Um universo lúdico e circense ganha vida no palco do Teatro Santander em janeiro para contar a divertida e romântica história da sonhadora bailarina Anabel e do corajoso e romântico Palhaço. Interpretados por Kiara Sasso e Lázaro Menezes, o casal, que assina também algumas funções criativas do espetáculo como concepção e texto, letra e música, direção e cenografia, retornam a São Paulo com o sucesso musical “O Palhaço e a Bailarina”, primeira produção da O Alto Mar Produções Teatrais, para uma temporada especial de férias.
Kiara Sasso, Lázaro Menezes e Blota Filho
Buscando alternativas para ganhar algum dinheiro, Tombo, vivido por Blota Filho, um severo domador de leões e ex-administrador do falido “Grande Circo Nômade”, decide dispensar seus artistas, entre eles o multitalentoso Palhaço – que passa a fazer apresentações pelas ruas com seu acordeom inseparável -, mantendo em atividade apenas a doce bailarina, por quem alimenta um sentimento platônico. Ele então acorrenta os pés dançantes de Anabel em uma enorme caixinha de música, que passa a ser seu único cantinho para os dias tediosos e sem ninguém para conversar e a obriga a se apresentar diariamente para pequenos públicos, sem imaginar o quanto a faz infeliz e sonha ser encontrada.
Preocupado com o sumiço da bailarina-aramista, por quem deseja se declarar, o Palhaço decide então sair em busca de sua amada na decisiva missão de reencontrá-la, vencendo seus maiores medos e enfrentando os mais diversos desafios pelo caminho, até que descobre seu paradeiro e enfrenta Tombo, mudando assim seus destinos
Resgatando bons sentimentos e valores como o perdão, a amizade e o amor, o espetáculo visa também a importância de se preservar a liberdade em todos os seus estados, e ganha ainda mais charme com encantadores momentos de sapateado e acrobacia, além da trilha original, sob a direção musical de Guilherme Terra, composta por 13 canções executadas ao vivo por seis músicos, e repletas de poesia e lirismo.
Kiara Sasso e Lázaro Menezes
Estreia: 21 de janeiro Temporada: até 24 de fevereiro Local: Teatro Santander
Horários: Sábados e domingos às 16h
*Excepcionalmente dia 21 de janeiro a sessão será às 15h.
*Haverá sessão extra dia 25 de janeiro às 16h.
*Não haverá sessão nos dias 10 e 11 de fevereiro.
Signo de Ar, regido por Mercúrio, que confere inteligência, versatilidade, agilidade mental, sociabilidade, grande poder de persuasão. Gêmeos não gosta da solidão. De sentir-se limitado ou atado a uma situação ou lugar. Adaptam-se facilmente a qualquer tipo de ambiente ou pessoa. Isso faz com que possam viver várias experiências ao mesmo tempo, tirando de todas grande proveito. Geminianos costumam ser superficiais e inconstantes. Os geminianos desfrutam com o infreqüente e a novidade. Quanto mais variedade em sua vida, melhor.
O filme musical de comédia pastelão de 1967 estrelado por Julie Andrews chegou aos palcos da Broadway em 2000, com Sutton Foster no papel principal. A história sobre a jovem interiorana Millie que busca casar por dinheiro e viver uma vida glamurosa na Nova York dos anos 20 caiu no gosto de público e crítica e colecionou prêmios. Em What Do I Need With Love?, Jimmy tenta resistir aos seus sentimentos por Millie que conflitam com sua vida boêmia e descompromissada.
What Do I Need With Love? – Thoroughly Modern Millie (Tesori/Scanlan)
“Tantos lugares quero te mostrar
Embora eu mal te conheça
Tenho uma estranha sensação
De que fazemos o par perfeito
(…)
Espere um minuto! Só um minuto!
Não! Não! Não! Não!
Eu sou um ‘Zé’ com apenas um objetivo
Toda noite sair com uma dama diferente
Chamar todas pelo mesmo apelido
‘Hey, baby’”
As pessoas de Gêmeos são naturalmente inquietas e curiosas, sempre muito comunicativas. Preocupam-se muito com atividades intelectuais, e procuram amigos igualmente inteligentes.
