ganhando no lugar de Miss Saigon.

Melhor Musical
Dear Evan Hansen
Come From Away
Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812
Groundhog Day
Anastasia

Melhor Revival de Musical
Falsettos
Hello, Dolly!
Miss Saigon
Sunset Boulevard

Melhor Ator Principal em Musical
Ben Platt (Dear Evan Hansen)
Andy Karl (Groundhog Day)
David Hyde Pierce (Hello, Dolly!)
Jon Jon Briones (Miss Saigon)
Josh Groban (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)

Melhor Atriz Principal em Musical
Bette Midler (Hello, Dolly!)
Eva Noblezada (Miss Saigon)
Denée Benton (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)
Christine Ebersole (War Paint)
Patti LuPone (War Paint)

Melhor Ator Coadjuvante em Musical
Joel Hatch (Come From Away)
Rodney Hicks (Come From Away)
Lucas Steele (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)
Andrew Rannells (Whizzer, Falsettos)
Gavin Creel (Cornelius Hackl, Hello, Dolly!)

Melhor Atriz Coadjuvante em Musical
Jenn Colella (Come From Away)
Rachel Bay Jones (Dear Evan Hansen)
Brittain Ashford (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)
Amber Gray (Natasha, Pierre)
Stephanie J Block (Falsettos)

Melhor Direção de um Musical
Rachel Chavkin (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)
Michael Greif (Dear Evan Hansen)
James Lapine (Falsettos)
Jerry Zaks (Hello, Dolly!)
Christopher Ashley (Come From Away)

Melhor Coreografia
Peggy Hickey (Anastasia)
Andy Blankenbuehler (Bandstand)
Warren Carlyle (Hello, Dolly!)
Denis Jones (Holiday Inn)
Sam Pinkleton (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)

Melhor Libreto
Irene Sankoff & David Hein (Come From Away)
Steven Levenson (Dear Evan Hansen)
Danny Rubin (Groundhog Day)
Dave Malloy (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)

Melhor Trilha
Come From Away (Irene Sankoff & David Hein)
Dear Evan Hansen (Benj Pasek & Justin Paul)
Groundhog Day (Tim Minchin)
Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812 (Dave Malloy)

Melhor Cenário em Musical
Mimi Lien (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)
Totie Driver e Matt Kinley (Miss Saigon)
Rob Howell (Groundhog Day)
David Zinn (Amélie)
Alexander Dodge (Anastasia)

Melhor Figurino em Musical
Santo Loquasto (Hello, Dolly!)
Paloma Young (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)
Linda Cho (Anastasia)
Catherine Zuber (War Paint)
Tracy Christensen (Sunset Boulevard)

Melhor Iluminação em Musical
Japhy Weideman (Dear Evan Hansen)
Bradley King (Natasha, Pierre & The Great Comet of 1812)
Howell Binkley (Come From Away)
Mark Henderson (Sunset Boulevard)

Nesse momento eu imagino que o Rafael Nogueira esteja mais ou menos assim:
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E algo que precisa ser esclarecido antes que alguém reclame: NÃO! A Glenn Close não pode concorrer ao Tony pois ela já ganho o prêmio pelo mesmo personagem em 1995.

Agora é aguardar para ver o que acertei, o que errei e como será a performance de Kevin Spacey como o apresentador desse ano.

NEW YORK, NY - JUNE 08: Actor Hugh Jackman (C) and the cast of "After Midnight" perform onstage during the 68th Annual Tony Awards at Radio City Music Hall on June 8, 2014 in New York City. (Photo by Theo Wargo/Getty Images for Tony Awards Productions) ** OUTS - ELSENT, FPG - OUTS * NM, PH, VA if sourced by CT, LA or MoD **

Aproveitando, fica aí uma piadinha que tem tudo a ver com o Tony:

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Qual o nome do musical?

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DEER Evan Hasen!

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Come From Away – Encontrando o amor no meio de lugar nenhum

No dia 11 de setembro de 2001, o mundo parou quando aviões se chocaram contra as torres do World Trade Center, em Nova York, e um estado de pânico e medo se instalou em corações por todo o globo. Enquanto todos acompanhavam os resgates e se desesperavam com a falta de informações, centenas de aviões eram desviados e precisavam de aeroportos para pousar, já que o espaço aéreo americano foi fechado por segurança.

