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Entreato #17 – Lazarus, Isso que é Amor e mais

Mais um Entreato no ar! Na edição #17 do nosso podcast com as últimas notícias da semana, gravada em 23/09/2019, Rafael Nogueira e Alene Botareli conversam sobre os últimos dois espetáculos que o Rafa assistiu, “Isso que é amor” e “Lazarus“. Além disso, os dois também batem papo sobre outras novidades no podcast, a estreia de “The Politician” na Netflix, feedback dos ouvintes e muito mais.

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#51 – Musicais Live!

No episódio #51 do Musical Cast, uma conversa sobre a mais recente onda dos musicais live da TV norte-americana. Quais foram os musicais transmitidos ao vivo (ou não tão ao vivo assim) na TV americana desde a reestreia do estilo, em 2013, com The Sound of Music? Além de citar todos os musicais live, um papo descontraído sobre todos os pontos positivos e negativos de cada um dos musicais filmados pela NBC e pela Fox nos EUA. Consegue identificar quais são pela imagem? Ouça para descobrir!

Com participação de Rafael Nogueira, Glauver Souza, Alene Botareli e Felipe Tostes.

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#50 – Disney e Broadway com Jessica Ballut

E chegamos ao nosso Episódio #50! Para comemorar esse marco, uma convidada muito especial, que foi muito pedida por vocês: a youtuber Jessica Ballut! Saiba um pouco mais sobre o trabalho da Jessica, que fala muito sobre Disney e sobre teatro musical no canal dela, e ouça um papo descontraído sobre os musicais e live actions da Disney, os musicais que ela assistiu na Broadway (incluindo Hamilton!), nosso espetáculo favorito do momento, The Prom, e muito mais!

Com participação de Jessica Ballut, Rafael Nogueira, Alene Botareli e Gustavo Mazzei.

Não esqueça de se inscrever no canal da Jéssica: 
https://www.youtube.com/user/itsjazzb

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Workshop com Beatriz Lucci em Curitiba em março de 2019

Depois do sucesso do workshop Acting The Song com Beatriz Lucci em agosto de 2018, a Púrpura Produções Artísticas traz a profissional de volta à Curitiba na semana de 11 a 16 de março de 2019, dessa vez para ministrar os três módulos do método Acting the Song, voltado à interpretação da canção para o Teatro Musical.

No Módulo 1, o foco é o desenvolvimento de repertório solo personalizado (levando em conta perfil físico, vocal e emocional) para cada aluno e técnicas de audição. No Módulo 2, o tema é a troca cênica e o repertório (sempre personalizado para os perfis de cada aluno) é formado por duos, trios e quartetos. Já no Módulo 3, o trabalho prático é voltado a números de grupos e o desenvolvimento da identidade do artista no coro.

Beatriz Lucci é atriz, cantora, diretora, dramaturga e arte-educadora experiente e reconhecida no teatro musical brasileiro, com mais de 35 produções de espetáculos profissionais no currículo, como performer e integrante da equipe de direção e produção de elenco. Em Curitiba, o workshop será acompanhado pelo pianista profissional Matheus Alborghetti.

 

Carga horária e turmas

Cada um dos módulos do Workshop tem carga horária de 18 horas, e serão formadas turmas com no máximo 20 alunos cada. O Módulo 1 será no período da manhã, das 9h às 12h, com uma segunda turma de Módulo 1 no período da tarde, das 14h às 17h.

As turmas dos Módulos 2 e Módulo 3 foram unidas e acontecerão no período noturno, das 19h às 22h.

O Módulo 2 e o Módulo 3 podem ser cursados apenas por alunos que já tenham concluído o Módulo 1 em outra oportunidade ou que desejarem cursar ambos os módulos ao mesmo tempo. Há poucas vagas para ouvintes.

 

Investimento

Todos os módulos terão o mesmo valor. Durante o mês de janeiro, será praticado um valor promocional especial. Também são oferecidos descontos para matrículas em mais de um módulo e feitas em grupos. O pagamento poderá ser parcelado em duas ou três vezes a depender da data de assinatura do contrato de matrícula.

 

Valores para qualquer um dos 3 módulos:

Até 31/01: R$ 350

De 1º/02 a 20/02: R$ 400

De 21/02 a 10/03: R$ 450

 

Descontos oferecidos (não cumulativos):

5% para pagamento à vista

10% de desconto para o aluno que desejar cursar dois módulos juntos

10% de desconto para grupos de 3 pessoas que fizerem a matrícula juntas

20% para grupos de 6 pessoas ou mais que fizerem a matrícula juntas

 

Matrículas

Para se inscrever, preencha o formulário do link para a produção entrar em contato com você: https://goo.gl/forms/8637e7KornpImjgA2

Também é possível marcar um horário com o responsável pelo e-mail work.purpura@gmail.com ou pelo contato (41) 99891 9000 (Giovanni).

 

Local

O workshop acontecerá de segunda a sexta na Beethoven-Haus Escola de Música, localizado na Rua Alfredo Bufren, 161, em frente à Praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba, com apresentação final e audição simulada no sábado em local a ser divulgado.

 

Confirme seu interesse e receba todas as últimas notícias sobre o workshop no evento do Facebook: https://www.facebook.com/events/469201800277583/

 

Produção

Púrpura Produções Artísticas

 

Divulgação

Musical Cast

 

Apoio

Casa das Bolachas
Fingen Café
Café do Teatro
Chef Doug
Baba Salim
Quintal do Monge
Grupo Empresarial Cena Hum
Hotel Brasilia

 

Cartaz desta edição:

cartaz

 

Saiba mais sobre o workshop, a ministrante e o pianista:

Tópicos do Workshop Acting The Song

  • ● Introdução e desenvolvimento dos conceitos do método Acting The Song.
  • ● Repertório personalizado e exclusivo, baseado no perfil físico, vocal e emocional de cada aluno.
  • ● Pianista profissional.
  • ● Técnicas de audição (Postura, Material, Currículo, Cortes de Música, Tratamento ao Pianista).
  • ● Coaching Individual e em grupo.
  • ● Material de Trabalho – Partituras, planilhas e dossiês.
  • ● Audição simulada no último dia de curso.
  • ● Certificado de Conclusão.