Gêmeos gosta de falar, ler, fazer muitas coisas ao mesmo tempo.
My New Philosophy – You’re A Good Man, Charlie Brown (Clark Gesner)
“SALLY: Como uma abelha operária
Cada nova filosofia
Pode voar de árvore em árvore
E manter-se em movimento
Quando a vida está um labirinto
A cada dia eu escolho uma frase diferente
SCHROEDER: Sua nova filosofia?
SALLY: Minha nova filosofia!”
Em 1998, You’re a Good Man, Charlie Brown voltou à Broadway repaginado. A personagem Patty foi substituída pela irmã de Charlie Brown, Sally, papel esse que revelou Kristin Chenoweth e a deu um Tony de melhor atriz coadjuvante. Em My New Philosophy, Sally se revolta com sua professora por ter tirado uma nota vermelha e decide mudar de “filosofia” de vida.
Geminianos são seres que, na maioria das vezes, possuem uma personalidade difícil, instável e dupla. Não sabem bem o que desejam para suas vidas, especialmente com relação ao amor. São sedutores e dificilmente conseguem viver sem seduzir, o que pode ser o principal foco dos problemas de relacionamentos que vivem constantemente.
Solteirão convicto e incapaz de se comprometer em um relacionamento sério, Bobby recebe cinco casais de amigos em seu aniversário de 35 anos, que relembram casos e acasos diversos de suas vidas e de Bobby. Essa seria uma sinopse para Company, a comédia musical de Stephen Sondheim de 1970. Em You Can Drive a Person Crazy, três dos namoricos mal resolvidos de Bobby cantam sobre como elas são encantadas por seu charme, mas também ludibriadas por sua volubilidade.
https://www.youtube.com/watch?v=WtwfwgXTnX8
You Can Drive a Person Crazy – Company
(Sondheim)
“Você pode deixar uma pessoa irritada
Você pode tirar um do sério
Primeiro faz se sentir toda acolhida
Para depois fazê-la de idiota (…)
Dissimulado! Enganador!
Será que alguém ainda vai te conquistar?
Você é louco… Você é adorável…
Você é tocante… Profundamente desajustado!
Nunca confiável,
Uma pessoa louca mesmo.”
Pelo lado positivo, os geminianos são adaptáveis e versáteis. São intelectuais, eloquentes, carinhosos, comunicativos e inteligentes. Têm muita energia e vitalidade. O tédio é o seu maior inimigo, e a falta de atividades costuma aborrecê-los. Curiosas por natureza, as pessoas desse signo gostam de experimentar e conhecer de tudo um pouco. Joviais, raramente amadurecem, embora sejam capazes de compreender perfeitamente a complexidade das situações.
Bouncing off The Walls – Spider Man: Turning Off The Dark (Bono/The Edge)
“Eu não posso descer
Eu acordei no teto de novo (…)
E eu sinto nas minhas veias
É um sentimento que eu não posso domesticar
Alguém por favor pode explicar
Por que, por que, por que…
Por que estou quicando pelas das paredes”
Bono e The Edge do U2 embarcaram na ideia de transformar em musical a história do super herói dos quadrinhos. O musical foi o mais caro já produzido na Broadway e se cercou de polêmicas mesmo antes de estrear devido aos vários acidentes sofridos pelos atores/ acrobatas durante os ensaios do espetáculo. Em Bouncing Off The Walls, Peter acaba de descobrir seus superpoderes e passa a explorá-los por aí, antes mesmo de assumir a alcunha de Homem Aranha.
Não sente prazer com o ensino na escola, mas também não gosta de estar mentalmente inativo. Tendem ao nervosismo e a tensão e podem ser calculistas e exigentes. Às vezes podem ser sinceros demais e indiscretos, instáveis.