Dentre esses, 38 aeronaves foram encaminhadas para o aeroporto da cidade de Gander, na ilha de Newfoundland (Canadá), um pequeno município de 11 mil habitantes que subitamente teve que ver sua população quase dobrar com a chegada de 7 mil passageiros, que sequer sabiam onde estavam ou quando voltariam para casa. Como essa população reagiu à chegada dessas pessoas? Com amor.

Essa é a história real que inspirou Come From Away, um pequeno musical com banda reduzida em cena, poucos adereços e apenas 12 atores, que aos poucos está se tornando um dos grandes favoritos para o Tony de 2017. A peça conta em apenas um ato a história de todas essas pessoas, desde o desespero dos passageiros sem saber o que irá acontecer até o esforço do adorável povo simples da cidade que faz de tudo para que os visitantes se sintam em casa durante um dos momentos mais difíceis de suas vidas.

Idealizada em 2015 por Irene Sankoff e David Hein, a peça começou com temporadas no La Jolla e em Seattle até tomar forma completa no Alexandra Theatre (Toronto) em 2016. Seu processo de criação seguiu o trabalho de diversas outras obras intimistas com extensos workshops e colaboração do elenco no desenvolvimento, já que, como eles mesmo dizem, são 12 atores para interpretar 18 mil personagens. Entre os atores que estão trabalhando com o material desde o início, o destaque fica para Jenn Colella (Chaplin e If/Then) e Rodney Hicks (Rent), mas em meio a tantos personagens diferentes, o elenco todo precisa (e consegue) realizar um trabalho em uníssono e com total confiança uns nos outros.

E é aí que vive a magia do musical, em seus atores. Assim como tantas outras peças já citadas por nós em outros artigos, Come From Away é um trabalho de 12 pessoas apresentando lindas histórias e nos emocionando, contando apenas com seu talento e esforço. Desde a história de uma mãe desesperada com o filho bombeiro em Nova York que não atende ao telefone, do passageiro do Oriente Médio que sofre preconceito e desconfiança das outras pessoas presentes, até a de uma piloto que carrega o fardo e orgulho de ser a primeira mulher a pilotar um avião de uma grande companhia aérea comercial. São diversas histórias embaladas pelo ritmo da música folk/celta (característica do povo da região de Newfoundland) que vão nos cativando e nos levando através de diversas emoções diferentes.

Um musical para rir, para chorar, para se emocionar, mas principalmente, um musical que nos lembra do nosso potencial como seres humanos de praticar a empatia, a compaixão e o amor ao próximo. No meio do caos e da tristeza, nós conseguimos encontrar amor e amizade, e é apenas isso que Come From Away quer de seus espectadores, que eles saiam do teatro renovados e cheios de esperança pelas maravilhas que a humanidade é capaz de fazer.

No mundo intolerante que vivemos hoje em dia, Come From Away é o musical certo na hora certa.

Come From Away está em cartaz no Gerald Schoenfeld Theatre, 236 West 45th Street, em Nova York.

Ficou interessado? Escute a trilha completa no Spotify e assista a alguns vídeos promocionais.

 

 



Minha Jornada para Falsettoland

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ATO I
Four Jews in a Room Bitching

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Thrill of First Love

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Marvin at the Psychiatrist (A Three-Part Mini-Opera)

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I’m Breaking Dow

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March of the Falsettos

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Father to Son

Matthew-McConaughey

ATO II
Welcome to Falsettoland

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A Day in Falsettoland

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Something Bad Is Happening

impressionado

Days Like This

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Unlikely Lovers

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You Gotta Die Sometime

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What Would I Do?

