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Entreato #5 – Rent Live, Lembro Todo Dia de Você, Previsões…

E lançamos mais um Entreato! O Entreato #5, gravado em 10/12/2018 pelo Rafael Nogueira e pela Alene Botareli, fala um pouco sobre as notícias das últimas semanas: tem Rent Live, Clueless, volta de Lembro Todo Dia de Você, The Cher Show, previsão de novos musicais em cartaz, Globo de Ouro, Mary Poppins e muito mais. Ouça também o que estão falando dos nossos últimos episódios e quais são os espetáculos em cartaz nessas últimas semanas do ano!

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#49 – To Be Wicked or Not To Be

No episódio #49* do Musical Cast, “To Be Wicked or Not To Be“, um bate-papo honesto sobre fãs fervorosos e um dos maiores sucessos do mundo dos musicais. O Rafael, o Julio, o Felipe, o Gustavo e a Alene, alguns fãs desse musical e outros nem tanto, conversam sobre o fenômeno Wicked e tentam descobrir de onde vem tanto amor, o que faz desse espetáculo tão bem-sucedido, mesmo depois de 15 anos em cartaz e, principalmente, o que faz dos seus fãs tão fascinados e apaixonados por tudo que lembra as bruxas de Oz.

*Na gravação falamos que é o episódio #48 mas na verdade é o #49!

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Entreato #4 – Chaves, A Casa das 7 Mulheres, Carousel…

Quem aí estava com saudades do Entreato? Nosso modelo de podcast rápido comentando sobre as novidades mais fresquinhas da semana finalmente está de volta! No Entreato #4, gravado em 27/11/2018, o Rafael e a Alene conversam sobre as últimas notícias dos musicais “A Casa das 7 Mulheres” e “Carousel”, o anúncio de musicais baseados em Chaves e na vida do Silvio Santos, as últimas novidades postadas nas nossas redes, como a estreia de “Lugar de Escuta”, do Coletivo M.O.T.I.M., e muito mais. Ouça ainda essa semana para não ficar por fora do que está rolando no mundo dos musicais!

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Boteco #2 – Vitor Rocha

Mais uma edição do nosso boteco e dessa vez quem dividiu a mesa do bar com o Rafael e o Glauver foi nosso ilustre convidado Vitor Rocha.

Atualmente, Vitor está em cartaz com o musical “Cargas D’Água – Um Musical de Bolso“, pelo qual recebeu duas indicações ao Prêmio Bibi Ferreira 2018, como compositor pela música original e como revelação, pelo roteiro e músicas do espetáculo Cargas D’Água.

Nesse Boteco #2 regado a guaraná, cerveja e uísque, falamos da trajetória do Vitor como dramaturgo e diretor teatral, do processo criativo de “Cargas D’Água – Um Musical de Bolso” e sobre seus musicais favoritos.

ATENÇÃO:
Cargas D’Água – Um Musical de Bolso fica em cartaz somente mais um final de semana (29 e 30 de Setembro de 2018), no Teatro do Núcleo Experimental na Barra Funda, em São Paulo. As duas últimas oportunidades para conferir esse musical regional, original e encantador são nesse sábado, dia 29, às 21h e nesse domingo, dia 30, às 19h. Os ingressos custam R$ 60 e R$ 30.

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Carmen, a Grande Pequena Notável

Há exatos 90 anos Carmen Miranda (1909-1955) cantava pela primeira vez na rádio carioca Roquete Pinto. Portuguesa radicada no Brasil, a cantora estava prestes a se tornar um dos maiores símbolos da cultura brasileira para todo o mundo. Em comemoração a essa data, Carmen, a Grande Pequena Notável, com direção de Kleber Montanheiro, estreia no dia 15 de setembro no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP). O espetáculo fica em cartaz até 26 de janeiro de 2019, com apresentações aos sábados, às 11h.

O musical é inspirado no livro homônimo de Heloísa Seixas e Julia Romeu, que venceu o Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção em 2015. Quem dá vida à diva é a atriz Amanda Acosta, que divide o palco com Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis e Fabiano Augusto. Os músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Marco França também estão em cena.

Para contar essa história, o espetáculo adota a estrutura, a estética e as convenções do Teatro de Revista Brasileiro, no qual Carmen Miranda também se destacou. “Utilizamos a divisão em quadros, o reconhecimento imediato de tipos brasileiros e a musicalidade presente, colaborando diretamente com o texto falado, não como um apêndice musical, mas sim como dramaturgia cantada”, explica o diretor Kleber Montanheiro.

Esse tradicional gênero popular faz parte da identidade cultural brasileira, mas recentemente está em processo de desaparecimento da cena teatral por falta de conhecimento, preconceito artístico e valorização de formas americanizadas e/ou industrializadas de musicais.

A encenação tem a proposta de preservar a memória sobre a pequena notável, como a cantora era conhecida, e a época em que ela fez sucesso tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Por isso, os figurinos da protagonista são inspirados nos desenhos originais das roupas usadas por Carmen Miranda; já as vestes dos demais personagens são baseadas na moda dessas décadas.