Evita, a biografia da primeira-dama argentina Eva Perón, já é hoje um dos musicais mais icônicos de todos os tempos. Quarto musical de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice juntos, foi um sucesso estrondoso em todo o mundo, e transformou Patti Lupone e Mandy Patinkin em estrelas da Broadway. Na montagem de 2012, teve Ricky Martin no papel de Che. Foi inclusive adaptado para o cinema por Alan Parker, com Madonna e Antonio Banderas. Em Oh What A Circus, um ácido e exageradamente racional Che Guevara faz pouco caso da morte de Eva Perón e do sentimento de luto dos milhões de argentinos.
Oh What a Circus – Evita
(Webber/Rice)
“Ao invés de um governo tivemos um palco
Ao invés de ideias, a ira da diva
Ao invés de ajuda nos deram uma multidão
Ela não falou muito, mas em voz alta
Cantem seus tolos
Mas vocês entenderam errado
Aproveitem suas orações
Pois não há muito tempo
Sua rainha está morta
O seu rei vive
Ela não vai voltar por vocês”
São alegres, entusiasmados, comunicativos, eloqüentes, têm facilidade para aprender e ensinar.
Interessam-se por eventos de vários tipos – músicas, em geral -, atividades em educação, comércio, comunicação.
Uma qualidade: Inteligência.
Um defeito: Instabilidade.
FRASES E DITADOS
“O amor nasce da curiosidade e perdura pelo hábito.”
—M. Bontempelli
Quem tem boca vai a Roma.
A “Nova Hollywood”, que transformou a linguagem e a temática dos filmes americanos a partir do fim dos anos 60, trouxe o fim dos grandiosos musicais da Broadway no cinema. O gênero apenas voltou a ter êxito em 1977, repaginado e disfarçado, com Os Embalos de Sábado à Noite, onde os números musicais não eram mais formas das personagens se expressarem. O formato inspirou a criação dos videoclipes, propiciando também o surgimento da MTV. O filme aproveitava o sucesso da música Disco, e abordava explicitamente temas tabus até então, marca registrada da fase. Sucesso estrondoso, o filme marcou uma época, levou John Travolta ao estrelato, e sua trilha sonora, composta em boa parte pelos Bee Gees, é uma das mais vendidas de todos os tempos.
Stayin’ Alive
Saturday Night Fever
(Barry, Maurice e Robin Gibb)
“Você pode ver pela minha postura
Que eu sou um homem mulherengo
Não tenho tempo a perder
Música alta e mulheres quentes,
Eu fui rejeitado desde que nasci”
“Penso, logo existo.”
—Descartes
Não me siga, posso mudar de destino a qualquer momento.
https://youtu.be/Yub3-Ow7tBs
Nowhere Fast
Streets of Fire
(Jim Steinman)
“Você tem tantos sonhos
Que não sabe onde colocá-los
Então é melhor se livrar de alguns
Seu corpo se sente enferrujar
Então mexa-se e o ponha em uso”
Auto denominado “uma fábula de rock & roll”, Ruas de Fogo é uma superprodução de 1984 sobre um caçador de recompensas que volta para sua cidade natal para resgatar sua namorada rockstar, que foi sequestrada por uma gangue. O elenco trazia nomes hoje conhecidos, como Rick Moranis, Diane Lane e Willem Dafoe. Seu enredo confuso, direção e interpretações pobres lhe tornaram um grande fracasso de crítica e bilheteria. A trilha sonora fez relativo sucesso, tendo em I Can Dream About You de Dan Hartman seu maior hit. O filme acabou conquistando grande público com o passar do tempo, devido às reprises na TV e à trilha sonora. Nowhere Fast abre o filme, e depois foi usada pelo SBT como abertura do Programa Livre nos anos 90.
Um olho no peixe, e outro no gato.
“Um dia sem rir é um dia desperdiçado.”
—Charlie Chaplin
Flashdance – Ritmo de Embalo foi lançado em 1983, como uma coleção de videoclipes com forte influência da MTV e do formato criado por Os Embalos de Sábado à Noite. A história da operária de dia, dançarina exótica à noite, foi um fracasso de crítica, mas um sucesso de público. A trilha sonora, com várias canções compostas por Giorgio Moroder, também foi um sucesso, ganhando Grammy e Oscar para a canção título. O filme foi transformado em musical em 2008 no West End, mas nunca chegou a estrear na Broadway.