 

Beatriz Lucci

Atriz, cantora, diretora, dramaturga e arte educadora. Formada em Musical Theatre pela The American Musical And Dramatic Academy (AMDA – NY/USA) e Artes Cênicas pela Escola Municipal Maestro Fêgo Camargo (Taubaté/SP) e pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras/RJ). Envolvida em mais de 35 espetáculos como performer ou integrante da equipe de direção, destacam-se “As Bruxas de Eastwick”, “Um Violinista no Telhado”, “New York, New York”, “Uma Luz Cor de Luar”, “Moral Quotidiana”, “Sabor A Mi”, “A Change In The Air”, “O Rei Leão”, “Rock In Rio, O Musical”, “O Grande Circo Místico”, “Cazuza, O Musical”, “Alegria, Alegria” e “Hebe, O Musical”. Como docente, integrou a primeira equipe de especialistas do Sesi/SP, além de ter lecionado como professora convidada nas principais escolas do segmento em todo o país. Especializada no método Acting The Song, atua também como preparadora dos principais performers do teatro musical brasileiro. Depois de trabalhar como Assistente de Direção dos mais reconhecidos diretores de teatro musical do Brasil e dos EUA, passa a assinar a direção geral de espetáculos em 2018, com quatro projetos em fase de captação de recursos.

 

Matheus Alborghetti

Iniciou seus estudos musicais na Escola de Música Villa-Lobos, da Casa da Cultura de Joinville, em 2005. Em 2011, foi pianista da reinauguração da Sociedade Cultural Lírica de Joinville. Participou das duas edições (2014-15) do espetáculo “Noite das Artes” na Sociedade Harmonia-Lyra de Joinville, acompanhando o barítono catarinense Douglas Hahn. Participou de quatro edições (2015 a 2018) do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc) como pianista correpetidor das classes de canto lírico de renomados profissionais, como o barítono Gino Quilico e o soprano Céline Imbert, e também de ópera (La Bohème – 2018). Mora em Curitiba, onde estuda na Escola de Música e Belas Artes do Paraná.

CEFTEM promove 6º Seminário Carioca de Teatro Musical

Pelo sexto ano consecutivo o Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical (CEFTEM) promove o Seminário Carioca de Teatro Musical. Porém, a sexta edição do evento será em novo local, na recém inaugurada sede do CEFTEM, na Glória (RJ) de 26 a 28 de setembro.

Nesse ano, além das palestras e mesas de debate, que acontecerão nos dias 26, 27 e 28 de setembro, no horário da noite (das 17h às 22h) com entrada a 1 quilo de alimento não perecível, haverá também cursos que serão ministrados nos mesmos dias no horário de 13h às 16h, valor sob consulta.

O evento contará com nomes como Aniela Jordan (sócia-diretora da Aventura Entretenimento), André Dias (Bilac vê estrelas), Laila Garin (O Beijo no Asfalto), Kacau Gomes (Les Miserables), Izabella Bicalho (Elizeth, a Divina), Reinaldo Yazaki (diretor do Instituto da Voz Artística em Otorrinolaringologia) e Vinicius Munhoz (produtor de Annie e Billy Elliot).

“Queremos fomentar e discutir o teatro musical em seus vários âmbitos. Colaborando assim para que o gênero se desenvolva com mais solidez e consciência por parte de todos os profissionais e estudantes envolvidos” – diz Reiner Tenente, idealizador do evento e fundador do CEFTEM.   

A organização do seminário pede que os interessados se inscrevam previamente pelo e-mail producao@ceftem.com. Para tirar dúvidas, o contato é o mesmo. A entrada para as palestras é sujeita à lotação.

6º Seminário Carioca de Teatro Musical

Realização: CEFTEM – Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical
Dias: 26 a 28 de setembro
Horários: das 17h às 22h (palestras) – entrada 1 quilo de alimento não perecível
Das 13h às 16h (cursos) – preço sob consulta
Local: CEFTEM
Rua Santo Amaro, 4, Glória – Rio de Janeiro – RJ
Mais informações: producao@ceftem.com

 

 

Carmen, a Grande Pequena Notável

Há exatos 90 anos Carmen Miranda (1909-1955) cantava pela primeira vez na rádio carioca Roquete Pinto. Portuguesa radicada no Brasil, a cantora estava prestes a se tornar um dos maiores símbolos da cultura brasileira para todo o mundo. Em comemoração a essa data, Carmen, a Grande Pequena Notável, com direção de Kleber Montanheiro, estreia no dia 15 de setembro no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP). O espetáculo fica em cartaz até 26 de janeiro de 2019, com apresentações aos sábados, às 11h.

O musical é inspirado no livro homônimo de Heloísa Seixas e Julia Romeu, que venceu o Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção em 2015. Quem dá vida à diva é a atriz Amanda Acosta, que divide o palco com Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis e Fabiano Augusto. Os músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Marco França também estão em cena.

Para contar essa história, o espetáculo adota a estrutura, a estética e as convenções do Teatro de Revista Brasileiro, no qual Carmen Miranda também se destacou. “Utilizamos a divisão em quadros, o reconhecimento imediato de tipos brasileiros e a musicalidade presente, colaborando diretamente com o texto falado, não como um apêndice musical, mas sim como dramaturgia cantada”, explica o diretor Kleber Montanheiro.

Esse tradicional gênero popular faz parte da identidade cultural brasileira, mas recentemente está em processo de desaparecimento da cena teatral por falta de conhecimento, preconceito artístico e valorização de formas americanizadas e/ou industrializadas de musicais.

A encenação tem a proposta de preservar a memória sobre a pequena notável, como a cantora era conhecida, e a época em que ela fez sucesso tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Por isso, os figurinos da protagonista são inspirados nos desenhos originais das roupas usadas por Carmen Miranda; já as vestes dos demais personagens são baseadas na moda dessas décadas.

“As interpretações dos atores obedecerão a prosódia de uma época, influenciada diretamente pelo modo de falar ‘aportuguesado’, o maneirismo de cantar proveniente do rádio, onde as emissões vocais traduzem um período e uma identidade específica”, revela Montanheiro.

A cenografia reproduz os principais ambientes propostos pelo livro. Esses espaços físicos são o porto do Rio de Janeiro, onde Carmen desembarca criança com seus pais; sua casa e as ruas da Cidade Maravilhosa; a loja de chapéus, onde Carmen trabalhou; o estúdio de rádio; os estúdios de Hollywood e as telas de cinema; e o céu, onde ela foi cantar em 5 de agosto de 1955. Cada cenário traz ao fundo uma palavra composta com as letras do nome da cantora em formatos grandes. Por exemplo, a palavra MAR aparece no porto, e MÃE, na casa dos pais da cantora.

O espetáculo só pôde ser realizado graças aos recursos da 6ª edição do Prêmio Zé Renato de Teatro.