“As interpretações dos atores obedecerão a prosódia de uma época, influenciada diretamente pelo modo de falar ‘aportuguesado’, o maneirismo de cantar proveniente do rádio, onde as emissões vocais traduzem um período e uma identidade específica”, revela Montanheiro.

A cenografia reproduz os principais ambientes propostos pelo livro. Esses espaços físicos são o porto do Rio de Janeiro, onde Carmen desembarca criança com seus pais; sua casa e as ruas da Cidade Maravilhosa; a loja de chapéus, onde Carmen trabalhou; o estúdio de rádio; os estúdios de Hollywood e as telas de cinema; e o céu, onde ela foi cantar em 5 de agosto de 1955. Cada cenário traz ao fundo uma palavra composta com as letras do nome da cantora em formatos grandes. Por exemplo, a palavra MAR aparece no porto, e MÃE, na casa dos pais da cantora.

O espetáculo só pôde ser realizado graças aos recursos da 6ª edição do Prêmio Zé Renato de Teatro.

Sobre Kleber Montanheiro – direção, cenários e figurinos
Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador, Kleber Montanheiro trabalhou como assistente e criador de grandes mestres do teatro nacional: Gianni Ratto, Roberto Lage, Wagner Freire, Antônio Abujamra, Myriam Muniz, Naum Alves de Souza, entre outros.

Como diretor, ganhou os prêmios APCA 2008, por “Sonho de Uma Noite de Verão”; e FEMSA 2009, por “A Odisséia de Arlequino”. Como cenógrafo e figurinista, venceu os prêmios APCA e FEMSA 2012, por “A História do Incrível Peixe Orelha”. Como iluminador, recebeu o prêmio FEMSA 2013, pelo trabalho em “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes.

As últimas peças dirigidas por ele foram “Alô Alô Theatro Musical Brazileiro” (2017), de sua autoria com Amanda Acosta; “Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo” (2016), de Cassio Pires, a partir da obra de Henrik Ibsen; “Os Dois Cavalheiros de Verona” (2015), de William Shakespeare; “A Lenda do Cigano e O Gigante” (2015) e “Navio Fantasma – O Holandês Voador” (2015), ambos de Paulo Rogério Lopes; e “Sobre Cartas & Desejos Infinitos” (2015), de Ana Luiza Garcia.

Sobre Heloisa Seixas – autora do livro e adaptadora teatral
A carioca Heloisa Seixas trabalhou muitos anos na imprensa do Rio de Janeiro antes de se dedicar exclusivamente à literatura. É autora de mais de 20 livros, incluindo romances, contos, crônicas e obras infanto-juvenis, além de peças de teatro. Foi quatro vezes finalista do prêmio Jabuti, com os livros “Pente de Vênus”, “A porta”, “Pérolas absolutas” e “O oitavo selo”, este último também finalista do prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do prêmio Oceanos.

Seu livro mais recente é o romance “Agora e na hora”, lançado em abril pela Companhia das Letras. Além dos musicais “Era no tempo do rei” e “Bilac vê estrelas”, ambos em parceria com Julia Romeu, Heloisa fez para o teatro a peça “O lugar escuro”, uma adaptação de seu livro homônimo sobre a doença de Alzheimer. Este espetáculo rendeu para a atriz Camilla Amado o Prêmio Especial APTR de 2014.

Sobre Julia Romeu – autora do livro e adaptadora teatral
Em parceria com Heloisa Seixas, Julia Romeu escreveu os musicais “Era no tempo do rei” (2010), com músicas de Aldir Blanc e Carlos Lyra; e “Bilac vê estrelas” (2015), que venceu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro, Shell e APTR, com canções de Nei Lopes. As duas também são autoras do livro “Carmen: A grande pequena notável”, a biografia de Carmen Miranda para crianças, vencedora do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção de 2015. Além disso, ela trabalha como tradutora literária há mais de dez anos e é mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela UERJ.

SINOPSE
Espetáculo musical que conta a história da cantora Carmen Miranda, de sua chegada ao Brasil ainda criança, passando pelas rádios, suas primeiras gravações em disco, pelo cinema brasileiro e o Cassino da Urca, ao estrelato nos filmes de Hollywood. Inspirado no livro homônimo infanto-juvenil de Heloísa Seixas e Julia Romeu, o espetáculo conta e canta para toda a família os 46 anos de vida dessa pequena notável que levou a música e a cultura brasileira para os quatro cantos do mundo.