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Falsettoland (Reprise)

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Conclusão:

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Apesar da brincadeira acima, eu quero falar sério sobre Falsettos. Afinal, mesmo sendo uma comédia musical, a obra ainda trata de temáticas sérias e possui uma mensagem muito importante: a aceitação.
Para quem não conhece e se interessou, Falsettos é o mais recente revival de uma trilogia de peças Off-Broadway que começou em 1979 com In Trousers, seguida por March of the Falsettos (1981) e terminando com Falsettoland (1990). A trilogia conta a história de Marvin, que aceita sua orientação sexual na vida adulta e precisa lidar com as mudanças que isso vai trazer para sua vida e a de sua família, já que ele, além de ser casado, tem um filho de 12 anos.
Na montagem mais recente da peça, a primeira parte da trilogia foi eliminada (com exceção de uma música) e as duas partes restantes são apresentadas como uma única peça de 2 atos. O revival foi aclamado pela crítica teatral e atualmente é o grande favorito para a categoria de Melhor Revival no Tony desse ano.
E isso é muito fácil de compreender: as composições de William Finn são marcantes, suas letras são ácidas e ele consegue balancear doçura e ferocidade naturalmente. Em raros casos a fórmula “você vai rir e chorar” está tão bem representada.
Junte a isso a mensagem que mencionei no começo, sobre aceitação. Mais do que aceitar uma orientação sexual, Falsettos fala sobre se aceitar como ser humano, como mãe, como filho, como amante. Sem entrar em detalhes, acredito ser uma peça sobre personagens, em que apenas eles importam: seu crescimento, seu desenvolvimento e sua busca por uma identidade e posição na vida.
A última performance da peça foi filmada e será exibida em breve na televisão americana. Enquanto isso, o que nos resta é escutar essa trilha maravilhosa e nos emocionar com essa linda história sobre cada um de nós.

  

La La Land: Mais que um filme, uma experiência

Falar de La La Land é falar da história de Hollywood. O filme de Damien Chazelle, que vem impressionando plateias pelo mundo todo, consegue entrar para a história do cinema desde sua concepção inicial.

Na década de 1970, com a baixa moral americana causada pela guerra, o cinema musical foi perdendo seu espaço nas salas de cinema para dar lugar a filmes mais viscerais e realistas, que refletiam o estado de espírito da sociedade da época. Por diversas vezes houve a tentativa de retomar o gênero, mas em meio a produções de baixa qualidade ou desinteresse do público, o cinema musical ficou restrito a um nicho. Conhecendo essa história, é impressionante pensar que em algum momento Chazelle resolveu que, em uma das épocas mais instáveis e de baixa moral das últimas décadas, a solução talvez fosse reviver aquela alegria de outrora.

Em um cenário repleto de notícias de instabilidade política, loucos governantes e ataques terroristas, somos presenteados com 120 minutos em um mundo colorido de esperança, amor e poesia e é exatamente disso que precisávamos. Damien sabe tão bem o que está fazendo que ainda alivia nossa transição na cena inicial com uma tomada contínua das rádios dos carros sendo abafadas pela melodia alegre que estaria para começar.

Essas cenas contínuas (ou planos-sequência), que não são só uma marca do longa, mas de todos os musicais da era de ouro, representam também uma retomada artística e estética do que no passado tornou o gênero tão popular. Quando os primeiros musicais teatrais começaram a tomar o cinema, existia um grande debate sobre a dificuldade de se adaptar grandes números para a tela. A solução na época foi evitar cortes e manter um plano geral aberto, na tentativa de simular nossa visão em um teatro. Com o passar dos anos e a mudança do cinema, os números musicais foram ganhando cortes, ângulos fechados que escondem o cenário (cof cof les mis cof cof) e as câmeras digitais finalmente conseguiram dar a cara do cinema contemporâneo aos musicais.

Até La La Land chegar e nos relembrar que o que era feito antigamente tinha seu valor e, na maioria das vezes, muito mais sentimento. E sentimento é a base dessa obra que conta uma história de amor ao mesmo tempo em que nos explica o que é o jazz na sua própria trama. Preste atenção na explicação que Sebastian dá para Mia sobre como funciona o jazz, ele está apenas nos contando a história do filme que estamos vendo, do começo ao fim.

Mas a obra não estaria completa sem a linda música de Justin Hurwitz, responsável também pela trilha incrível de Whiplash, e pelas letras da dupla teatral Pasek e Paul. As canções do trio vão nos carregando a cada estação da história e crescendo junto com o relacionamento dos personagens, quase como se tudo fosse orquestrado para encontrar pontos emocionais em cada um de nós.

Além disso, foi muito bem planejado o uso de referências pelo filme, não só cinematográficas, mas também teatrais. Por toda a internet já existem diversos vídeos e matérias comparando cenas e temas com filmes e composições da era de ouro, demonstrando outro grande trunfo da produção: conseguir remeter sutilmente ao fator nostalgia em cada um de nós ao mesmo tempo em que apresenta algo novo e vivo.

E as atuações de Emma Stone e Ryan Gosling contribuem muito para isso, já que os dois representam essa nova face do cinema: jovens talentosos e comprometidos que querem ser melhores profissionais, que estão dispostos a aprender piano, sapateado, canto e o que mais precisarem para contar uma história.

La La Land resgata o passado para trazer aquilo que pode ser o futuro do cinema, e tudo isso vindo das mãos de um jovem diretor, produzindo apenas seu segundo filme.

Não concorda comigo? Acha que é muito barulho por pouca coisa? Não tem problema, cada um tem seu gosto e seu momento, e nem tudo toca a todos da mesma forma, mas peço apenas uma coisa. Se puder, tente ver La La Land como todos devemos assistir a filmes: desligando-se do mundo exterior e focando apenas no que está acontecendo na tela. Quem sabe se desprendendo do mundo, você possa deixar o seu tolo sonhador voar.

Já viu o filme? Então aproveite e reviva essa trilha maravilhosa no player abaixo:

Precisamos falar sobre Dear Evan Hansen

O ano de 2017 mal começou, mas tudo indica que este será o ano de Pasek e Paul. No dia 8 de janeiro, os dois receberam um Globo de Ouro pelo trabalho nas canções de La La Land, filme de Damien Chazelle que aparenta ser o grande favorito para o Oscar. Mas enquanto todas as atenções estavam focadas no trabalho cinematográfico da dupla, um modesto e intimista musical ia tomando a cena teatral de Nova York.

Após um breve período em cartaz no Off-Broadway, estreava na Broadway em 4 de dezembro Dear Evan Hansen, um musical original com letra e música de Pasek e Paul, libreto de Steven Levenson e direção de Michael Greif (Rent e Next to Normal).

Na peça é contada a história de Evan Hansen (Ben Platt), um adolescente que sofre de problemas de ansiedade e se considera invisível entre seus colegas de escola até que o suicídio de um estudante faz com que as atenções se voltem para ele.

Sem entrar em muitos detalhes, para preservar as surpresas, o que se desenrola a partir daí é uma história de superação, aceitação e principalmente de busca por identidade. Podem parecer temas batidos, mas são tratados de uma maneira tão verdadeira e íntima que, mesmo sem ter passado pelas situações vividas pelos personagens, é impossível não se deixar tocar por composições como Waving Through a Window, que refletem a perfeita transposição para uma canção de como é viver com transtorno de ansiedade social.

Não podemos deixar de citar o incrível elenco formado por Ben Platt (The Book of Mormon, Pitch Perfect), que empresta sua doçura ao papel principal, Rachel Bay Jones (Pippin) como a mãe de Evan e Laura Dreyfuss (Once, Glee) como a “dream girl” de Evan.

Desde sua estreia o musical vem sendo elogiado e citado como o grande favorito para o Tony desse ano, além de ser classificado como o “Rent dessa geração” já que, assim como aconteceu em 1996, Dear Evan Hansen trata dos problemas dos jovens atuais, seus medos e suas paixões de uma maneira única, passando uma sensação de frescor e renovação.

Respeitando o passado e olhando para o futuro, Dear Evan Hansen é o teatro musical apresentando a geração Z (centennials) para as gerações anteriores, na tentativa de criar empatia, união e passar uma mensagem de amor… mais ou menos como Rent fez 21 anos atrás.

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Para quem ficou curioso, separamos vídeos com apresentações de algumas das músicas do espetáculo. A trilha completa será lançada no dia 3 de fevereiro. Dear Evan Hansen está em cartaz na Broadway, no Music Box Theatre.