Sobre Kleber Montanheiro – direção, cenários e figurinos
Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador, Kleber Montanheiro trabalhou como assistente e criador de grandes mestres do teatro nacional: Gianni Ratto, Roberto Lage, Wagner Freire, Antônio Abujamra, Myriam Muniz, Naum Alves de Souza, entre outros.

Como diretor, ganhou os prêmios APCA 2008, por “Sonho de Uma Noite de Verão”; e FEMSA 2009, por “A Odisséia de Arlequino”. Como cenógrafo e figurinista, venceu os prêmios APCA e FEMSA 2012, por “A História do Incrível Peixe Orelha”. Como iluminador, recebeu o prêmio FEMSA 2013, pelo trabalho em “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes.

As últimas peças dirigidas por ele foram “Alô Alô Theatro Musical Brazileiro” (2017), de sua autoria com Amanda Acosta; “Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo” (2016), de Cassio Pires, a partir da obra de Henrik Ibsen; “Os Dois Cavalheiros de Verona” (2015), de William Shakespeare; “A Lenda do Cigano e O Gigante” (2015) e “Navio Fantasma – O Holandês Voador” (2015), ambos de Paulo Rogério Lopes; e “Sobre Cartas & Desejos Infinitos” (2015), de Ana Luiza Garcia.

Sobre Heloisa Seixas – autora do livro e adaptadora teatral
A carioca Heloisa Seixas trabalhou muitos anos na imprensa do Rio de Janeiro antes de se dedicar exclusivamente à literatura. É autora de mais de 20 livros, incluindo romances, contos, crônicas e obras infanto-juvenis, além de peças de teatro. Foi quatro vezes finalista do prêmio Jabuti, com os livros “Pente de Vênus”, “A porta”, “Pérolas absolutas” e “O oitavo selo”, este último também finalista do prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do prêmio Oceanos.

Seu livro mais recente é o romance “Agora e na hora”, lançado em abril pela Companhia das Letras. Além dos musicais “Era no tempo do rei” e “Bilac vê estrelas”, ambos em parceria com Julia Romeu, Heloisa fez para o teatro a peça “O lugar escuro”, uma adaptação de seu livro homônimo sobre a doença de Alzheimer. Este espetáculo rendeu para a atriz Camilla Amado o Prêmio Especial APTR de 2014.

Sobre Julia Romeu – autora do livro e adaptadora teatral
Em parceria com Heloisa Seixas, Julia Romeu escreveu os musicais “Era no tempo do rei” (2010), com músicas de Aldir Blanc e Carlos Lyra; e “Bilac vê estrelas” (2015), que venceu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro, Shell e APTR, com canções de Nei Lopes. As duas também são autoras do livro “Carmen: A grande pequena notável”, a biografia de Carmen Miranda para crianças, vencedora do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção de 2015. Além disso, ela trabalha como tradutora literária há mais de dez anos e é mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela UERJ.

SINOPSE
Espetáculo musical que conta a história da cantora Carmen Miranda, de sua chegada ao Brasil ainda criança, passando pelas rádios, suas primeiras gravações em disco, pelo cinema brasileiro e o Cassino da Urca, ao estrelato nos filmes de Hollywood. Inspirado no livro homônimo infanto-juvenil de Heloísa Seixas e Julia Romeu, o espetáculo conta e canta para toda a família os 46 anos de vida dessa pequena notável que levou a música e a cultura brasileira para os quatro cantos do mundo.

FICHA TÉCNICA
Autoras do livro e adaptação teatral: Julia Romeu e Heloísa Seixas
Direção, cenários e figurinos: Kleber Montanheiro
Desenho de luz: Marisa Bentivegna
Direção Musical: Ricardo Severo
Visagismo: Anderson Bueno
Elenco: Amanda Acosta (Carmen Miranda), Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis e Fabiano Augusto
Músicos: Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Marco França.
Direção de produção: Maurício Inafre
Assessoria de imprensa: Pombo Correio

SERVIÇO
Carmen – A Grande Pequena Notável, com direção de Kleber Montanheiro
Centro Cultural Banco do Brasil SP* –  Rua Álvares Penteado, 112, Centro
Temporada: 15 de setembro a 26 de janeiro de 2019, aos sábados, às 11h
Apresentações extras nos dias 12/10, 2/11, 15/11 e 25/1
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) 
Classificação: livre. Recomendado para crianças a partir de 5 anos
Duração: 70 minutos
Capacidade: 133 lugares
Informações: (11) 3113-3651

 *Acesso ao calçadão pelas estações Sé e São Bento do Metrô.

Estacionamento conveniado: Estapar Estacionamentos – Rua Santo Amaro, 272 – Centro, com custo de R$15 pelo período de 5 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

Translado gratuito: uma van faz o transporte gratuito entre o estacionamento e o CCBB, com parada na estação República do Metrô no trajeto de volta.

 Informações: (11)3113-3651 | (11) 3113-3652 ou
ccbbsp@bb.com.br  |  www.bb.com.br/cultura  |  www.twitter.com/ccbb_sp  | 
www.facebook.com/ccbbsp | www.instagram.com/bancodobrasil
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física. Ar-condicionado.

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“O Jogo da Vida” – Musical inspirado em jogos de tabuleiros

O Teatro dos Quatro, na Gávea (RJ), vai se transformar em um grande tabuleiro. Isso porque estreia no dia 18 de setembro “O Jogo da Vida”, primeira produção da Arina Entretenimento. O musical, inspirado no famoso jogo, traz seis atores que dão vida a personagens inéditos, em colaboração coletiva com a direção e a plateia, com texto e música autoral.

“Como o próprio título propõe, o musical fala sobre a vida e seus acontecimentos inesperados, o futuro sob controle do acaso. Livremente inspirado no clássico “Jogo da vida” e em outros jogos de tabuleiro, as cenas são definidas ora por integrantes da plateia, ora por um dado jogado em cena pelos próprios atores” – diz Tauã Delmiro, diretor, compositor e dramaturgista do espetáculo. 

Essa interação junto ao público e os atores tem uma explicação, a premissa da Arina Entretenimento é que o telespectador faça parte do espetáculo de forma mais participativa. 

“Queremos trazer projetos inovadores, arte e conteúdo, com produtos autorais e de qualidade para o mercado carioca” diz Kau Swaelen, uma das idealizadoras e fundadora da ARINA.

Além da direção e das composições das canções, de Tauã, conhecido por seu trabalho em “O Edredom” e no premiado “Nome do espetáculo”, a peça tem direção musical de Rafael Sant’anna (“Sweeney Todd”, “Matilda” e “60 doc. Musical”) e orientação artística de João Fonseca (“Tim Maia”, “Minha mãe é uma peça” e “Bilac vê estrelas”).