FICHA TÉCNICA
Autoras do livro e adaptação teatral: Julia Romeu e Heloísa Seixas
Direção, cenários e figurinos: Kleber Montanheiro
Desenho de luz: Marisa Bentivegna
Direção Musical: Ricardo Severo
Visagismo: Anderson Bueno
Elenco: Amanda Acosta (Carmen Miranda), Daniela Cury, Luciana Ramanzini, Maria Bia, Samuel de Assis e Fabiano Augusto
Músicos: Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Marco França.
Direção de produção: Maurício Inafre
Assessoria de imprensa: Pombo Correio

SERVIÇO
Carmen – A Grande Pequena Notável, com direção de Kleber Montanheiro
Centro Cultural Banco do Brasil SP* –  Rua Álvares Penteado, 112, Centro
Temporada: 15 de setembro a 26 de janeiro de 2019, aos sábados, às 11h
Apresentações extras nos dias 12/10, 2/11, 15/11 e 25/1
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) 
Classificação: livre. Recomendado para crianças a partir de 5 anos
Duração: 70 minutos
Capacidade: 133 lugares
Informações: (11) 3113-3651

 *Acesso ao calçadão pelas estações Sé e São Bento do Metrô.

Estacionamento conveniado: Estapar Estacionamentos – Rua Santo Amaro, 272 – Centro, com custo de R$15 pelo período de 5 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

Translado gratuito: uma van faz o transporte gratuito entre o estacionamento e o CCBB, com parada na estação República do Metrô no trajeto de volta.

 Informações: (11)3113-3651 | (11) 3113-3652 ou
ccbbsp@bb.com.br  |  www.bb.com.br/cultura  |  www.twitter.com/ccbb_sp  | 
www.facebook.com/ccbbsp | www.instagram.com/bancodobrasil
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física. Ar-condicionado.

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#48 – Jogo da Roleta #3

No episódio #48, depois de muito tempo sem nenhum jogo, voltamos a fazer pela terceira vez o “Jogo da Roleta”, em que escolhemos um musical de uma lista predefinida e deixamos uma moeda definir se teremos que falar sobre os pontos positivos ou negativos do musical. Nesse Jogo da Roleta #3, Rafael Nogueira, Andressa Medeiros, Alene Botarelli e Gustavo Mazzei falaram de alguns musicais como Dear Evan Hansen, Mean Girls, The Last 5 Years e Natasha, Pierre and the Great Comet of 1812. Venha brincar com a gente e saber nossas opiniões!

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Os Últimos 5 Anos

O conceito de que toda história de amor dá certo pelo tempo em que dura é o mote especial de “Os Últimos 5 Anos”, musical que nasceu em 2001, em Chicago, Estados Unidos, estreando no circuito Off-Broadway no ano seguinte. Desde então a produção já passou por mais de 10 países, ganhou uma adaptação para os cinemas, em 2015, e agora chega ao Brasil, a partir de 16 de setembro, para uma curta temporada no Teatro Viradalata, em São Paulo.

Relatando os altos e baixos de um relacionamento de cinco anos vivido por Cath Hyatt, uma jovem atriz em busca de sua realização profissional, e Jamie Wellerstein, um romancista em desfrute de sua ascensão, os dois se descobrem vítimas do desencontro, situação que os leva a repensar o tempo juntos e sobreviver ao dilema de ter que escolher entre o amor e o trabalho. Fugindo de um relato óbvio e apoiada no referencial da teoria da relatividade, a trama coloca as emoções na contramão e se desenrola de forma inversa, onde o rapaz conta a história do início para o fim, desde o namoro até o casamento, e a moça a revive de trás para frente, propondo ao público percepções diferentes de uma mesma situação.

Os atores Beto Sargentelli e Eline Porto, conhecidos especialmente no eixo Rio-São Paulo por diversos trabalhos em teatro musical, são os responsáveis por encenar os dilemas atemporais retratados na versão brasileira de “The Last Five Years”, e juntos eles encaram um desafio dobrado, de não apenas protagonizar o espetáculo como também produzi-lo, compartilhando a função no projeto com o produtor executivo Lucas Mello. O casal que hoje divide a vida dentro e fora dos palcos compartilha da mesma paixão pelo musical há mais de 10 anos, mas isso só veio a tona há alguns meses, quando contracenaram juntos pela primeira vez na adaptação teatral de “2 Filhos de Francisco”. A descoberta por sonhos em comum despertou neles o desejo de reunir grandes profissionais e amigos que admiram e que hoje os acompanham no duplo desafio.

À frente da direção está o premiado João Fonseca, que embora venha se dedicando mais ao teatro musical brasileiro, aceitou o desafio de ser o responsável por conduzir os encontros e desencontros que, nesta versão, deixam de lado o clima nova-iorquino e ganham como pano de fundo outra grande metrópole mundial, a cidade de São Paulo. “Esse ‘pequeno’ musical possui músicas lindas, fortes e teatrais, e uma história de amor irresistível, porém a originalidade da forma como ela é contada foi o que mais me atraiu, é um desafio delicioso para qualquer encenador”, revela Fonseca.

“Uma peça para dois atores, um casal, com músicas tão maravilhosas e tão complexas, com uma ordem cronológica inversa e essa qualidade dramatúrgica já é por si só um diferencial, mas na nossa montagem acho que há um plus pelo fato de ser do Brasil, conseguimos adaptar para a nossa realidade, trazer para mais perto da gente e ‘abrasileirar’ no humor e no estilo. Cada criativo está bastante envolvido com a proposta e pensando em tudo para deixar as linhas bem definidas”, pontua Beto.

Baseado em fatos reais, os cinco longos anos que no palco transcorrem em intensos 80 minutos, são inspirados no relacionamento do autor do texto e músicas, Jason Robert Brown, e Theresa O’Neill, com quem teve um casamento fracassado. Considerado um dos mais aclamados compositores de musicais contemporâneos dos EUA, Brown inovou ao unir dois atores em cena sem que, para isso, precisem interagir diretamente, exceto pela lembrança do dia do casamento, quando uma das 14 músicas possibilita um cruzamento entre as duas linhas de tempo.

“Um dos grandes diferenciais deste musical é poder mostrar dois pontos de vista diferentes, mostrar que não há uma verdade absoluta e que cada pessoa vê a relação por um prisma. Nossa encenação traz os dois lados bem claros e isso provoca diversas sensações, aproximando muito o espectador que se coloca por vezes na situação dos personagens. Somos todos pessoas dúbias, existem mil versões de nós, e queremos que o público vivencie essa história junto com a gente”, explica Eline.

Com muitas nuances, elas estão presentes também na trilha sonora, vencedora do Drama Desk Award de Melhor Música e Letra em 2002, que conta com diversos gêneros musicais, entre eles pop, jazz, clássico, rock e folk, dando espaço até mesmo para a música latina. Todos eles dão ritmo à vida a dois de Cath e Jamie, que ganha boa parte da interpretação por meio da música, trabalho este que conta com os cuidados do diretor musical Thiago Gimenes e do versionista Rafael Oliveira – fundamental para que a narrativa seja clara e emotiva. A produção é ainda acompanhada por três músicos ao vivo, responsáveis por uma orquestração composta por Cello, Violão/Baixo e Piano.

“Para mim, como compositor, poder analisar a maneira como o autor compõe as músicas, como ele traduz os sentimentos e coloca as situações lá, tem sido uma aula geral, não só de poesia, mas de conhecimento e harmonia. Muito do texto está na música e é interessante observar como as canções da Cath são mais românticas e com melodias menos dissonantes, enquanto as do Jamie, por serem autorais e escritas por ele, revelam sua mente loucamente criativa, detalha Gimenes.

Produzido em parceria pela Lumus EntretenimentoH Produções e Andarilho Filmes, o musical apresentado pelo Ministério da Cultura e patrocinado pelas empresas Solví e Loga, conta ainda com o design de luz de Paulo César Medeiros, design de som de Tocko Michelazzo e o visagismo de Marcos Padilha.

 

FICHA TÉCNICA:

Direção: João Fonseca
Direção Musical: Thiago Gimenes
Versão brasileira: Rafael Oliveira
Elenco: 
Beto Sargentelli e Eline Porto
Músicos: 
Tiago Fusco, Thiago Saul e Leandro Tenório
Visagismo: 
Marcos Padilha
Design de Luz: 
Paulo César Medeiros
Design de Som: Tocko Michelazzo
Fotografia: Gessica Hage
Arte|Designer:
 Caio Bonicontro
Produção Executiva: Lucas Mello
Gerente de Produção: Maria Pia Calixto
Assessoria de Imprensa: Grazy Pisacane | GPress Comunicação
Realização: Lumus Entretenimento, H Produções e Andarilho Filmes
Patrocínio: 
Solví | Loga 
Apoio Cultural: 
Porto Seguro

 

SERVIÇO:

Local: Teatro Viradalata
Rua Apinajés, 1387 – Sumaré, São Paulo – SP, 01258-001 
Temporada: 16/09 a 19/11
Domingos 21h30 e Segundas 21h
Valor: R$50 a R$80 (inteira)
Venda especial: Site Oficial Os Últimos 5 Anos
Vendas: Site Ingresso Rápido e Bilheteria Local (sem taxa de conveniência)
Teatro Viradalata – Horário de atendimento ao público:
-terça a sexta – das 19h até 22h
-sábados – das 14h até 22h
-domingos – das 14h até 20h
Duração: 80 minutos (sem intervalo)
Classificação: 14 anos

 

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A Pequena Loja de Horrores

Já estão à venda pelo www.ingressorapido.com.br os ingressos para as apresentações em Campinas e Vinhedo do musical da Broadway “A Pequena Loja dos Horrores”.  Inicialmente serão quatro apresentações, todas com a bilheteria revertida para entidades assistenciais. Nos dias 2 e 3 de agosto, no Teatro Castro Mendes, em Campinas, em prol da Associação Cultural Educacional Social e Assistencial Capuava (ACESA). E mais duas apresentações nos dias 17 e 18 de agosto, no Teatro Sylvia de Alencar Matheus, em Vinhedo, em benefício do Grupo em Defesa da Criança com Câncer (GRENDACC).  