Maniac
Flashdance – Ritmo de Embalo
(Michael Sembello)
“Ela é uma maníaca
Maníaca na pista
E está dançando
Como ela nunca dançou antes”
Fontes:
playbill.com
personare.com
euroresidentes.com
baudalola.com
wikipedia.org
vidaeestilo.terra.com.br
vagalume.com.br
wattpad.com
meuastrolabio.blogspot.com
altoastral.com.br
wemystic.com.br
perguntascretinas.com.br
thoughtcatalog.com
thezodiaccity.com
VITOR FERREIRA é ator com mestrado em “Motion Pictures and Television” pela Academy of Art University, em São Francisco/CA e designer gráfico formado pela UFPE. Vive atualmente em São Paulo.
Currículo e vídeo book: http://vffvitor.wixsite.com/ator
Portfólio de design: http://vffvitor.wixsite.com/portfolio
O ator ator Reiner Tenente, que acabou de sair de cartaz com “Cantando na Chuva” e se prepara para “Musical Popular Brasileiro”, tem outro espetáculo em mente para este ano. Outro assunto que está sempre em pauta e aguça a curiosidade dos amantes do teatro musical e da cultura, inclusive de Reiner que adquiriu os direitos para produzir o espetáculo, é a montagem do clássico Company, musical de 1970 de George Furth e Stephen Sondheim, que recebeu 14 indicações ao Tony Award e venceu seis, incluindo melhor musical, libreto e música.
No Brasil, a peça já teve uma versão nos anos 2000 feita pela dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, que na ocasião interpretava o personagem principal, Bobby. Reiner, então com 20 anos, foi assistir à versão e, de lá para cá, são 17 anos de história.
“Fui assistir à montagem feita por Charles Möeller e Claudio Botelho no extinto teatro Villa-Lobos. Assisti ao espetáculo duas vezes, comprei programa, CD, e, de tanto ouvir, decorei todas as músicas. Desde então, tenho o desejo de fazer Company. Naquela época, eu tinha 20 anos e era algo muito distante. Com o passar do tempo, fui começando a produzir, além de ser ator, criei o CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical) e comecei a perceber que esse sonho, que vinha acalentando há tanto tempo, podia se tornar real. Eu entrei em contato com a MTI (Music Theatre International), empresa que cuida dos direitos dos espetáculos de Sondheim, comecei a negociação em meados de 2016 e, no início desse ano, comprei os direitos para produzir o Company, algo tão sonhado por mim.” – diz Tenente.
Reiner dará vida ao protagonista Bobby, um rapaz solteiro incapaz de manter um relacionamento estável, quanto mais um casamento. A história de Company, como o título já mostra, tem como base os relacionamentos. Além do personagem de Tenente, a peça conta com cinco casais casados, que são seus melhores amigos, e as três namoradas dele. Temas como o casamento e a solidão são abordados durante a festa de aniversário de 35 anos de Bobby.
“Esses temas precisam ser constantemente discutidos para que determinadas situações evoluam. Existem muitas questões a favor e contra os relacionamentos afetivos atualmente e Company fala muito sobre essas questões de se ter, ou não, uma companhia. A tecnologia de hoje, tão imediatista, por meio da qual as pessoas se conhecem e se distanciam em uma velocidade tão grande, é quase cruel. Exemplos disso são os encontros por meio de aplicativos em que no dia seguinte, muitas vezes, você nem lembra o nome da pessoa. Ao mesmo tempo as relações que existem tendem a ser muito verdadeiras, pois não estamos mais em uma época em que precisamos casar com alguém para mostrar algo para a sociedade e podemos descasar sem medo de sermos rechaçados ou sofrermos algum preconceito como acontecia antigamente. Os relacionamentos são mantidos porque as pessoas têm o real desejo de ficarem juntas. Por causa de todas estas questões em torno das dores e delicias de se encontrar de alguma forma com o outro e no outro, eu acho muito importante discutir sobre esse assunto” – ressalta Reiner.