“O espetáculo se propõe a fazer uma busca por uma reflexão de como a sociedade entende e percebe a felicidade e o sucesso, e a relação destes com dinheiro, casamento, filhos, etc” – completa Karina Swaelen, uma das atrizes e produtora do musical. 

 “O Jogo da Vida” fica em cartaz de 18 de setembro até 31 de outubro no Teatro dos Quatro com sessões nas terças e quartas às 20h. 

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SERVIÇO:
Teatro dos 4 – Shopping da Gávea 
Ingresso: R$ 60,00 Inteira e R$ 30,00 Meia
Temporada: 18/09 a 31/10
Terças e Quartas 
Horário: 20 h 
Tempo: 70 minutos
Classificação: 12 anos

Ficha Técnica: 
Diretor, compositor e dramaturgista: Tauã Delmiro
Direção Musical: Rafael Sant’anna
Orientação Artística: João Fonseca
Elenco: Hamilton Dias, Kau Swaelen, Saulo Segreto, Tecca Ferreira, Thainá Gallo, Luiz Filipe Carvalho
Texto colaborativo: Hamilton Dias, Kau Swaelen, Marina Mota, Saulo Segreto, Tecca Ferreira, Thainá Gallo, Luiz Filipe Carvalho
Produtoras: Kau Swaelen e Gabriela Tavares
Cenário: Mariane Simão
Figurino: Renan Mattos
Design de som: 220 Decibeis
Design de Arte: Kau Swaelen e Saulo Segreto
Fotos: Julia Assis Fotografia
Assessoria de imprensa: MercadoCom/Ribamar Filho
Realização: ARINA Entretenimento

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#48 – Jogo da Roleta #3

No episódio #48, depois de muito tempo sem nenhum jogo, voltamos a fazer pela terceira vez o “Jogo da Roleta”, em que escolhemos um musical de uma lista predefinida e deixamos uma moeda definir se teremos que falar sobre os pontos positivos ou negativos do musical. Nesse Jogo da Roleta #3, Rafael Nogueira, Andressa Medeiros, Alene Botarelli e Gustavo Mazzei falaram de alguns musicais como Dear Evan Hansen, Mean Girls, The Last 5 Years e Natasha, Pierre and the Great Comet of 1812. Venha brincar com a gente e saber nossas opiniões!

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Workshop Acting The Song com Beatriz Lucci em Curitiba

Após quase quatro anos sem ministrar cursos na capital paranaense, a Púrpura Produções Artísticas traz Beatriz Lucci de volta à Curitiba na semana de 20 a 25 de agosto com o workshop Acting The Song, voltado à interpretação da canção para o Teatro Musical, tendo como foco o desenvolvimento de repertório personalizado e técnicas de audição. Beatriz Lucci é atriz, cantora, diretora, dramaturga e arte-educadora experiente e reconhecida no teatro musical brasileiro, com mais de 35 produções de espetáculos profissionais no currículo, como performer e integrante da equipe de direção. Em Curitiba, o workshop será acompanhado pelos pianistas profissionais Matheus Alborghetti e Priscila Malanski.

 

Carga horária e turmas

O Workshop tem carga horária de 18 horas, e serão formadas duas turmas do Módulo 1, com no máximo 20 alunos cada. A Turma A será no período da manhã, das 9h às 12h, e a Turma B no período da tarde, das 14h às 17h.

Também haverá uma turma do Módulo 2, no período noturno, das 19h às 22h, para alunos que já cursaram o Módulo 1 em outra oportunidade ou desejarem cursar os dois módulos ao mesmo tempo. Há poucas vagas para ouvintes.

 

Investimento

O investimento para cursar qualquer um dos módulos será de R$ 450, com possibilidade de pagamento em até duas vezes. A partir do dia 11 de agosto, o valor do curso será de R$ 500.

 

Matrículas

Para se inscrever, marque um horário com o responsável pelo e-mail producoespurpura@gmail.com ou pelos contatos (41) 99891 9000 (Giovanni) e (41) 99546-4201 (Patricia).

 

Local

O workshop acontecerá de segunda a sexta na Beethoven-Haus Escola de Música,  localizado na Rua Alfredo Bufren, 161, em frente à praça Santos Andrade, no Centro de Curitiba, com apresentação final e audição simulada no sábado.

 

Produção

Púrpura Produções Artísticas

 

Divulgação

Musical Cast

 

Apoio

Beethoven-Haus Escola de Música

Café do Teatro

Quintal do Monge

Veg e Tal – Bistrô Vegano

 

Confirme seu interesse e receba todas as últimas notícias sobre o workshop no evento do Facebook.

 

Saiba mais sobre o workshop e a ministrante:

Tópicos do Workshop Acting The Song
• ● Introdução e desenvolvimento dos conceitos do método Acting The Song.
• ● Repertório personalizado e exclusivo, baseado no perfil físico, vocal e emocional de cada aluno.
• ● Pianista profissional.
• ● Técnicas de audição (Postura, Material, Currículo, Cortes de Música, Tratamento ao Pianista).
• ● Coaching Individual e em grupo.
• ● Material de Trabalho – Partituras, planilhas e dossiês.
• ● Audição simulada no último dia de curso.
• ● Certificado de Conclusão.

Beatriz Lucci
Atriz, cantora, diretora, dramaturga e arte educadora. Formada em Musical Theatre pela The American Musical And Dramatic Academy (AMDA – NY/USA) e Artes Cênicas pela Escola Municipal Maestro Fêgo Camargo (Taubaté/SP) e pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras/RJ). Envolvida em mais de 35 espetáculos como performer ou integrante da equipe de direção, destacam-se “As Bruxas de Eastwick”, “Um Violinista no Telhado”, “New York, New York”, “Uma Luz Cor de Luar”, “Moral Quotidiana”, “Sabor A Mi”, “A Change In The Air”, “O Rei Leão”, “Rock In Rio, O Musical”, “O Grande Circo Místico”, “Cazuza, O Musical”, “Alegria, Alegria” e “Hebe, O Musical”. Como docente, integrou a primeira equipe de especialistas do Sesi/SP, além de ter lecionado como professora convidada nas principais escolas do segmento em todo o país. Especializada no método Acting The Song, atua também como preparadora dos principais performers do teatro musical brasileiro. Depois de trabalhar como Assistente de Direção dos mais reconhecidos diretores de teatro musical do Brasil e dos EUA, passa a assinar a direção geral de espetáculos em 2018, com quatro projetos em fase de captação de recursos.

Os Flops da Broadway – Parte 2

Depois da ótima resposta ao primeiro texto sobre os grandes flops da Broadway, é claro que lançaríamos a continuação, abordando outros flops históricos. Como prometido, aqui está ela, com algum atraso, mas muitas histórias interessantes de grandes fracassos da Broadway para contar. Na parte 1 dessa série, falamos sobre os musicais Breakfast at Tiffany’s, Dude, Saravá, Carrie e Chess (se ainda não leu, clique aqui).

Dessa vez, os musicais foram selecionados com base no quão intrigantes são os fatos que os levaram ao fracasso, além de a grande maioria ser formada por espetáculos quase desconhecidos e com pouquíssimo material de estudo disponível. Então flops famosos e mais recentes, como Dance of the Vampires, Big Fish Amélie e Bright Star, ainda não entrarão na nossa lista.

Vamos logo para os flops, porque não é só de sucesso que a Broadway é feita.

 

Kelly
Estreia: 6 de fevereiro de 1965
Número de sessões: 7 previews e 1 apresentação

kelly2O que esperar de um musical sobre um jovem imigrante irlandês, chamado Hop Kelly, que aceita o desafio de pular da ponte do Brooklyn e sobreviver?
Baseado na história verdadeira de Steve Brodie, o musical também retrata um grupo de apostadores que, cansados de ver Hop Kelly desistir de pular diversas vezes e frustrar suas apostas sobre o destino do imigrante, resolvem jogar da ponte um boneco em tamanho real para acabar logo com a história. O flop começa já na pré-produção. As composições são de Mark Charlap (compositor de Peter Pan, único musical de sucesso de toda a sua carreira) e as letras e o texto de Eddie Lawrence, que nunca tinha escrito um musical antes. Durante os try-outs, que aconteceram em Boston e na Filadélfia, o texto foi totalmente reescrito por várias pessoas, sendo uma delas Mel Brooks.
Charlap e Lawrence chegaram a entrar na justiça contra os produtores do musical para que o material fosse restaurado antes de chegar à Broadway. As críticas dos try-outs foram de ruins para péssimas e, quando o musical finalmente abriu na Broadway, as críticas conseguiram ser ainda piores, fazendo o show fechar na noite de estreia. A atriz Ella Logan, que estava no elenco durante os try-outs e teve seu papel cortado no meio de todas as revisões do texto, foi parabenizada pela crítica pela sorte de nunca ter estreado no musical. Na época, o fechamento do musical atraiu muito a mídia, especialmente porque o investimento de 650.000 dólares foi perdido. No começo dos anos 80, uma gravação foi lançada, utilizando várias demos gravadas 15 anos antes, quando o musical estava em produção. Até hoje é considerado um dos piores cast recordings da história, impossível de escutar até o final.

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Into the Light
Estreia: 22 de outubro de 1986
Número de sessões: 13 previews e 6 apresentações

into the lightReceita para um fracasso: Santo Sudário, lasers, ciência, filho negligenciado e um amigo imaginário. Essas são as palavras-chave do enredo do musical Into the Light, sobre um fisicista que estuda o Santo Sudário e é tão obcecado pelo trabalho que começa a ter problemas familiares. Seu filho se sente tão negligenciado que cria um amigo imaginário mímico para lidar com a ausência do pai. O texto, músicas e letras são de pessoas com experiência na Broadway tão nula que nem compensa citá-las aqui. Dean Jones, o Bobby do elenco original de Company, era o único grande atrativo, que não foi suficiente para atrair o público após a crítica acabar com o espetáculo. Dean, como um grande religioso, acreditava muito no material e afirmou na época que “o teatro tem que inspirar, elevar o espírito”. Os personagens estavam sempre cantando sobre partículas, moléculas, matéria e antimatéria. As cenas de estudo do Santo Sudário se alternavam com cenas do filho com seu amigo imaginário que surgia da luz e era visível apenas para o público. O espetáculo conseguiu inclusive ofender muitos religiosos, principalmente em uma cena da música “Let There Be Light”, em que freiras, padres e arcebispos dançavam em aprovação ao projeto do estudo do Santo Sudário. Era em momentos como esse que o musical arrancava gargalhadas da plateia, mesmo tendo sido escrito para ser levado a sério e sem nenhuma intenção de ser engraçado. O musical fechou com o prejuízo de 3 milhões de dólares, até então um dos maiores prejuízos que a Broadway já tinha visto. Nenhuma gravação em estúdio foi feita e acredita-se que nenhuma gravação em bootleg sobreviveu ao tempo, ou que ninguém teve o interesse de gravar na época.

Comercial da TV:

Críticas da TV e cenas do musical: 

Via Galactica
Estreia: 28 de novembro de 1972
Número de sessões: 15 previews e 7 apresentações

viaglUma forma de identificar um flop: a história é tão confusa que a explicação do enredo precisava vir anexada ao Playbill. O musical Via Galactica foi um espetáculo de ficção cientifica que se passava no ano de 2972 e contava a história de amor de um rapaz por uma rebelde, que pretendia fugir para outro sistema solar. Cabia ao rapaz escolher ficar para sempre na Terra ou fugir com a garota para as estrelas. A história era dividida em dois atos, como todos os outros musicais, mas cada ato foi dividido em 4 partes, o que fazia as pessoas não entenderem a ligação de uma parte com a outra. O texto era tão problemático que faltava algo muito importante, o público sentir empatia ou qualquer sentimento pelos personagens. O musical contava com um nome de peso, Galt MacDermot, responsável pelas composições do musical Hair e também do flop Dude (citado na primeira parte desse artigo). As músicas do espetáculo mantinham o que MacDermot sempre soube fazer bem: rock e country com uma pegada gospel. Mas o que MacDermot nunca esperava ter eram dois fracassos seguidos em um mesmo semestre, aparentemente sem aprender nada com os erros do musical Dude.
Via Galactica era pretencioso, utilizava efeitos visuais que não impactavam o público, muita pirotecnia e projeções, e o palco ainda era composto de várias camas elásticas para dar o efeito de leveza dos corpos no espaço. A produção se vangloriava da gigante estrutura que o palco tinha, utilizando todo o espaço, do chão até o teto do teatro. Durante as previews, vários atores tiveram problemas sérios com todo o aparato cenográfico. Raul Julia, que fazia o mocinho apaixonado, ficou preso numa espaçonave cenográfica sob a orquestra e tiveram que parar o espetáculo por 20 minutos para tirá-lo de lá. Irene Cara, que veio a fazer muito sucesso com o filme Fame anos depois, também teve problemas durante as previews, quando uma das camas elásticas a jogou para fora do palco. Via Galactica foi o espetáculo que inaugurou o Uris Theatre, que hoje é conhecido como Gershwin Theater, onde Wicked faz sucesso desde 2003. Na época, inaugurar um teatro com um grande fracasso era visto pelos proprietários como um perigo para os negócios, algo que hoje em dia já não é uma preocupação. O musical foi o primeiro a perder mais de 1 milhão de dólares, e é outro que jamais teve uma gravação em estúdio da trilha.

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The Best Little Whorehouse Goes Public
Estreia: 10 de maio de 1994
Número de sessões: 28 previews e 16 apresentações

best-little-whorehouse-goes-public-poster-2Se você está acostumado apenas com os grandes sucessos da Broadway, então temos que interromper um pouco antes de falar desse musical. “The Best Little Whorehouse Goes Public” é uma sequência do aclamado “The Best Little Whorehouse in Texas”, que em 1978 foi indicado a 6 Tony Awards e ainda teve uma adaptação cinematográfica em 1982. O musical conta a história real de um prostíbulo no Texas que está aberto há mais de um século, comandado por Mona Stangley, que é fechado após pressão do xerife com influência da mídia local. O filme foi estrelado pela rainha country Dolly Parton, fazendo par com Burt Reynolds. E pasmem! No filme, temos a icônica canção “I Will Always Love You” consagrada por Whitney Houston, que poucos sabem que é originalmente de Dolly Parton. A produção original da Broadway teve 1584 apresentações, ficando 4 anos em cartaz. Mas então, 16 anos após esse grande sucesso, os mesmos criadores, Carol Hall, Larry L. King e Peter Masterson, tiveram a ideia de fazer uma sequência do musical.
Vamos combinar que sequências em musicais não funcionam, algo que Andrew Lloyd Webber aprendeu muito bem recentemente, com Love Never Dies.
A história da continuação é parecida com a original. Mona Stangley é convidada pela Receita Federal a gerenciar um prostíbulo em Las Vegas (onde a prostituição era permitida) para tentar recuperar 26 milhões de impostos. Enquanto isso, um senador da direita conservadora tenta fechar o bordel. As críticas, logicamente, detestaram o espetáculo, não só porque a continuação se parecia muito com o original, mas por ser um musical tedioso, com coreografias exageradas e uma cenografia que parecia ser de segunda mão. A maior parte das críticas falava de uma das músicas de abertura do segundo ato, chamada “Call Me”, em que várias mulheres ficavam em cabines fazendo o serviço de sexo por telefone, enquanto os homens do outro lado da linha estavam em cima dessas cabines, seminus. O musical ficou famoso na época por ser o primeiro e último espetáculo da Broadway a utilizar o recurso de “infomercial” (aqueles comerciais americanos longuíssimos que tentam vender um produto por telefone), que era tão constrangedor quanto o restante do espetáculo. Felizmente, a produção conseguiu lançar uma gravação em estúdio, uma das únicas coisas consideradas boas, já que músicas como “I’m Leaving Texas” e “Change In Me” até hoje são consideradas showstoppers.

Cena da música “Call Me”:

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Bring Back Birdie
Estreia: 5 de maio de 1981
Número de sessões: 31 previews e 4 apresentações

bringE voltamos à máxima “NÃO FAÇA CONTINUAÇÕES DE MUSICAIS!”. Bring Back Birdie é a continuação do famoso Bye Bye Birdie, de 1960, estrelado por Chita Rivera e Dick Van Dyke, que foi indicado a 8 Tony Awards, ganhou 4 deles, incluindo o de melhor musical, e teve uma adaptação cinematográfica em 1963. A história original nos apresenta a família MacAfee, que é afetada com a vinda do cantor Conrad Birdie para a sua pacata cidade, na qual Conrad Birdie irá escolher uma garota do seu fã clube para quem cantar a última música antes de se alistar no serviço militar. Já na continuação, Bring Back Birdie, o enredo mostra o que aconteceu com os personagens 20 anos depois. Albert Peterson, que foi o responsável por escrever um dos maiores sucessos de Conrad Birdie, tem uma oferta de 20 mil dólares para se reencontrar com Birdie e convencê-lo a se apresentar no Grammy Awards. Nessa jornada, Rose (Chita Rivera, reprisando o personagem) se junta ao marido Albert em busca de Birdie. Quando Albert encontra Birdie, ele está muito acima do peso e é prefeito de uma pequena cidade no Arizona. No meio dessa caçada ao Birdie, Albert e Rose precisam lidar com a filha rebelde, que foge de casa para entrar num culto Hare Krishna, e os outros filhos que resolvem entrar numa banda punk rock (linda história).

O musical não teve try-outs em outras cidades, estreou diretamente na Broadway, e teve muitas previews caóticas, quando nada parecia funcionar, principalmente o cenário cheio de televisores. Charles Strouse, Lee Adams e Michael Stewart, os criadores originais de Bye Bye Birdie, foram os responsáveis por essa continuação desastrosa, em que nem mesmo o retorno de Chita Rivera à personagem Rose fez as críticas falarem bem do espetáculo. A maior parte das críticas dizia que dava claramente para perceber que as novas músicas eram cópias do musical original. Um exemplo era a música “Moving Out”, a segunda música do primeiro ato, que era cópia da clássica “The Telephone Hour” do original. Na cena original, várias adolescentes fofocam ao telefone e criam uma cena linda em que as conversas são intercaladas. Já na continuação, acontece basicamente a mesma coisa, só que ao invés de usarem telefones com fios, os personagens aparecem com telefones mais modernos, sem fio. Outra crítica também dizia que, em um ponto do espetáculo, parecia que cada ator tinha recebido um libreto diferente, já que nada mais fazia sentido e ninguém se importava com os personagens. No fim das contas, todas as críticas apontaram uma única coisa boa na continuação: o momento do agradecimento final, quando Chita Rivera cantava a música “Rosie”, que encerrava o musical Bye Bye Birdie. Foi uma das soluções encontradas para o público sair pelo menos um pouco satisfeito revendo Chita cantando o showstopper do musical original, que vergonhosamente não era nem anunciado no playbill. O show foi considerado grotesco, de mau gosto, em especial pelas músicas de punk rock, e uma das piores coisas já vistas na Broadway. Na época, as críticas diziam que não fazia sentido algum essa continuação, porque os produtores teriam sido muito mais bem-sucedidos se tivessem simplesmente montado um revival de Bye Bye Birdie. Apesar da curta temporada, o musical recebeu uma gravação em estúdio.

Ato 1 completo:

 

 

 

 

O Anti-Musical – O Musical

No ano em que comemora cinco anos, o Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical (CEFTEM) traz aos palcos um musical original. O Anti-Musical – O Musical, tem direção, dramaturgia e canções originais de Tauã Delmiro ([nome do espetáculo], O Edredom e Vamp, o Musical), direção musical de Tony Lucchesi (Bibi – uma vida em musical e 60! Década de arromba – doc.musical), coreografia de Débora Polistchuck (O primeiro musical a gente nunca esquece, Rock in rio e Rapsódia – o Musical) e estreou dia 7 de junho no Teatro Cesgranrio.

As audições para a prática de montagem foram realizadas em janeiro de 2018 e o espetáculo é composto por dois elencos que se alternarão em datas que serão divulgadas em suas mídias sociais. Os personagens, quando foram escritos, não possuíam caraterísticas físicas e de gênero pré-estabelecidas, possibilitando que em alguns casos um papel seja dividido por dois atores com perfis e gêneros diferentes. O intuito dessa escolha é ressignificar a cena de acordo com as características individuais dos artistas e problematizar um padrão estético muito comum nas produções do gênero no Brasil, que não costumam dar protagonismo a diversidade.

A dramaturgia do espetáculo busca comunicar o universo da obra de Luigi Pirandello e do romance O Mágico de Oz, de L. Frank Baum. Através de uma obra meta-teatral explora, com humor, elementos recorrentes na dramaturgia e na música dos grandes espetáculos musicais. Também questiona o sistema infraestrutural que as produções do gênero adquiriram no país e expõe as contradições de ser artista nesse país que assiste ao sucateamento das suas políticas públicas e culturais.

Sinopse
Após a transposição de duas obras de Luigi Pirandello para os palcos fracassarem, um grupo de teatro recebe de uma empresa a proposta de montar o musical “O mágico de Oz”. Essa é uma tarefa árdua para a companhia, já que os integrantes odeiam teatro musical. Considerando sua aversão a estética inerente ao gênero, decidem subverter a proposta do patrocinador e dar uma nova dimensão poética a obra, criando assim um anti-musical.

A temporada de Anti-Musical vai até 17 de junho com sessões de quinta à domingo às 20h.

SERVIÇO:
Sessões: de quinta a domingo às 20h
Temporada: de 07/06 até 17/06
Duração: 1h45
Classificação Etária: 12 anos
Teatro Cesgranrio
Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido
Ingressos:  Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada)
Mais informações: (21) 98266-8666

 

FICHA TÉCNICA
Direção, Dramaturgia e canções originais: Tauã Delmiro
Direção Musical: Tony Lucchesi
Coreografia: Débora Polistchuck
Coordenação Pedagógica: Reiner Tenente
Elenco: Andressa Tristão, Antonia Medeiros, Bárbara Monteiro, Beatriz Braga, Beatriz Chamas, Bella Mac, Carol Donato, Cláudia Prestes, Erika Henriques, Flávio Moraes, Gabriel Peregrino, Gabriela Rocha, Giseli Balestreri, Maíra Garrido, Manuela Hashimoto, Maria Penna Firme, Nano Max, Rayssa Bentes, Sâmia Abreu, Sylvia Nazareth e Victor Salzeda.
Assessoria de imprensa: MercadoCom (Ribamar Filho)
Realização: CEFTEM

“Os Produtores” está de volta!

O clássico de Mel Brooks e Thomas Meehan, lançado em 1968, ganhou uma versão musical na Broadway em 2001 e remake do filme em 2005, este estrelado por Nathan Lane, Matthew Broderick, Uma Thurman, Will Ferrell, entre outras estrelas de Hollywood. No Brasil, Os Produtores ganhou vida pelas mãos do ator, diretor e produtor Miguel Falabella. Em 2007, a hilária adaptação, que passou por cidades como São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro, levou mais de 200 mil pessoas ao teatro e contou com nomes de peso como Juliana Paes e Vladimir Brichta. Para a remontagem da versão brasileira em comemoração dos 10 anos de sua estreia em palcos tupiniquins, o musical volta com estrelas de mesma grandeza e terá em cena, além do próprio Falabella (também responsável pela direção geral), Danielle Winits (atriz já consagrada das telas e dos palcos) e o humorista e apresentador Marco Luque (que faz sua estreia no gênero musical e promete arrancar risadas com seu jeito icônico de fazer comédia). A reestreia de Os Produtores está marcada para 20 de abril de 2018, e ficará em curta temporada no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. A produção segue viagem para o Rio de Janeiro, quando estreia em 13 de julho de 2018, no Vivo Rio.

A superprodução volta repaginada em 2018, com mais de 16 cenários, mais de 350 peças de figurino, 60 perucas, uma orquestra de 11 músicos, equipe técnica e de produção de 100 pessoas e um grande elenco de 25 atores.
A versão atual tem um maior número de cenários, além de mais grandiosos do que a edição de 2007. A cenografia procurou retratar todas as atmosferas que envolvem um espetáculo musical ao recriar ambientes como o espaço de audição, o teatro, além de outros lugares que se passam a história como um tribunal, a casa do diretor, escritório de contabilidade, prisão, tribunal, a cidade. Todos os espaços foram reproduzidos nos mínimos detalhes. A riqueza também está inserida nos figurinos que misturam cores e texturas e se transformam em extensões dos personagens.

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SINOPSE
Primavera de 1959 em Nova York. O produtor Max Bialystock (Miguel Falabella) amarga seu último fracasso no teatro quando chega, em seu escritório, um contador tímido e um tanto nervoso, Leo Bloom (Marco Luque), para revisar a contabilidade. Sem querer, Leo descobre que um produtor pode ganhar mais dinheiro com um fracasso do que com um sucesso. “Você pode juntar um milhão de dólares de investidores, gastar cem mil e guardar o resto!”. A ideia faz brilharem os olhos de Max, que convence o até então honesto contador a se associar a ele. A dupla então se dedica a encontrar a pior obra jamais escrita, conseguir o mais desastroso diretor de teatro e produzir o maior fracasso da história. A eles junta-se Ulla (Danielle Winits), uma dançarina sueca que conquista seu espaço com algum talento e belas pernas. No entanto, nem tudo sai como planejado: a obra resulta num estrondoso sucesso, o golpe é descoberto e ambos são presos. Mas o que parece o fim acaba virando um novo começo. Após saírem da prisão, Max e Leo voltam à Broadway com o musical “Prisioneiros do Amor”. Desta vez, porém, a ideia é fazer sucesso e a peça é um recomeço para os dois.

FICHA TÉCNICA
Direção Geral – Miguel Falabella
Direção Musical e Vocal – Carlos Bauzys
Coreografia – Fernanda Chamma
Cenografia – Renato Theobaldo
Figurino – Ligia Rocha e Marco Pacheco
Visagismo – Dicko Lorenzo
Design de Som – Gabriel D’Angelo
Design de Luz – Guillermo Herrero
Produção Geral – Sandro Chaim
Assistente de Direção e Diretora Residente – Dani Calicchio
Direção Musical Associada e Maestro – Guilherme Terra
Coreografia de Sapateado – Felipe Galganni
Cenógrafo Associado – Beto Rolnik

ELENCO
Miguel Falabella – Max Bialystock
Marco Luque – Leo Bloom
Danielle Winits – Ulla
Sandro Christopher – Roger De Bris
Edgar Bustamante – Franz Liebkind
Mauricio Xavier – Carmen Ghia
Brenda Nadler – Ensemble
Carol Costa – Ensemble
Fefa Moreira – Ensemble/ Swing
Giovanna Zotti – Ensemble
Hellen de Castro – Ensemble
Mariana Belém – Ensemble
Maysa Mundim – Ensemble
Renata Vilela – Ensemble
Talita Real – Ensemble
Thais Garcia – Ensemble
Adriano Tunes – Ensemble
Carlos Leça – Ensemble
Daniel Caldini – Ensemble / Swing
Fernando Lourenção – Ensemble
Gustavo Klein – Ensemble
Marcel Octavio – Ensemble
Pedro Paulo Bravo – Ensemble
Rafael Machado – Ensemble
Ubiracy Paraná do Brasil – Ensemble

Patrocínio: SulAmérica, Colgate, Eurofarma, Sem Parar, Alelo.
Apoio Cultural: Bain & Company
Promoção: TV Globo
Realização: Chaim Entretenimento e Ministério da Cultura
Site: www.osprodutoresomusical.com.br

SERVIÇO:
OS PRODUTORES
Recomendação: 12 anos
Duração: 150min (com intervalo de 20min)
SÃO PAULO
Estreia em 20 de abril
Teatro Procópio Ferreira (624 lugares)
Rua Augusta, 2.823 – Jardins.

DIAS E HORÁRIOS DAS APRESENTAÇÕES:
Quinta e sextas 21h
Sábados 17h e 21h
Domingos 15h30

INGRESSOS:
Entre R$ 37,50 e R$230,00

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#40 – Show Tunes

Nesse episódio de número #40, o último de 2017, boa parte da equipe do Musical Cast se reuniu para falar basicamente sobre o que mais escutam: Show Tunes! Saiba quais as musicas que não saem do repeat, quais delas fazem parte da “bad” e até mesmo aquelas músicas que seriam perfeitas para usar em momentos mais quentes. Ui!

Episódio com Rafael Nogueira, Julio Cézar, Alene Botareli, Andressa Medeiros, Alexandre Furtado, Nei Santos e Gustavo Mazzei.

Feliz Natal e um lindo 2018!!!

Musical Cast, o primeiro podcast sobre teatro musical do Brasil, para você que quer informação além da superfície! Episódios novos todas as sextas-feiras, às 10h. Estamos disponíveis no Spotify, no iTunes, no Deezer e em outros agregadores de podcast como o Google Podcasts.

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#39 – Escolha Um!

O episódio #39 do Musical Cast finalmente está no ar!
Nesse episódio resolvemos brincar da nossa própria brincadeira que fizemos no Facebook (post original aqui!). Cada participante escolheu um número para outra pessoa responder e a resposta deveria ser apenas um musical, mas obviamente não funcionou porque é difícil escolher só um! Confira quem tem Patti LuPone como diva favorita, Legally Blonde como guilty pleasure, Cosette como personagem que mais odeia e muito mais!
Episódio com Rafael NogueiraJulio Cézar, Alexandre Furtado, Andressa Medeiros e Gustavo Mazzei

Dê o play abaixo e se divirta com a gente!

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Imagem original da brincadeira:

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A Brasília amarela vai estacionar pela última vez – O Musical Mamonas

Por Letícia Saggese

            Uma geração de brasileiros foi marcada pelo sucesso do grupo Mamonas Assassinas, e a história dos meninos de Guarulhos é conhecida por todos. Porém, com o fim trágico do grupo, parecia que a alegria que eles traziam nunca mais seria sentida da mesma maneira. Até o dia em que foi anunciado que um musical sobre a trajetória da banda ganharia vida e estrearia no início de 2016. Assim nascia “O Musical Mamonas”, que encerra sua temporada nesse domingo, 23/07, justamente na cidade em que a banda nasceu.

            Ao longo de mais de um ano e meio de temporada, o musical fez duas turnês pelo Brasil, percorrendo diversas cidades e espalhando alegria para os fãs do grupo, que puderam sentir a emoção inesquecível de ver os Mamonas Assassinas novamente no palco.         

 

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            Os cinco atores que representaram os membros da banda fizeram um trabalho incrível, ficando tão parecidos com os meninos de Guarulhos no palco que a plateia chegava a ter dificuldades para diferenciar que não se tratavam das mesmas pessoas. Mas ainda mais importante que aparência e trejeitos quase idênticos, é a conexão que eles criaram uns com os outros e que ficava clara no palco, fazendo o público esquecer, por alguns momentos, que eram atores e não o grupo original.

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            Por mais que a história da banda seja trágica, nem por um momento a história passa o ar de tristeza. O texto é todo marcado com piadas nos momentos certos, não fica forçado e abre espaço para improvisos, arrancando gargalhadas do público e aplausos em cena aberta.

            Outro fator importante na montagem é a trilha sonora, em grande parte formada, obviamente, pelas músicas do único CD lançado pelos Mamonas. Mas a trilha também conta com muito rock dos anos 80, em especial músicas que marcaram a juventude da banda, desde Legião Urbana e Titãs até Pink Floyd. As canções foram bem encaixadas, ajudando a contar a história e as cenas, e eram executadas de forma que o público não achasse exagerado ou chato nem se perdesse na história.

            Ao final de cada uma das sessões, o sentimento que ficava era de ter voltado aos anos 90. A sensação de que o “tempo bom” havia voltado era indescritível. E nós, o público, agradecemos a todos os envolvidos no musical por terem trazido isso de volta. Realmente, “O Musical Mamonas” fez história no teatro musical brasileiro e vai deixar saudades.

 

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