A versão brasileira de “A Pequena Loja dos Horrores” coloca a Região de Campinas no mapa das grandes produções teatrais. O espetáculo baseia-se no musical “Little Shop ofHorrors” (Off-Broadway 1982; West End 1983; Broadway 2003) escrito pelo compositor Alan Menken e pelo dramaturgo Howard Ashman que inspirou o filme homônimo de 1986. Para dar vida à história, foi selecionado um elenco experiente em teatro musical, que reúne 14 atores de cidades como Campinas (SP), Vinhedo (SP), São Paulo (SP), Niterói (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e Recife (PE). Os ensaios estão acontecendo desde maio no Espaço Paiol de Arte e Cultura, em Campinas.  

 Pequena Loja do Horrores conta a história de Seymour, interpretado por Lucas Cândido (A Pequena Sereia), um órfão que trabalha em uma floricultura decadente na periferia. O jovem, explorado pelo dono do local, o Sr. Mushnik, interpretado por Nando Artes (O Rei Leão), é secretamente apaixonado por sua colega de trabalho, Audrey, interpretada por Pâmela Rossini (LesMisérables). Certo dia, após um eclipse solar, Seymour se depara com uma planta estranha e interessante e passa a cuidar dela. Os problemas começam quando Seymour percebe que a planta tem um gosto bastante peculiar: sangue humano.    

A planta, chamada carinhosamente por Seymour de Audrey II, que terá voz de Ricardo Aguilar (Madagascar Ao Vivo) e manipulação de Danilo Luz (Godspell). Tamara Veiga (O Sonho do Cowboy), RanyHilston (Aladdin) e Marília Nunes Cortes (Nuvem de Lágrimas) são Ronnette, Chiffon e Crystal. Henrique Bravi (Ivan Lins Em Cena) interpreta o dentista sádico OrinScrivello. Completam o elenco Ananda Ismail (Giovanna – Amor que Atravessa Vidas), Gustavo Mazzei (A Era do Rock), Maira Cardoso (Eu Te Amo Meu Brasil), Marcos Parizatto (Deixa o Sol Entrar - Hair) e Tony Filho (A Bela e a Fera).  

tem tradução e Direção Geral de Juliana Hilal, Direção Coreográfica de Renata NistaSpis, Direção Musical de Danilo Demori, Direção de Produção de Daniel Casadó, Preparação Vocal de Marília Andreani, Produção Cultural da P4 Produções, Social Média de May Calixto por Unicórnio Assessoria e Mídia, com realização do Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet. São Patrocinadores do evento as empreas DHL e Dextra. A produção do espetáculo está aberta a novas parcerias para exibições na RMC, demais regiões do Estado de São Paulo e no Brasil. Mais informações com Daniel Casadó, da P4 Produções, pelo telefone (19) 99820-2881.  

 

SERVIÇO: 
Data: 02 e 03 de agosto 
Local: Teatro Municipal José de Castro Mendes  
Horário: 20h  
Endereço: Rua Conselheiro Gomide, 62 – Vila Industrial, Campinas – SP 
Preço: R$ 50 inteira e R$ 25 meia  

 
Data: 17 e 18 de agosto  
Local:  Teatro Municipal Sylvia de Alencar Matheus  
Horário: 20h  
Endereço: Rua Monteiro de Barros, 101, Centro, Vinhedo – SP  
Preço: R$ 50 inteira e R$ 25 meia  


Classificação etária: 14 anos. 
Duração: 120min. com 15min. de intervalo. 

 

 

“Os Produtores” está de volta!

O clássico de Mel Brooks e Thomas Meehan, lançado em 1968, ganhou uma versão musical na Broadway em 2001 e remake do filme em 2005, este estrelado por Nathan Lane, Matthew Broderick, Uma Thurman, Will Ferrell, entre outras estrelas de Hollywood. No Brasil, Os Produtores ganhou vida pelas mãos do ator, diretor e produtor Miguel Falabella. Em 2007, a hilária adaptação, que passou por cidades como São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro, levou mais de 200 mil pessoas ao teatro e contou com nomes de peso como Juliana Paes e Vladimir Brichta. Para a remontagem da versão brasileira em comemoração dos 10 anos de sua estreia em palcos tupiniquins, o musical volta com estrelas de mesma grandeza e terá em cena, além do próprio Falabella (também responsável pela direção geral), Danielle Winits (atriz já consagrada das telas e dos palcos) e o humorista e apresentador Marco Luque (que faz sua estreia no gênero musical e promete arrancar risadas com seu jeito icônico de fazer comédia). A reestreia de Os Produtores está marcada para 20 de abril de 2018, e ficará em curta temporada no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. A produção segue viagem para o Rio de Janeiro, quando estreia em 13 de julho de 2018, no Vivo Rio.

A superprodução volta repaginada em 2018, com mais de 16 cenários, mais de 350 peças de figurino, 60 perucas, uma orquestra de 11 músicos, equipe técnica e de produção de 100 pessoas e um grande elenco de 25 atores.
A versão atual tem um maior número de cenários, além de mais grandiosos do que a edição de 2007. A cenografia procurou retratar todas as atmosferas que envolvem um espetáculo musical ao recriar ambientes como o espaço de audição, o teatro, além de outros lugares que se passam a história como um tribunal, a casa do diretor, escritório de contabilidade, prisão, tribunal, a cidade. Todos os espaços foram reproduzidos nos mínimos detalhes. A riqueza também está inserida nos figurinos que misturam cores e texturas e se transformam em extensões dos personagens.

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SINOPSE
Primavera de 1959 em Nova York. O produtor Max Bialystock (Miguel Falabella) amarga seu último fracasso no teatro quando chega, em seu escritório, um contador tímido e um tanto nervoso, Leo Bloom (Marco Luque), para revisar a contabilidade. Sem querer, Leo descobre que um produtor pode ganhar mais dinheiro com um fracasso do que com um sucesso. “Você pode juntar um milhão de dólares de investidores, gastar cem mil e guardar o resto!”. A ideia faz brilharem os olhos de Max, que convence o até então honesto contador a se associar a ele. A dupla então se dedica a encontrar a pior obra jamais escrita, conseguir o mais desastroso diretor de teatro e produzir o maior fracasso da história. A eles junta-se Ulla (Danielle Winits), uma dançarina sueca que conquista seu espaço com algum talento e belas pernas. No entanto, nem tudo sai como planejado: a obra resulta num estrondoso sucesso, o golpe é descoberto e ambos são presos. Mas o que parece o fim acaba virando um novo começo. Após saírem da prisão, Max e Leo voltam à Broadway com o musical “Prisioneiros do Amor”. Desta vez, porém, a ideia é fazer sucesso e a peça é um recomeço para os dois.

FICHA TÉCNICA
Direção Geral – Miguel Falabella
Direção Musical e Vocal – Carlos Bauzys
Coreografia – Fernanda Chamma
Cenografia – Renato Theobaldo
Figurino – Ligia Rocha e Marco Pacheco
Visagismo – Dicko Lorenzo
Design de Som – Gabriel D’Angelo
Design de Luz – Guillermo Herrero
Produção Geral – Sandro Chaim
Assistente de Direção e Diretora Residente – Dani Calicchio
Direção Musical Associada e Maestro – Guilherme Terra
Coreografia de Sapateado – Felipe Galganni
Cenógrafo Associado – Beto Rolnik

ELENCO
Miguel Falabella – Max Bialystock
Marco Luque – Leo Bloom
Danielle Winits – Ulla
Sandro Christopher – Roger De Bris
Edgar Bustamante – Franz Liebkind
Mauricio Xavier – Carmen Ghia
Brenda Nadler – Ensemble
Carol Costa – Ensemble
Fefa Moreira – Ensemble/ Swing
Giovanna Zotti – Ensemble
Hellen de Castro – Ensemble
Mariana Belém – Ensemble
Maysa Mundim – Ensemble
Renata Vilela – Ensemble
Talita Real – Ensemble
Thais Garcia – Ensemble
Adriano Tunes – Ensemble
Carlos Leça – Ensemble
Daniel Caldini – Ensemble / Swing
Fernando Lourenção – Ensemble
Gustavo Klein – Ensemble
Marcel Octavio – Ensemble
Pedro Paulo Bravo – Ensemble
Rafael Machado – Ensemble
Ubiracy Paraná do Brasil – Ensemble

Patrocínio: SulAmérica, Colgate, Eurofarma, Sem Parar, Alelo.
Apoio Cultural: Bain & Company
Promoção: TV Globo
Realização: Chaim Entretenimento e Ministério da Cultura
Site: www.osprodutoresomusical.com.br

SERVIÇO:
OS PRODUTORES
Recomendação: 12 anos
Duração: 150min (com intervalo de 20min)
SÃO PAULO
Estreia em 20 de abril
Teatro Procópio Ferreira (624 lugares)
Rua Augusta, 2.823 – Jardins.

DIAS E HORÁRIOS DAS APRESENTAÇÕES:
Quinta e sextas 21h
Sábados 17h e 21h
Domingos 15h30

INGRESSOS:
Entre R$ 37,50 e R$230,00

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WikiCast #7 – Carrie

No WikiCast #7, Rafael Nogueira e o convidado Marcos Rinaldi falaram sobre Carrie, um dos musicais favoritos deles e também um dos maiores fracassos da Broadway. Neste episódio, além de conversar sobre todos os detalhes do musical, os dois também falam sobre as diferenças entre as principais produções de Carrie e lembram da montagem brasileira, que esteve em cartaz em 2015. Ouça para entender de onde vem tanto amor e para descobrir por que você precisa conhecer esse musical.

ERRATA: No começo do episódio é dito algumas vezes que a leitura pré Off-Broadway com a Sutton Foster ocorreu em 2001. Na verdade, a leitura ocorreu em 2009.

Videos citados no episódio e outros relacionados:
Musical completo do Try-out de Stratford de 1988
Cenas pro-shot da Broadway 1988
Cenas pro-shot do Off-Broadway 2012
Musical completo Off-Broadway 2012
Cena da destruição do The Killer Musical Experience de Los Angeles
Parte do primeiro ato da última noite na Broadway 1988
Música de abertura da montagem brasileira de 2015

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Terceira temporada do [nome do espetáculo] no Rio!