A nova adaptação de Company encontra-se em fase de pré-produção, mas um time de peso já está trabalhando. A peça será dirigida por João Fonseca que é socio de Reiner no projeto e que produz ao lado de Joana Mendes, sócia de Tenente no CEFTEM, do cenógrafo Nello Marrezi, do diretor musical Tony Lucchesi e de Claudio Botelho.
“Reiner já é um dos parceiros da minha carreira, da minha vida profissional, já perdi a conta de quantos trabalhos temos juntos. Já dirigimos juntos, já o dirigi, já idealizamos projetos juntos e estou sempre aprendendo com o seu talento e com a sua obstinação, ele é uma pessoa que não mede esforços para melhorar e atingir os seus objetivos. É um profissional único, um exemplo que eu fico muito feliz de estar perto e estar “bebendo” desse talento e dessa força. É um projeto muito pessoal e isso é sempre muito gostoso de fazer, eu ganhei esse presente dele, pois é algo do coração dele e que ele está depositando nas minhas mãos” – diz o diretor João Fonseca.
“Tenho uma grande expectativa, já que este é um sonho de 17 anos, porém, independentemente do tamanho da produção e do teatro onde vai ser, eu quero que seja uma obra artística potente, feita por atores de excelência, que tenham uma alma de ator, uma alma de artista, uma consciência plena da função da arte. Todos os artistas envolvidos nesse projeto terão de ter isso, o pré-requisito é ter essa alma de artista, que é humanista, que faz a arte para o outro, para transformar o outro, para mudar o olhar dele, para fazer com que o outro possa pensar novas possibilidades e sair do teatro de forma diferente. A minha expectativa é muito mais em relação ao conteúdo artístico, do que se vai ser uma grande produção, com muito dinheiro ou com muita mídia, mas que seja uma obra extremamente potente” – finaliza o protagonista da nova adaptação de Company.
Company tem previsão de estreia em 2018, ainda sem data definida.
Sob os sussurros da coxia e as luzes de ribalta, um grupo de atores se reúne para contar uma história. Entre o corre-vida e as chegadas e partidas dos trilhos de uma estação de trem, o público é apresentado a uma trupe de teatro em crise financeira, que corre o risco de ter seu teatro tomado por conta da especulação imobiliária. Um Poeta então é encarregado de criar uma grande obra teatral a fim de trazer de volta aos artistas os tempos áureos: é a última chance do Teatro sobreviver. Neste cenário, personagens tipificados, inspirados pelos tipos commedia dell’arte – o Dono da Cia., um Poeta, um Músico, uma Primadonna, um Jovem Ator sonhador e uma linda e ambiciosa Jovem Atriz – passam a viver seus próprios conflitos, que misturam-se com a própria história da peça que estão montando. Enquanto tentam contar a história, a realidade mistura-se com a ficção até que se tornem uma coisa só. A abordagem poética da paixão, da desilusão, da entrega, da inveja e competição, da morte e, sobretudo, da sensação de estar sempre tentando permanecer “de pé” e superar os obstáculos impostos pelo destino – sensação tão comum ao Teatro e também à vida cotidiana – são os ingredientes para mover o espetáculo.
O espetáculo musical original e inédito “Cantos de Coxia e Ribalta“, da Cia. de Teatro Lusco-Fusco, estreou no sábado, dia 13 de janeiro de 2018, no Teatro Alfredo Mesquita, em São Paulo, cumprindo temporadas até o dia 4 de fevereiro, com sessões às sextas e sábados às 21h e domingos às 19h. Os preços são populares: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Ingressos antecipados já podem ser adquiridos pelo site do espetáculo e da própria Cia.
Primeiro musical 100% autoral nos doze anos de existência da Companhia, e completamente inédito, “Cantos de Coxia e Ribalta” foi criado por Alef Barros e Gustavo Dittrichi, a partir do estudo de três vertentes artísticas: os personagens-tipos da commedia dell’arte, os ritmos musicais brasileiros e o teatro narrativo brasileiro; combinando esta nova abordagem com a bagagem de pesquisa cênica que a Cia. Lusco-Fusco já carrega; teatro e música (ou teatro musical).
Tanto o argumento (texto) quanto as músicas são originais, e inéditos. O argumento (escrito por Gustavo Dittrichi) buscou livre inspiração na obra de Luis Alberto de Abreu; em especial no texto “O Auto da Paixão e da Alegria”. A linguagem cênica tem inspiração no musical “Godspell“, de Stephen Schwartz e John-Michael Tebelak. Já a música (escrita por Alef Barros, e em parte composta por ele) buscou referências na obra musical de Chico Buarque; nas composições de Baden Powell com Toquinho, em especial nos seus estudos e releituras dos cantos de terreiro e umbanda; e na bossa-nova em geral. Os arranjos musicais e composições gerais são de Dario Ricco, Hiago Guirra e Marco De Laet; e os arranjos vocais são de Pedro Aldozza. A concepção cênica e estética é de Gustavo Dittrichi.
O espetáculo tem patrocínio da Só Dança; apoio da ACENBI (Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira do Imirim), da Poiesis, das Fábricas de Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura e da Prefeitura de São Paulo. A produção e realização é da Lusco-Fusco Produções Artísticas.
Serviço:
De 13 de janeiro a 4 de fevereiro de 2018.
Sextas e sábados às 21h, domingos às 19h.
Sessão extra: 25 de janeiro de 2018, 21h.
Teatro Alfredo Mesquita (Avenida Santos Dumont, 1770 – Santana, São Paulo, SP).
– Possui estacionamento próprio e é adaptado para acessibilidade.
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Ingressos e outras informações pelo site do espetáculo: www.cantosdecoxiaeribalta.com.br
Signo de terra, regido por Vênus, que confere sensibilidade e profundidade às emoções, e disposições amáveis. Gosta de coisas naturais, prazer, estabilidade e comodidade. Usam do tempo para reflexionar e gostam de se sentir atraídos por alguém. É o signo do pecado da gula.
Suppertime – You’re A Good Man, Charlie Brown
(Clark Gesner)
“Traga o prato de sopa
Traga o copo
Traga o bacon e pode encher
Porque é a hora
a hora, hora, hora do jantar”
Nos anos 60, Peanuts, as tirinhas de Charles M. Schulz, já eram extremamente populares, e encorajaram o compositor Clark Gesner a escrever canções sobre as personagens da turma do Charlie Brown. Logo as canções de Gesner se tornaram o musical You’re a Good Man, Charlie Brown, sendo levado aos palcos em 1967. No número Suppertime, Snoopy lamenta em exagero sua fome, até Charlie Brown trazer o seu jantar.
Gostam de se sentir seguros. Têm bom coração e são muito carinhosos. Possuem sempre muito gosto pela vida, e procuram tanto o bem estar material quanto o espiritual. Interessam-se por música clássica ou romântica.
A Pequena Loja de Horrores (Little Shop of Horrors) foi o musical que trouxe fama para a dupla Alan Menken e Howard Ashman, que depois ficariam responsáveis pelas canções dos novos desenhos da Disney. O musical é uma adaptação do filme de terror B homônimo dos anos 60 de Roger Corman (curiosidade: foi a estreia de Jack Nicholson nas telas), sobre Audrey II, uma planta carnívora extraterrestre de uma floricultura decadente que se alimenta de carne e sangue.
https://www.youtube.com/watch?v=MO8maMt4PpY
Feed Me (Git It) – Little Shop of Horrors
(Menken/Ashman)
“Alimente-me, Seymour
Alimente-me a noite inteira
Pois se você me alimentar, Seymour
Eu posso ficar grande e forte”
As pessoas de Touro são, em geral, amantes de beleza, do conforto, de tudo o que dê prazer, e do romantismo, em especial. Também não gostam de coisas sintéticas ou falsas e não suportam ficar muito tempo em casa. Normalmente, programas culturais de boa qualidade e projetos urbanos bem elaborados costumam atraí-los. