Já estão à venda pelo www.ingressorapido.com.br os ingressos para as apresentações em Campinas e Vinhedo do musical da Broadway “A Pequena Loja dos Horrores”. Inicialmente serão quatro apresentações, todas com a bilheteria revertida para entidades assistenciais. Nos dias 2 e 3 de agosto, no Teatro Castro Mendes, em Campinas, em prol da Associação Cultural Educacional Social e Assistencial Capuava (ACESA). E mais duas apresentações nos dias 17 e 18 de agosto, no Teatro Sylvia de Alencar Matheus, em Vinhedo, em benefício do Grupo em Defesa da Criança com Câncer (GRENDACC).
A versão brasileira de “A Pequena Loja dos Horrores” coloca a Região de Campinas no mapa das grandes produções teatrais. O espetáculo baseia-se no musical “Little Shop ofHorrors” (Off-Broadway 1982; West End 1983; Broadway 2003) escrito pelo compositor Alan Menken e pelo dramaturgo Howard Ashman que inspirou o filme homônimo de 1986. Para dar vida à história, foi selecionado um elenco experiente em teatro musical, que reúne 14 atores de cidades como Campinas (SP), Vinhedo (SP), São Paulo (SP), Niterói (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e Recife (PE). Os ensaios estão acontecendo desde maio no Espaço Paiol de Arte e Cultura, em Campinas.
Pequena Loja do Horrores conta a história de Seymour, interpretado por Lucas Cândido (A Pequena Sereia), um órfão que trabalha em uma floricultura decadente na periferia. O jovem, explorado pelo dono do local, o Sr. Mushnik, interpretado por Nando Artes (O Rei Leão), é secretamente apaixonado por sua colega de trabalho, Audrey, interpretada por Pâmela Rossini (LesMisérables). Certo dia, após um eclipse solar, Seymour se depara com uma planta estranha e interessante e passa a cuidar dela. Os problemas começam quando Seymour percebe que a planta tem um gosto bastante peculiar: sangue humano.
A planta, chamada carinhosamente por Seymour de Audrey II, que terá voz de Ricardo Aguilar (Madagascar Ao Vivo) e manipulação de Danilo Luz (Godspell). Tamara Veiga (O Sonho do Cowboy), RanyHilston (Aladdin) e Marília Nunes Cortes (Nuvem de Lágrimas) são Ronnette, Chiffon e Crystal. Henrique Bravi (Ivan Lins Em Cena) interpreta o dentista sádico OrinScrivello. Completam o elenco Ananda Ismail (Giovanna – Amor que Atravessa Vidas), Gustavo Mazzei (A Era do Rock), Maira Cardoso (Eu Te Amo Meu Brasil), Marcos Parizatto (Deixa o Sol Entrar - Hair) e Tony Filho (A Bela e a Fera).
tem tradução e Direção Geral de Juliana Hilal, Direção Coreográfica de Renata NistaSpis, Direção Musical de Danilo Demori, Direção de Produção de Daniel Casadó, Preparação Vocal de Marília Andreani, Produção Cultural da P4 Produções, Social Média de May Calixto por Unicórnio Assessoria e Mídia, com realização do Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet. São Patrocinadores do evento as empreas DHL e Dextra. A produção do espetáculo está aberta a novas parcerias para exibições na RMC, demais regiões do Estado de São Paulo e no Brasil. Mais informações com Daniel Casadó, da P4 Produções, pelo telefone (19) 99820-2881.
Data: 17 e 18 de agosto Local: Teatro Municipal Sylvia de Alencar Matheus Horário: 20h Endereço: Rua Monteiro de Barros, 101, Centro, Vinhedo – SP Preço: R$ 50 inteira e R$ 25 meia
Classificação etária: 14 anos. Duração: 120min. com 15min. de intervalo.
Moulin Rouge foi basicamente um jukebox musical no cinema e a sua adaptação para os palcos não poderia ser diferente.
Confira abaixo a lista completa de todas as canções e artistas que entraram para a versão de palco do espetáculo:
Amores Como El Nuestro (Jerry Rivero)
Bad Romance (Lady Gaga)
Because We Can (Fatboy Slim)
Brick House (Lionel Richie & The Commodores)
Can’t Help Falling In Love (Elvis Presley)
Chandelier (Sia)
Children of the Revolution (Bono/ T. Rex)
Come What May (Moulin Rouge!)
Crazy (Gnarls Barkley)
Diamonds (Rihanna)
Diamonds Are a Girl’s Best Friend (Marilyn Monroe/ Gentlemen Prefer Blondes)
Diamonds Are Forever (Shirley Bassey)
Don’t Speak (No Doubt)
Don’t You Want Me (The Human League)
Everlasting Love (Robert Knight)
Every Breath You Take (The Police)
Fidelity (Regina Spektor)
Firework (Katy Perry)
Galop Infernal (Jacques Offenbach/ Orpheus in the Underworld)
Gimme Shelter (The Rolling Stones)
Heroes (David Bowie)
Hey Ya! (OutKast)
I Don’t Want to Wait (Paula Cole)
I Love You Always Forever (Donna Lewis)
I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me) [Whitney Houston]
It Ain’t Me Babe (Bob Dylon)
Jungle Boogie (Kool & The Gang)
L’Amour Est Ouiseaux/ Habanera (Georges Bizet/ Carmen)
La Vie en Rose (Edith Piaf)
La Complainte de La Butte (Rufus Wainwright/ Jean Renoir)
Lady Marmalade (Christina Aguilera, P!nk, Mya & Li’I Kim/ LaBelle)
Love Hurts (The Everly Brothers)
Love is a Battlefield (Pat Benatar)
Material Girl (Madonna)
Milord (Edith Piaf)
Money (That’s What I Want) [The Beatles]
Mr. Big Stuff (Jean Knight)
Nature Boy (David Bowie/ Nat King Cole)
Never Gonna Give You Up (Rick Astley)
One More Night (Phil Collins)
Only Girl (In the World) [Rihanna]
Play the Game (Queen)
Pride (In the Name of Love) [U2]
Raise Your Glass (P!nk)
Rhythm of the Night (Valeria/ DeBarge)
Ride Wit Me (Nelly)
Rolling in the Deep (Adele)
Roxanne (The Police)
Royals (Lorde)
Seven Nation Army (The White Stripes)
Shake It Out (Florence + The Machine)
Shut Up and Dance (Walk the Moon)
Single Ladies (Put a Ring On It) [Beyonce]
So Fresh, So Clean (OutKast)
Such Great Heights (The Postal Service)
Sweet Dreams (Are Made of These) [Eurhythmics]
Sympathy for the Devil (The Rolling Stones)
Tainted Love (Soft Cell)
Take On Me (A-ha)
The Sound of Music (The Sound of Music)
Torn (Natalie Imbruglia / Ednaswap)
Toxic (Britney Spears)
Up Where We Belong (Joe Cocker & Jennifer Warnes)
We Are Young (Fun)
What’s Love Got to Do With It (Tina Turner)
You Can’t Always Get What You Want (The Rolling Stones)
You Spin Me Round (Dead Or Alive)
Your Song (Elton John)
Lembrando que as músicas não estão na ordem em que são utilizadas no musical e sim em ordem alfabética.
Moulin Rouge! The Musical estrela Karen Olivo no papel de Satine e Aaron Tveit como Christian e está em previews no Colonial Theatre de Boston até 19 de agosto, para depois seguir para a Broadway.
Inspirado em uma passagem do livro “Guerra e Paz”, de Leon Tolstói, estreia em agosto o musical “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”, a versão brasileira de um dos maiores sucessos da última temporada da Broadway.
De forma semelhante à versão original de Dave Malloy, caracterizada pelo teatro imersivo e interativo e pelo cenário que extrapolava os limites do palco (e que, merecidamente, conquistou um Tony Award), a montagem dirigida por Zé Henrique de Paula não será em palco italiano. Para essa estreia, o 033 Rooftop, localizado na cobertura do Teatro Santander em São Paulo, será especialmente adaptado e contará com cenografia especial para evocar um clube russo do século XIX, onde a plateia poderá assistir à peça e ainda contar com serviço de bar e restaurante.
O enredo, baseado em uma passagem de 70 páginas de “Guerra e Paz”, acompanha Natasha (Bruna Guerin), uma menina ingênua do interior, durante uma visita a Moscou, quando é seduzida por Anatole (Gabriel Leone), um homem casado, e encontra esperança de redenção na amizade com o solitário Pierre (André Frateschi). A obra foi um sopro de frescor nos últimos anos da Broadway e é caracterizada por inúmeras inovações em sua música e encenação, entremeadas por ritmos musicais, estética e linguagem contemporâneos para contar uma história ambientada na Rússia do século XIX.
No Brasil, os personagens-título serão interpretados por Bruna Guerin e André Frateschi e o antagonista Anatole será interpretado por Gabriel Leone. O restante do grande elenco será revelado em breve, assim como mais informações sobre a venda de ingressos, que ainda não foi iniciada. Siga o Facebook e o Instagram de “O Grande Cometa” para saber mais.
Ficha Técnica
Autor: Dave Malloy Versões em Português: Fernanda Maia / Zé Henrique de Paula Direção: Zé Henrique de Paula Direção Musical: Fernanda Maia Assistente de Direção Musical: Rafa Miranda Coreografia: Gabriel Malo Assistente de Direção: Fábio Redkowicz Coordenadora de Produção: Tatiana Véliz Produtora Executiva: Mariana Mello Projetos Incentivados: Daniela Figueiredo Cenografia: Bruno Anselmo Assistente Cenografia: Cesar Costa Figurinos: Zé Henrique de Paula Assistente de Figurino: Graziela Bastos Iluminação: Fran Barros Design de Som: João Baracho Stage Manager: João Paulo Oliveira Visagista: Fabio Petri Diretora de Marketing e Planejamento: Anne Crunfli Design Gráfico: Wallace Gerardi Diretora Comercial: Simone Carneiro Assessoria de imprensa: TAGA Comunicação Mídias Sociais: TAGA Comunicação Fotografia: Victor Miranda Produção: Adriana Del Claro / Firma de Teatro Realização: Move Concerts
Resultado do processo de pesquisa para montagem do espetáculo Comitiva Esperança – Um Musical Regional terá quatro apresentações em São Paulo.
No interior do Brasil, a esquecida cidadezinha de Rancho Fundo é cenário para as histórias de quatro jovens aprendendo a lidar com aquilo que todos temos e não podemos mudar: origens.
Com texto de Vitor Rocha, direção de Igor Pushinov, direção musical de Guilherme Leal, coreografias de Bia Freitas e preparação vocal de Ana Paula Villar.
No elenco estão 24 atores, sendo eles e seus respectivos personagens: Adelaide Leão como Maria Virgínia, Ana Bia Guimarães como Maria Fernanda, Andreia Andrade como Maria Clara, Augusto Costa como José Pedro, Bruno Vaz como José Carlos, Camila Ramos como Maria Carolina, Claudia Garcia como Maria de Lourdes, Cler Alcântara como José Ricardo, Fernanda Goulart como Maria Aparecida, Fernando Rubro como José Matheus, Filipe Santos como José Bento, Isabela Bustamanti como Maria do Socorro, João Domeni como José Roberto, Karla Nasser como Maria Mariana, Larissa Carneiro como Maria de Fátima, Larissa Landim como Maria Lúcia, Lucas Colombo como José Francisco, Mariana Rosinski como Maria das Dores, Roberta Franco como Maria Helena, Rodrigo Vechi como José Maria, Rubia Coelho como Maria Antônia, Tatiana Toyota como Maria Sonia e Yasmin Calbo como Maria do Rosário.
O processo contou com dois dias de audição e teve 13 encontros, de pesquisa e criação cênica, trazendo novas visões para o texto e as músicas. Para Igor Pushinov, o diretor, “Comitiva Esperança é um espetáculo de resgate: das raízes, da simplicidade, da identidade e do encontro”.
O espetáculo tem músicas conhecidas do sertanejo brasileiro, todas com novos arranjos. Guilherme Leal, responsável pela direção musical e também pelos arranjos afirma que “Comitiva esperança traz alegrias e Marias, que cantam as suas histórias e dançam com seus Josés batendo os pés, ao som do ponteio que acerta o coração em cheio”.
Ainda na parte musical, Ana Paula Villar, preparadora vocal do musical e também responsável pelos arranjos diz que “Comitiva Esperança pra mim é o desafio de fazer vir pra fora aquilo que mora dentro de cada um de nós. São as nossas raízes, que de tão escondidas lá dentro, quase não temos acesso. A nossa ‘comitiva’ vem pra nos lembrar que cada um de nós tem um brilho lá dentro que é especial e único. E a gente só precisa deixar sair!”.
“Comitiva Esperança é a busca da essência de quem somos. É o desabrochar da brasilidade que pulsa de dentro pra fora e um reencontro do que sempre fomos.” conta a coreografa Bia Freitas.
Um texto autoral, de uma história regional e brasileira. Apreciador da nossa cultura, o autor Vitor Rocha afirma “É muito importante que a gente fale do futuro e de tudo que pode ser, mas acho indispensável lembrarmos sempre daquilo que molda o que vem lá frente, o que é imutável e intransferível: o que somos, nossas origens. Pra mim, “Comitiva Esperança” é uma história que se passa no interior, não só do Brasil, mas de nós mesmos”.
Ficha Técnica:
TEXTO: Vitor Rocha
DIREÇÃO: Igor Pushinov
DIREÇÃO MUSICAL: Guilherme Leal
DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Bia Freitas
PREPARAÇÃO VOCAL: Ana Paula Villar
ARRANJOS: Guilherme Leal e Ana Paula Villar
ELENCO: Adelaide Leão, Ana Bia Guimarães, Andreia Andrade, Augusto Costa, Bruno Vaz, Camila Ramos, Claudia Garcia, Cler Alcântara, Fernanda Goulart, Fernando Rubro, Filipe Santos, Isabela Bustamanti, João Domeni, Karla Nasser, Larissa Carneiro, Larissa Landim, Lucas Colombo, Mariana Rosinski, Roberta Franco, Rodrigo Vechi, Rubia Coelho, Tatiana Toyota e Yasmin Calbo
REVISÃO DE TEXTO E PRODUÇÃO DE FIGURINO: Luana Zenun
GERENTE DE PRODUÇÃO: Gustavo Fló
ASSISTENTES DE PRODUÇÃO: Rhaissa Bertalia e Tamires Cândido
ILUMINAÇÃO E OPERADOR DE LUZ: Rafael Bernardino
OPERADORA DE SOM: Giovanna Federzoni
ASSESSORIA DE IMPRENSA: May Calixto por Unicórnio Assessoria e Mídia
Serviço: Dias e horários das sessões: 05, 06, 07 de Julho às 21h e dia 08 de Julho às 20h Local: Espaço Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 – Santa Cecilia, São Paulo) Valor: R$60,00 inteira e R$30,00 meia entrada (mediante a apresentação de documentos Os ingressos podem ser adquiridos 1h antes do evento, no local Duração: 1h30 Gênero: Drama/ Musical Classificação: Livre
Inspirado no livro “O Céu e o Inferno”, publicado por Allan Kardec em 1865, a segunda temporada de “Entre o Céu e o Inferno – O Musical” estreou para o grande público no dia 15 de junho no Teatro Maison de France (Rio de Janeiro) e entra agora em suas últimas apresentações.
Após receber um público de 2.280 pessoas que lotou todas as sessões da temporada 2017 no Teatro Miguel Falabella, o espetáculo coloca mais uma vez em cena atores e bailarinos para narrar a história de quatro espíritos, seus dramas e conquistas antes e depois da morte do corpo físico.
Com 18 artistas no palco, 12 músicos e mais de 80 pessoas envolvidas na equipe técnica, na sua maioria voluntários, “Entre o Céu e o Inferno – O Musical” é a primeira grande produção da Oficina de Estudos da Arte Espírita na área cênica, instituição que promove arte e cultura sem fins lucrativos.
É uma obra que fala, sobretudo, de esperança, fé e amor, destinada a todos os públicos.
Com texto de Ricardo Leite e equipe, direção de Andrea Moraes e direção musical de Allan Valdívia, Alexandre Queiroz e Marcelo Manga, o espetáculo conta a história de Samuel Philippe, Auguste Michel, Condessa Paula e o Sapateiro Luís que seguem suas vidas em ambientes e classes sociais diversas. Mas após a morte de seus corpos, todos prosseguem na vida espiritual influenciando o cotidiano de seus amigos e parentes.
O elenco é composto por Rodrigo Rei, Flávia Rubatino, Felipe Coelho, Marcelo Manga, Bernardo Moraes, Adolfo Tavares, Lívia Pimentel, Alessandra Rei, Lorena Castro, Amanda Vidal, Diogo Carneiro entre outros.
Lembrando que toda a renda das apresentações é 100% revertida e algumas sessões possuem intérprete de libras e audiodescrição.
Para mais informações acompanhe o musical pelo Facebook e pelo Instagram.
Você achava que Guerra Infinita era o crossover mais ambicioso da história? Você não viu nada. No episódio 45 do podcast, o Rafael, o Alexandre e a Alene do Musical Cast conversam com o Dan Moura, fundador da Broadway Meme, em um bate-papo descontraído sobre o maior fórum de teatro musical do Brasil, como é interagir com os fãs de musical e o papel de veículos de divulgação de musicais no país, com um pouco de treta e lavagem de roupa suja também porque a gente adora!
Musical Cast, o primeiro podcast sobre teatro musical do Brasil, para você que quer informação além da superfície! Episódios novos todas as sextas-feiras, às 10h. Estamos disponíveis no Spotify, no iTunes, no Deezer e em outros agregadores de podcast como o Google Podcasts.
Depois da ótima resposta ao primeiro texto sobre os grandes flops da Broadway, é claro que lançaríamos a continuação, abordando outros flops históricos. Como prometido, aqui está ela, com algum atraso, mas muitas histórias interessantes de grandes fracassos da Broadway para contar. Na parte 1 dessa série, falamos sobre os musicais Breakfast at Tiffany’s, Dude, Saravá, Carrie e Chess (se ainda não leu, clique aqui).
Dessa vez, os musicais foram selecionados com base no quão intrigantes são os fatos que os levaram ao fracasso, além de a grande maioria ser formada por espetáculos quase desconhecidos e com pouquíssimo material de estudo disponível. Então flops famosos e mais recentes, como Dance of the Vampires, Big FishAmélie e Bright Star, ainda não entrarão na nossa lista.
Vamos logo para os flops, porque não é só de sucesso que a Broadway é feita.
Kelly Estreia: 6 de fevereiro de 1965 Número de sessões: 7 previews e 1 apresentação
O que esperar de um musical sobre um jovem imigrante irlandês, chamado Hop Kelly, que aceita o desafio de pular da ponte do Brooklyn e sobreviver?
Baseado na história verdadeira de Steve Brodie, o musical também retrata um grupo de apostadores que, cansados de ver Hop Kelly desistir de pular diversas vezes e frustrar suas apostas sobre o destino do imigrante, resolvem jogar da ponte um boneco em tamanho real para acabar logo com a história. O flop começa já na pré-produção. As composições são de Mark Charlap (compositor de Peter Pan, único musical de sucesso de toda a sua carreira) e as letras e o texto de Eddie Lawrence, que nunca tinha escrito um musical antes. Durante os try-outs, que aconteceram em Boston e na Filadélfia, o texto foi totalmente reescrito por várias pessoas, sendo uma delas Mel Brooks.
Charlap e Lawrence chegaram a entrar na justiça contra os produtores do musical para que o material fosse restaurado antes de chegar à Broadway. As críticas dos try-outs foram de ruins para péssimas e, quando o musical finalmente abriu na Broadway, as críticas conseguiram ser ainda piores, fazendo o show fechar na noite de estreia. A atriz Ella Logan, que estava no elenco durante os try-outs e teve seu papel cortado no meio de todas as revisões do texto, foi parabenizada pela crítica pela sorte de nunca ter estreado no musical. Na época, o fechamento do musical atraiu muito a mídia, especialmente porque o investimento de 650.000 dólares foi perdido. No começo dos anos 80, uma gravação foi lançada, utilizando várias demos gravadas 15 anos antes, quando o musical estava em produção. Até hoje é considerado um dos piores cast recordings da história, impossível de escutar até o final.
Into the Light Estreia: 22 de outubro de 1986 Número de sessões: 13 previews e 6 apresentações
Receita para um fracasso: Santo Sudário, lasers, ciência, filho negligenciado e um amigo imaginário. Essas são as palavras-chave do enredo do musical Into the Light, sobre um fisicista que estuda o Santo Sudário e é tão obcecado pelo trabalho que começa a ter problemas familiares. Seu filho se sente tão negligenciado que cria um amigo imaginário mímico para lidar com a ausência do pai. O texto, músicas e letras são de pessoas com experiência na Broadway tão nula que nem compensa citá-las aqui. Dean Jones, o Bobby do elenco original de Company, era o único grande atrativo, que não foi suficiente para atrair o público após a crítica acabar com o espetáculo. Dean, como um grande religioso, acreditava muito no material e afirmou na época que “o teatro tem que inspirar, elevar o espírito”. Os personagens estavam sempre cantando sobre partículas, moléculas, matéria e antimatéria. As cenas de estudo do Santo Sudário se alternavam com cenas do filho com seu amigo imaginário que surgia da luz e era visível apenas para o público. O espetáculo conseguiu inclusive ofender muitos religiosos, principalmente em uma cena da música “Let There Be Light”, em que freiras, padres e arcebispos dançavam em aprovação ao projeto do estudo do Santo Sudário. Era em momentos como esse que o musical arrancava gargalhadas da plateia, mesmo tendo sido escrito para ser levado a sério e sem nenhuma intenção de ser engraçado. O musical fechou com o prejuízo de 3 milhões de dólares, até então um dos maiores prejuízos que a Broadway já tinha visto. Nenhuma gravação em estúdio foi feita e acredita-se que nenhuma gravação em bootleg sobreviveu ao tempo, ou que ninguém teve o interesse de gravar na época.
Comercial da TV:
Críticas da TV e cenas do musical:
Via Galactica Estreia: 28 de novembro de 1972 Número de sessões: 15 previews e 7 apresentações
Uma forma de identificar um flop: a história é tão confusa que a explicação do enredo precisava vir anexada ao Playbill. O musical Via Galactica foi um espetáculo de ficção cientifica que se passava no ano de 2972 e contava a história de amor de um rapaz por uma rebelde, que pretendia fugir para outro sistema solar. Cabia ao rapaz escolher ficar para sempre na Terra ou fugir com a garota para as estrelas. A história era dividida em dois atos, como todos os outros musicais, mas cada ato foi dividido em 4 partes, o que fazia as pessoas não entenderem a ligação de uma parte com a outra. O texto era tão problemático que faltava algo muito importante, o público sentir empatia ou qualquer sentimento pelos personagens. O musical contava com um nome de peso, Galt MacDermot, responsável pelas composições do musical Hair e também do flop Dude (citado na primeira parte desse artigo). As músicas do espetáculo mantinham o que MacDermot sempre soube fazer bem: rock e country com uma pegada gospel. Mas o que MacDermot nunca esperava ter eram dois fracassos seguidos em um mesmo semestre, aparentemente sem aprender nada com os erros do musical Dude.
Via Galactica era pretencioso, utilizava efeitos visuais que não impactavam o público, muita pirotecnia e projeções, e o palco ainda era composto de várias camas elásticas para dar o efeito de leveza dos corpos no espaço. A produção se vangloriava da gigante estrutura que o palco tinha, utilizando todo o espaço, do chão até o teto do teatro. Durante as previews, vários atores tiveram problemas sérios com todo o aparato cenográfico. Raul Julia, que fazia o mocinho apaixonado, ficou preso numa espaçonave cenográfica sob a orquestra e tiveram que parar o espetáculo por 20 minutos para tirá-lo de lá. Irene Cara, que veio a fazer muito sucesso com o filme Fame anos depois, também teve problemas durante as previews, quando uma das camas elásticas a jogou para fora do palco. Via Galactica foi o espetáculo que inaugurou o Uris Theatre, que hoje é conhecido como Gershwin Theater, onde Wicked faz sucesso desde 2003. Na época, inaugurar um teatro com um grande fracasso era visto pelos proprietários como um perigo para os negócios, algo que hoje em dia já não é uma preocupação. O musical foi o primeiro a perder mais de 1 milhão de dólares, e é outro que jamais teve uma gravação em estúdio da trilha.
The Best Little Whorehouse Goes Public Estreia: 10 de maio de 1994 Número de sessões: 28 previews e 16 apresentações
Se você está acostumado apenas com os grandes sucessos da Broadway, então temos que interromper um pouco antes de falar desse musical. “The Best Little Whorehouse Goes Public” é uma sequência do aclamado “The Best Little Whorehouse in Texas”, que em 1978 foi indicado a 6 Tony Awards e ainda teve uma adaptação cinematográfica em 1982. O musical conta a história real de um prostíbulo no Texas que está aberto há mais de um século, comandado por Mona Stangley, que é fechado após pressão do xerife com influência da mídia local. O filme foi estrelado pela rainha country Dolly Parton, fazendo par com Burt Reynolds. E pasmem! No filme, temos a icônica canção “I Will Always Love You” consagrada por Whitney Houston, que poucos sabem que é originalmente de Dolly Parton. A produção original da Broadway teve 1584 apresentações, ficando 4 anos em cartaz. Mas então, 16 anos após esse grande sucesso, os mesmos criadores, Carol Hall, Larry L. King e Peter Masterson, tiveram a ideia de fazer uma sequência do musical.
Vamos combinar que sequências em musicais não funcionam, algo que Andrew Lloyd Webber aprendeu muito bem recentemente, com Love Never Dies.
A história da continuação é parecida com a original. Mona Stangley é convidada pela Receita Federal a gerenciar um prostíbulo em Las Vegas (onde a prostituição era permitida) para tentar recuperar 26 milhões de impostos. Enquanto isso, um senador da direita conservadora tenta fechar o bordel. As críticas, logicamente, detestaram o espetáculo, não só porque a continuação se parecia muito com o original, mas por ser um musical tedioso, com coreografias exageradas e uma cenografia que parecia ser de segunda mão. A maior parte das críticas falava de uma das músicas de abertura do segundo ato, chamada “Call Me”, em que várias mulheres ficavam em cabines fazendo o serviço de sexo por telefone, enquanto os homens do outro lado da linha estavam em cima dessas cabines, seminus. O musical ficou famoso na época por ser o primeiro e último espetáculo da Broadway a utilizar o recurso de “infomercial” (aqueles comerciais americanos longuíssimos que tentam vender um produto por telefone), que era tão constrangedor quanto o restante do espetáculo. Felizmente, a produção conseguiu lançar uma gravação em estúdio, uma das únicas coisas consideradas boas, já que músicas como “I’m Leaving Texas” e “Change In Me” até hoje são consideradas showstoppers.
Cena da música “Call Me”:
Bring Back Birdie Estreia: 5 de maio de 1981 Número de sessões: 31 previews e 4 apresentações
E voltamos à máxima “NÃO FAÇA CONTINUAÇÕES DE MUSICAIS!”. Bring Back Birdie é a continuação do famoso Bye Bye Birdie, de 1960, estrelado por Chita Rivera e Dick Van Dyke, que foi indicado a 8 Tony Awards, ganhou 4 deles, incluindo o de melhor musical, e teve uma adaptação cinematográfica em 1963. A história original nos apresenta a família MacAfee, que é afetada com a vinda do cantor Conrad Birdie para a sua pacata cidade, na qual Conrad Birdie irá escolher uma garota do seu fã clube para quem cantar a última música antes de se alistar no serviço militar. Já na continuação, Bring Back Birdie, o enredo mostra o que aconteceu com os personagens 20 anos depois. Albert Peterson, que foi o responsável por escrever um dos maiores sucessos de Conrad Birdie, tem uma oferta de 20 mil dólares para se reencontrar com Birdie e convencê-lo a se apresentar no Grammy Awards. Nessa jornada, Rose (Chita Rivera, reprisando o personagem) se junta ao marido Albert em busca de Birdie. Quando Albert encontra Birdie, ele está muito acima do peso e é prefeito de uma pequena cidade no Arizona. No meio dessa caçada ao Birdie, Albert e Rose precisam lidar com a filha rebelde, que foge de casa para entrar num culto Hare Krishna, e os outros filhos que resolvem entrar numa banda punk rock (linda história).
O musical não teve try-outs em outras cidades, estreou diretamente na Broadway, e teve muitas previews caóticas, quando nada parecia funcionar, principalmente o cenário cheio de televisores. Charles Strouse, Lee Adams e Michael Stewart, os criadores originais de Bye Bye Birdie, foram os responsáveis por essa continuação desastrosa, em que nem mesmo o retorno de Chita Rivera à personagem Rose fez as críticas falarem bem do espetáculo. A maior parte das críticas dizia que dava claramente para perceber que as novas músicas eram cópias do musical original. Um exemplo era a música “Moving Out”, a segunda música do primeiro ato, que era cópia da clássica “The Telephone Hour” do original. Na cena original, várias adolescentes fofocam ao telefone e criam uma cena linda em que as conversas são intercaladas. Já na continuação, acontece basicamente a mesma coisa, só que ao invés de usarem telefones com fios, os personagens aparecem com telefones mais modernos, sem fio. Outra crítica também dizia que, em um ponto do espetáculo, parecia que cada ator tinha recebido um libreto diferente, já que nada mais fazia sentido e ninguém se importava com os personagens. No fim das contas, todas as críticas apontaram uma única coisa boa na continuação: o momento do agradecimento final, quando Chita Rivera cantava a música “Rosie”, que encerrava o musical Bye Bye Birdie. Foi uma das soluções encontradas para o público sair pelo menos um pouco satisfeito revendo Chita cantando o showstopper do musical original, que vergonhosamente não era nem anunciado no playbill. O show foi considerado grotesco, de mau gosto, em especial pelas músicas de punk rock, e uma das piores coisas já vistas na Broadway. Na época, as críticas diziam que não fazia sentido algum essa continuação, porque os produtores teriam sido muito mais bem-sucedidos se tivessem simplesmente montado um revival de Bye Bye Birdie. Apesar da curta temporada, o musical recebeu uma gravação em estúdio.
No ano em que comemora cinco anos, o Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical (CEFTEM) traz aos palcos um musical original. O Anti-Musical – O Musical, tem direção, dramaturgia e canções originais de Tauã Delmiro ([nome do espetáculo], O Edredom e Vamp, o Musical), direção musical de Tony Lucchesi (Bibi – uma vida em musical e 60! Década de arromba – doc.musical), coreografia de Débora Polistchuck (O primeiro musical a gente nunca esquece, Rock in rio e Rapsódia – o Musical) e estreou dia 7 de junho no Teatro Cesgranrio.
As audições para a prática de montagem foram realizadas em janeiro de 2018 e o espetáculo é composto por dois elencos que se alternarão em datas que serão divulgadas em suas mídias sociais. Os personagens, quando foram escritos, não possuíam caraterísticas físicas e de gênero pré-estabelecidas, possibilitando que em alguns casos um papel seja dividido por dois atores com perfis e gêneros diferentes. O intuito dessa escolha é ressignificar a cena de acordo com as características individuais dos artistas e problematizar um padrão estético muito comum nas produções do gênero no Brasil, que não costumam dar protagonismo a diversidade.
A dramaturgia do espetáculo busca comunicar o universo da obra de Luigi Pirandello e do romance O Mágico de Oz, de L. Frank Baum. Através de uma obra meta-teatral explora, com humor, elementos recorrentes na dramaturgia e na música dos grandes espetáculos musicais. Também questiona o sistema infraestrutural que as produções do gênero adquiriram no país e expõe as contradições de ser artista nesse país que assiste ao sucateamento das suas políticas públicas e culturais.
Sinopse
Após a transposição de duas obras de Luigi Pirandello para os palcos fracassarem, um grupo de teatro recebe de uma empresa a proposta de montar o musical “O mágico de Oz”. Essa é uma tarefa árdua para a companhia, já que os integrantes odeiam teatro musical. Considerando sua aversão a estética inerente ao gênero, decidem subverter a proposta do patrocinador e dar uma nova dimensão poética a obra, criando assim um anti-musical.
A temporada de Anti-Musical vai até 17 de junho com sessões de quinta à domingo às 20h.
SERVIÇO: Sessões: de quinta a domingo às 20h
Temporada: de 07/06 até 17/06
Duração: 1h45
Classificação Etária: 12 anos
Teatro Cesgranrio Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido Ingressos: Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada)
Mais informações: (21) 98266-8666
FICHA TÉCNICA Direção, Dramaturgia e canções originais: Tauã Delmiro
Direção Musical: Tony Lucchesi
Coreografia: Débora Polistchuck
Coordenação Pedagógica: Reiner Tenente
Elenco: Andressa Tristão, Antonia Medeiros, Bárbara Monteiro, Beatriz Braga, Beatriz Chamas, Bella Mac, Carol Donato, Cláudia Prestes, Erika Henriques, Flávio Moraes, Gabriel Peregrino, Gabriela Rocha, Giseli Balestreri, Maíra Garrido, Manuela Hashimoto, Maria Penna Firme, Nano Max, Rayssa Bentes, Sâmia Abreu, Sylvia Nazareth e Victor Salzeda.
Assessoria de imprensa: MercadoCom (Ribamar Filho)
Realização: CEFTEM
No Episódio #44 do podcast, o tema é “O Que Eu Aprendi Com Os Musicais”. Nossa equipe conversa sobre artistas, momentos e personagens históricos retratados em musicais que despertaram curiosidade, admiração e horas de pesquisas on-line, além de lições de vida e tolerância ensinadas pelos espetáculos musicais que amamos. E você, o que já aprendeu com os musicais?
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Dirigido por Zé Henrique de Paula, “O Crime do Século”, a história verídica de Leopold e Loeb que marcou o mundo, ganha versão musical no Brasil.
Até hoje, a história de Leopold e Loeb impressiona o mundo. O crime cometido pelos dois jovens em 21 de maio de 1924 em Chicago, choca por sua perspicácia e frieza. O real motivo, ocultado por um tempo, é revelado por Leopold após 30 anos de prisão, na tentativa de conseguir a liberdade condicional. Ele afirma que o único objetivo era provar que eram capazes de cometerem o crime perfeito e estarem acima da lei do homem. Inspirados pela filosofia de Friedrich Nietzsche, ambos cometeram o que ficou conhecido mundialmente como O CRIME DO SÉCULO. Sequestraram e assassinaram, Bobby Franks, um garoto de apenas 14 anos de idade, vizinho e parente de Loeb. Leopold escreve antes de cometer o crime: “Um super-homem (…) é, em virtude de certas qualidades superiores inerentes a ele, isento das leis comuns que regem os homens. Ele não é responsável por qualquer coisa que ele possa fazer.” O caso serviu de inspiração para muitos autores e obras. O clássico de Hitchcock Festim Diabólico é um exemplo, assim como o filme que dialoga com o mesmo, Cálculo Mortal. Ao longo dos anos, outras obras foram inspiradas: Compulsion, romance de Meyer Levin, a peça Rope de Patrick Hamilton e ainda nos dias atuais, episódios da série Law e Order. Encenado no Off-Broadway, “Thrill Me – The Leopold and Loeb Story” (no original), recebeu excelentes críticas e inúmeras indicações a prêmios, incluindo de Melhor Musical pelo Drama Desk Award, e já foi realizado em vários países como Coréia do Sul, Grécia, Austrália, Japão, Espanha, Alemanha, Bélgica, Escócia, Áustria, Canadá, Argentina, China e agora no Brasil.
“De tirar o fôlego. Extremamente virtuoso”, destacou o jornal The New York Times. “Um musical habilidoso e sofisticado. Emocionante”, publicou o London Evening Standard, e foi exatamente este universo fascinante que atraiu os atores idealizadores Leandro Luna e André Loddi. Deste encontro nasce o musical, que agora, ganha os palcos do teatro Porto Seguro com realização da Néctar Cultural. O espetáculo é dirigido pelo premiado diretor do Núcleo Experimental, Zé Henrique de Paula, o qual, recebeu o Prêmio APCA e Arte Qualidade Brasil por Urinal – O Musical, espetáculo de grande sucesso de público e crítica, e a Direção Musical é assinada por Guilherme Terra.
No elenco de Pacto, Leandro Luna – vencedor do Prêmio Bibi Ferreira 2016 de Melhor Ator pelo espetáculo Meu Amigo, Charlie Brown – Um Musical da Broadway, no papel do carismático Charlie Brown – interpreta Nathan Leopold, e comenta: “quando terminei de ler o roteiro pela primeira vez, fiquei em êxtase, dominado pela vontade de topar o desafio de contar essa história nos palcos, e, ao mesmo tempo, senti uma emoção e comoção muito grandes com o fato dessa história ter sido verídica, o que me instiga a pensar sobre os limites da consciência humana.” E André Loddi no papel de Richard Loeb, “Já conhecia esse musical há alguns anos, e hoje vejo como ele é único. É raro encontrar uma obra musical com personagens e dramaturgia tão densas e complexas como Pacto.”
SINOPSE
Baseado em fatos reais, os jovens Leopold e Loeb cometeram o que a imprensa chamou de “O CRIME DO SÉCULO”. Sequestraram e assassinaram um garoto de 14 anos. O objetivo? Provarem ser verdadeiros “Super Homens”,
acima do bem e do mal. Para conseguir a liberdade condicional, Leopold, deverá confessar o verdadeiro
sentido do crime, que oculto, nunca pôde ser revelado. Qual será o limite para o AMOR? A revelação é tão assombrosa, quanto o que se podia imaginar.
FICHA TÉCNICA
Texto, Música e Letras: Stephen Dolginoff
Versão Brasileira: Leandro Luna e André Loddi
Colaboração tradução e versões: Mariana Lobato
Elenco: Leandro Luna e André Loddi
Direção: Zé Henrique de Paula
Direção Musical: Guilherme Terra
Piano: Andrei Presser
Cenário: Zé Henrique de Paula
Figurino: Minha Avó Tinha Brechó
Iluminação: Fran Barros
Preparação de Atores: Inês Aranha
Assistente de Direção: Lucas Farias
Assistente de produção: Mariana Lobato
Fotos: Caio Gallucci
Designer Gráfico: Alê Pessoa
Direção Financeira: Néctar Cultural
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Idealização: Leandro Luna e Andre Loddi
Produção: Luna Prodart e Néctar Cultural
Produtores: Leandro Luna, Danny Olliveira e Priscilla Squeff
Realização: Néctar Cultural
SERVIÇO:
Local: TEATRO PORTO SEGURO
Temporada: 11 de julho a 30 de agosto
Quartas e quintas às 21h
Duração: 1h20
Classificação indicativa: 14 anos
Gênero: Musical
Endereço: Alameda Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elísios, São Paulo
Valor do ingresso:
Plateia: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Balcão: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia)
Frisas: R$ 40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Vendas:www.ingressorapido.com.br
Acessibilidade
Capacidade: 508 lugares
Bilheteria:
Horário de funcionamento:
Terça a sábado, das 13hàs 21h e domingos, das 12hàs 19h
Telefone:(11) 3226-7310
Aceita cartões: Débito: Visa Eléctron/ Redeshop /Crédito:
Amex/Visa/Mastercard/Dinners/Hipercard | Não aceita pagamento em cheque /
Vale Cultura
Após o sucesso de 2017, “A Megera Domada – O Musical” está de volta em sua segunda temporada, no Teatro Nair Bello, em São Paulo. O espetáculo é resultado de um trabalho realizado com atores e atrizes na faixa dos sete aos dezoito anos, que contam a história cantando, dançando e sapateando, unindo o conhecimento artístico com o lúdico. A proposta é mostrar ao grande público como Shakespeare é atual, simples e principalmente cômico e musical. Para esse ano, a novidade é que contará com um elenco a mais. Ou seja, serão 87 participantes que se revezam em três elencos, em duas sessões aos domingos, às 12 e às 15 horas.
O roteirista Leonardo Robbi adaptou a clássica obra de romance e comédia, a partir da história original, para os dias atuais. Todo o enredo se passa na Escola William Shakespeare (WS) que conta com aulas inusitadas de matemática, português e botânica. E nessa escola tudo pode acontecer. Prepare-se para muita diversão, romance e confusão nesta encenação conduzida pelas renomadas diretoras Cininha de Paula e Fernanda Chamma.
Um espetáculo musical para todas as idades. Um excelente programa para a família toda. Cante, dance e se apaixone por uma das obras do grande mestre da Literatura Inglesa contada e cantada por crianças, adolescentes e jovens talentosos que passaram por criteriosa audição. O projeto é uma iniciativa das escolas CN Artes e Estúdio Broadway.
Sinopse
Catarina é uma garota bonita, mas possui uma personalidade forte. Seu jeito insensível assusta os garotos que a evitam por ser considerada muito durona, uma verdadeira megera. Já Bianca, sua irmã, é o oposto. Meiga e sensível, ela é a garota mais desejada da Escola WS. Mas o pai das meninas orientou Batista, o irmão mais velho, a não permitir que Bianca namorasse antes de Catarina. E é aí que está o dilema, pois nesse conflito, surge Petrúquio, um garoto do interior que acabou de chegar na escola e aceita a difícil missão de conquistar a megera. Será que ele vai conseguir?
Ficha técnica
Direção artística: Cininha de Paula e Fernanda Chamma
Direção: Cynthia Falabella
Direção Residente: Nalin Junior
Direção Musical: Willian Sancar. Preparador Vocal: Guilherme Araújo.
Texto e adaptação: Leonardo Robbi
Coreografia: Fernanda Chamma
Assistente de coreografia: Larissa Andrade – Sapateado: Carina Angélica.
Serviço
De 15 de Abril a 24 de Junho de 2018.
Teatro Nair Bello – Shopping Frei Caneca (São Paulo).
Sessões aos domingos, às 12h e às 15h.
Duração: 55 minutos
Ingresso: R$ 70,00 inteira e R$ 35,00 meia. Venda pelo site da Tudus ou na bilheteria do Teatro.
Classificação etária: Livre
Informações: (11) 3472-2414
Curtíssima Temporada
“Cargas D’Água” é um musical inédito, autoral e regional brasileiro escrito e dirigido por Vitor Rocha que, por não necessitar de grandes recursos e ter uma curta duração, é apelidado de “um musical de bolso”.
Uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”. Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral. Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e também para a deles.
O musical que é curtinho, assim, de bolso mesmo, tem um elenco bem parecido, tendo no palco apenas três atores: Ana Paula Villar como Pepita, André Torquato como Moleque e Vitor Rocha como Charles, como swings do espetáculo estão Gustavo Mazzei e Victória Ariante que também assina assistencia de direção.
“Cargas D’água” possuí dez músicas autorais, de Vitor Rocha e Ana Paula Villar com produção musical de Paulo Altafim, pois todas os arranjos foram gravados e mixadas em estúdio, não tendo assim, uma banda ao vivo no palco, mas cantadas ao vivo por todos os atores em cena.
Um musical curtinho, mas que promete fazer um estrago em seu coração após assistí-lo.
O musical estreou no dia 29 de abril, no Espaço Cia da Revista, às 17h. Os ingressos custarão R$60,00 inteira e R$30,00 meia.
Em cartaz no Teatro Riachuelo Rio, Sonho de Uma Noite de Verão – O Musical é um espetáculo que reúne os atores que se destacaram nas três edições do projeto Incubadora de Cias, realizado pelo CEFTEM em parceria com a Aventura Entretenimento, em uma adaptação inédita da clássica comédia de Shakespeare, com músicas originais. O espetáculo tem direção João Fonseca, direção musical de Tony Lucchesi e direção de movimento de Bella Mac.
SINOPSE Às vésperas do casamento do Duque de Atenas, um casal de apaixonados (Hérmia e Lisandro) adentra a mata para tentar escapar de um destino terrível. Também entram Demétrio, apaixonado por Hérmia, e Helena, apaixonada por Demétrio. O caos está instalado na floresta por causa de uma disputa ciumenta entre os deuses Titãnia e Oberon, que não conseguem controlar os espíritos da floresta, e seu líder, Puck. Feitiços são lançados e os jovens apaixonados acabam se encantando pelas pessoas erradas, numa noite de perseguições amorosas confusas e cansativas. Nesta mesma floresta, uma trupe de atores amadores ensaia uma lamentável comédia de muito mal gosto para apresentar no casório que se dará em breve. Um deles é arrastado para o caos dos feitiços, quando é transformado em burro por Puck, e capturado pela rainha das fadas, que se apaixona profundamente por suas orelhas peludas. Em uma noite que mais parece um sonho, o amor é feitiço e todos vivem experiências misteriosas e memoráveis.
SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO – O MUSICAL Datas: 9, 16, 23 e 31 de maio | 1, 2 e 3 de junho
Local: Teatro Riachuelo – Cinelândia (Rio de Janeiro/RJ)
Horários: 09, 16, 23, 31 de maio às 20h
1 e 2 de junho às 20h
3 de junho às 18h
Duração: 120 minutos
Classificação: 12 Anos
Valor: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia-entrada)
Ingressos disponíveis em: https://www.ingressorapido.com.br/event/6547/d/27506
Elenco:
Alina Cunha – Hérmia/Fada
Anderson Rosa – Egeu/Quina/Fada
Caio Lisboa – Lisandro/Sanfona
Clara Equi – Hipólita/Titânia/Fada
Erick De Luca – Lisandro/Bicudo
Gabriel Lara – Puck
Hamilton Dias – Teseu/Oberon
Julia de Aquino – Helena/Justine
Maria Clara Cristóvão – Helena/Justine
Mariana Montenegro – Hérmia/Fada
Mateus Penna Firme – Demétrio/Sanfona
Milene Cauzin – Hipólita/Titânia/Fada
Sidarta Senna – Demétrio/Bicudo
Vitor Louzada – Bobina
Ficha Técnica: Realização: CEFTEM e Aventura Entretenimento
Direção: João Fonseca
Assistência de Direção: Lyv Ziese
Direção Musical e Músicas Originais: Tony Lucchesi
Assistência de Direção Musical: Flávio Moraes
Direção de Movimento: Bella Mac
Assessoria de Imprensa: MercadoCom
Créditos fotográfico: Pedro Schmitt
Lembram do nosso meme de iceberg, com os musicais que consideramos mais populares e mais obscuros? Depois da repercussão, o Rafael, o Glauver, a Andressa, o Alexandre e a Alene resolveram gravar um episódio explicando direitinho qual era a ideia por trás da imagem. Vem ouvir esse bate-papo divertido sobre musicais mais e menos conhecidos, nossa opinião sobre eles e sobre os comentários a respeito em nossas redes!
Obs: apesar da insistência do Rafael em falar que esse é o episódio #42 durante a gravação, esse é sim o episódio #43.
Musical Cast, o primeiro podcast sobre teatro musical do Brasil, para você que quer informação além da superfície! Episódios novos todas as sextas-feiras, às 10h. Estamos disponíveis no Spotify, no iTunes, no Deezer e em outros agregadores de podcast como o Google Podcasts.
O clássico de Mel Brooks e Thomas Meehan, lançado em 1968, ganhou uma versão musical na Broadway em 2001 e remake do filme em 2005, este estrelado por Nathan Lane, Matthew Broderick, Uma Thurman, Will Ferrell, entre outras estrelas de Hollywood. No Brasil, Os Produtores ganhou vida pelas mãos do ator, diretor e produtor Miguel Falabella. Em 2007, a hilária adaptação, que passou por cidades como São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro, levou mais de 200 mil pessoas ao teatro e contou com nomes de peso como Juliana Paes e Vladimir Brichta. Para a remontagem da versão brasileira em comemoração dos 10 anos de sua estreia em palcos tupiniquins, o musical volta com estrelas de mesma grandeza e terá em cena, além do próprio Falabella (também responsável pela direção geral), Danielle Winits (atriz já consagrada das telas e dos palcos) e o humorista e apresentador Marco Luque (que faz sua estreia no gênero musical e promete arrancar risadas com seu jeito icônico de fazer comédia). A reestreia de Os Produtores está marcada para 20 de abril de 2018, e ficará em curta temporada no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. A produção segue viagem para o Rio de Janeiro, quando estreia em 13 de julho de 2018, no Vivo Rio.
A superprodução volta repaginada em 2018, com mais de 16 cenários, mais de 350 peças de figurino, 60 perucas, uma orquestra de 11 músicos, equipe técnica e de produção de 100 pessoas e um grande elenco de 25 atores.
A versão atual tem um maior número de cenários, além de mais grandiosos do que a edição de 2007. A cenografia procurou retratar todas as atmosferas que envolvem um espetáculo musical ao recriar ambientes como o espaço de audição, o teatro, além de outros lugares que se passam a história como um tribunal, a casa do diretor, escritório de contabilidade, prisão, tribunal, a cidade. Todos os espaços foram reproduzidos nos mínimos detalhes. A riqueza também está inserida nos figurinos que misturam cores e texturas e se transformam em extensões dos personagens.
SINOPSE
Primavera de 1959 em Nova York. O produtor Max Bialystock (Miguel Falabella) amarga seu último fracasso no teatro quando chega, em seu escritório, um contador tímido e um tanto nervoso, Leo Bloom (Marco Luque), para revisar a contabilidade. Sem querer, Leo descobre que um produtor pode ganhar mais dinheiro com um fracasso do que com um sucesso. “Você pode juntar um milhão de dólares de investidores, gastar cem mil e guardar o resto!”. A ideia faz brilharem os olhos de Max, que convence o até então honesto contador a se associar a ele. A dupla então se dedica a encontrar a pior obra jamais escrita, conseguir o mais desastroso diretor de teatro e produzir o maior fracasso da história. A eles junta-se Ulla (Danielle Winits), uma dançarina sueca que conquista seu espaço com algum talento e belas pernas. No entanto, nem tudo sai como planejado: a obra resulta num estrondoso sucesso, o golpe é descoberto e ambos são presos. Mas o que parece o fim acaba virando um novo começo. Após saírem da prisão, Max e Leo voltam à Broadway com o musical “Prisioneiros do Amor”. Desta vez, porém, a ideia é fazer sucesso e a peça é um recomeço para os dois.
FICHA TÉCNICA
Direção Geral – Miguel Falabella
Direção Musical e Vocal – Carlos Bauzys
Coreografia – Fernanda Chamma
Cenografia – Renato Theobaldo
Figurino – Ligia Rocha e Marco Pacheco
Visagismo – Dicko Lorenzo
Design de Som – Gabriel D’Angelo
Design de Luz – Guillermo Herrero
Produção Geral – Sandro Chaim
Assistente de Direção e Diretora Residente – Dani Calicchio
Direção Musical Associada e Maestro – Guilherme Terra
Coreografia de Sapateado – Felipe Galganni
Cenógrafo Associado – Beto Rolnik
ELENCO
Miguel Falabella – Max Bialystock
Marco Luque – Leo Bloom
Danielle Winits – Ulla
Sandro Christopher – Roger De Bris
Edgar Bustamante – Franz Liebkind
Mauricio Xavier – Carmen Ghia
Brenda Nadler – Ensemble
Carol Costa – Ensemble
Fefa Moreira – Ensemble/ Swing
Giovanna Zotti – Ensemble
Hellen de Castro – Ensemble
Mariana Belém – Ensemble
Maysa Mundim – Ensemble
Renata Vilela – Ensemble
Talita Real – Ensemble
Thais Garcia – Ensemble
Adriano Tunes – Ensemble
Carlos Leça – Ensemble
Daniel Caldini – Ensemble / Swing
Fernando Lourenção – Ensemble
Gustavo Klein – Ensemble
Marcel Octavio – Ensemble
Pedro Paulo Bravo – Ensemble
Rafael Machado – Ensemble
Ubiracy Paraná do Brasil – Ensemble
Patrocínio: SulAmérica, Colgate, Eurofarma, Sem Parar, Alelo.
Apoio Cultural: Bain & Company
Promoção: TV Globo
Realização: Chaim Entretenimento e Ministério da Cultura
Site: www.osprodutoresomusical.com.br
SERVIÇO:
OS PRODUTORES
Recomendação: 12 anos
Duração: 150min (com intervalo de 20min)
SÃO PAULO
Estreia em 20 de abril
Teatro Procópio Ferreira (624 lugares)
Rua Augusta, 2.823 – Jardins.
DIAS E HORÁRIOS DAS APRESENTAÇÕES:
Quinta e sextas 21h
Sábados 17h e 21h
Domingos 15h30
INGRESSOS:
Entre R$ 37,50 e R$230,00
O primeiro podcast sobre musicais do Brasil. Para você que quer informação além da superfície.