Vencedora do Prêmio do Humor 2018 nas categorias de Melhor Espetáculo , a versão brasileira do metamusical da Broadway [nome do espetáculo] volta ao cartaz para sua terceira temporada no Rio de Janeiro, a partir de 17 de abril, sempre  terça e quarta, às 19h, até 30 de maio de 2018, no Teatro Eva Herz, no centro do Rio de Janeiro. 

Sinopse
O espetáculo é a história real (ou quase real) de Jeff e Hunter. Para participar de um festival, os dois escritores, com a ajuda de Susan, Heidi e Larry, precisam criar um musical em apenas três semanas. Com o elenco reunido, Jeff e Hunter fazem um pacto para escreverem até o prazo do festival e sonham com um espetáculo que mude suas vidas.

No elenco, Caio Scot [de The Book of Mormon], Junio Duarte [de The Book of Mormon e Jovem Frankenstein], Ingrid Klug [de O Mambembe], Carol Berres [de Contos e Encantos de Natal] e Gustavo Tibi[diretor musical e único músico em cena, da Banda Jamz], sob direção artística de Tauã Delmiro [de 60! Uma Década de Arromba, coautor das músicas de Vamp e diretor assistente de O Primeiro Musical aGente Nunca Esquece].

O espetáculo é a primeira montagem da CAJU produções, que tem à frente o ator e cineasta, Caio Scot e o ator e preparador vocal, Junio Duarte.  [nome do espetáculo] estreou no Solar de Botafogo, onde ficou em cartaz em novembro e dezembro de 2017. Em janeiro, a peça fez uma curta temporada no Centro Cultural da Justiça Federal. 

[nome do espetáculo] faz sua terceira temporada no mesmo ano em que o musical americano completa uma década desde a estreia na Broadway, em 2008. Lá, [title of show] foi indicado ao Tony Award de Melhor Libreto de Musical. 

A montagem brasileira foi indicada a quatro categorias do “Prêmio do Humor 2018”, idealizado pelo ator Fábio Porchat, levando os troféus de Melhor Espetáculo e o Prêmio Especial para versão brasileira. Foi também indicado a quatro categorias no “Prêmio Botequim Cultural”, incluindo Melhor Espetáculo.

[Nome do Espetáculo] 5803ed Foto Manuela Hashimoto

Ainda tem dúvidas se vale a pena ou não assistir o musical? Confira as críticas:

“O humor metalinguístico, a simplicidade da montagem e a qualidade das canções agradam aos que gostam de musicais e aos que não gostam também.” 
Jornal O Globo – Artur Xexéo 
 
“O acerto de um metamusical.”
http://www.escriturascenicas.com.br/2018/01/nome-do-espetaculo-o-acerto-de-um.html
Escrituras Cênicas – Wagner Corrêa
 
“Esse espetáculo musical é diferente, potente e extremamente cativante do início ao fim.”
http://woomagazine.com.br/critica-nome-do-espetaculo/
Woo Magazine – Adriana Dehoul
 
“Lindas vozes em um dos melhores musicais de 2017 no Rio.” 
http://www.acriticateatral.com/2017/12/nome-do-espetaculo-rj.html
Crítica Teatral – Rodrigo Monteiro
 
“Um espetáculo sincero e potente, [nome do espetáculo] se propôs a ser mais do que uma mera tradução de uma peça consagrada nos palcos da Broadway.”
https://www.broadwayworld.com/brazil/article/BWW-Review-NOME-DO-ESPETACULO-title-of-the-show-Should-Be-Nine-Peoples-Favorite-Thing-20180120
Broadway World – Gabriela Benevides
 
“Depois de assistir ao espetáculo, você deixa o teatro com a sensação de ter vis- to uma verdadeira obra prima do teatro musical contemporâneo. Exagero? Não acho.”
http://www.contracenarte.com/2018/01/nome-do-espetaculo-foge-regra-e-traz.html
Contracenarte – Rodrigo Vianna 
 
“…a montagem da versão brasileira é pautada por humor cáustico que provoca risos ao mesmo tempo em que expõe o talento do elenco e a engenhosidade do texto.”
https://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/post/musical-sobre-um-musical-descortina-com-humor-o-ceu-e-o-inferno-da-criacao-teatral.ghtml
G1 – Mauro Ferreira
 
“..um espetáculo hilário, feito com um humor inteligente e interpretado por um quinteto fantástico de craques, que não têm seus nomes em destaque, cercados de lâmpadas piscando, na fachada dos teatros, nem dividem o seu tempo entre o palco e a gravação de novelas para a TV. Não vivem na, e da, mídia; não são superstars. São super artistas.”
http://oteatromerepresenta.blogspot.com.br/2018/01/nome-do-espetaculo-desconstruir-o-que.html
O Teatro me Representa – Gilberto Bartholo
 
“Essa versão merece todos os elogios possível.”
 http://teatroemcena.com.br/home/critica-nome-do-espetaculo/
Teatro em cena – Leonardo Torres
 
“Mais que simplesmente traduzir, Caio Scot e Junio Duarte transformaram, com inteligência e humor, um original 100% Broadway no delicioso [nome do espetáculo].” 
http://www.movimento.com/2018/02/gente-como-gente/
Movimento.com – Fabiano Gonçalves 

 

SERVIÇO
[nome do espetáculo]
17 de abril a 30 de maio de 2018
Terça e quarta, 19h
Teatro Eva Hertz
21 3916-2600
Rua Senador Dantas 45  Centro
60,00 (inteira) | 30,00 (meia)
Classificação: 14 anos
Duração: 90 minutos
 
Ficha técnica
Texto original  Hunter Bell
Letras e Músicas Originais  Jeff Bowen
Versão Brasileira  Caio Scot, Carol Berres, Junio Duarte, Luísa Vianna e Tauã Delmiro
Direção Artística  Tauã Delmiro 
Elenco Caio Scot, Carol Berres, Junio Duarte, Ingrid Klug e Gustavo Tibi
Cenário Cris de Lamare 
Figurino  Tauã Delmiro
Iluminação Paulo César Medeiros
Direção Musical  Gustavo Tibi 
Designer de Som  Gabriel D’Angelo
Produção  Manuela Hashimoto e Alessandro Zoe
Idealização  Caio Scot e Junio Duarte
Realização  Caju Produções

 

[Nome do Espetáculo] 5734ed Foto Manuela Hashimoto

Broadway Xperience – A New Musical Party

Você já imaginou ir numa balada onde só toca Show Tunes, ou seja, músicas de musicais? 

A “Broadway Xperience” transformará a balada em São Paulo num grande teatro, onde a pista vira palco e a atração principal será o público, ele é quem vai ser a grande estrela da noite.

Em sua setlist montado exclusivamente para essa festa terá clássicos Mary Poppins, Cantando na Chuva, A Noviça Rebelde, Anything Goes, Sweet Charity, Les Misérables, passando pelos pop’s Hairspray, Dreamgirls, Mamma Mia, Rock Of Ages, Matilda, até aos mais atuais como Dear Evan Hansen, Hamilton, The Book Of Mórmom, La La Land, Kinky Boots, Newsies, The Greatest Showman entre muitos outros.

Às 00:30 em ponto, é quando o “espetáculo” começa e o set list principal já entra alto nas caixas de som, com muitos remixes eletrônicos, versões pop, disco, samba, hip-hop e até funk, mas é claro, algumas precisam ser tocadas na versão original, senão perde a graça! Terão músicas para todos os gostos. Quem quiser ir de cosplay já pode ir preparando o figurino!

Para maiores informações, acesse o site da festa:
http://broadwayxperience.com.br/

E também o evento oficial no Facebook:
https://www.facebook.com/events/336393890215603/

Programe-se para esta data:
Data: 28/04 (sábado)
Abertura da venda de ingressos: 1º Lote (Em breve)
Realização: Making Fun

#40 – Show Tunes

Nesse episódio de número #40, o último de 2017, boa parte da equipe do Musical Cast se reuniu para falar basicamente sobre o que mais escutam: Show Tunes! Saiba quais as musicas que não saem do repeat, quais delas fazem parte da “bad” e até mesmo aquelas músicas que seriam perfeitas para usar em momentos mais quentes. Ui!

Episódio com Rafael Nogueira, Julio Cézar, Alene Botareli, Andressa Medeiros, Alexandre Furtado, Nei Santos e Gustavo Mazzei.

Feliz Natal e um lindo 2018!!!

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#39 – Escolha Um!

O episódio #39 do Musical Cast finalmente está no ar!
Nesse episódio resolvemos brincar da nossa própria brincadeira que fizemos no Facebook (post original aqui!). Cada participante escolheu um número para outra pessoa responder e a resposta deveria ser apenas um musical, mas obviamente não funcionou porque é difícil escolher só um! Confira quem tem Patti LuPone como diva favorita, Legally Blonde como guilty pleasure, Cosette como personagem que mais odeia e muito mais!
Episódio com Rafael NogueiraJulio Cézar, Alexandre Furtado, Andressa Medeiros e Gustavo Mazzei

Dê o play abaixo e se divirta com a gente!

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Imagem original da brincadeira:

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WikiCast #1 – Taboo

Novidade no Musical Cast! Hoje estamos lançando a primeira edição do “Wiki Cast”, que serão episódios especiais sobre apenas um musical de cada vez, apresentados por duplas da equipe do Musical Cast. Nesse Wiki Cast #1, uma escolha inusitada: Rafael Nogueira e Glauver Souza se juntaram para falar sobre o musical “Taboo”, de 2002. Ouça para saber tudo sobre as diferentes produções, sobre a história baseada na vida dos protagonistas Boy George e Leigh Bowery e escute também um pouco da trilha do musical, que foi um dos maiores fracassos da Broadway, mas um grande sucesso no West End.

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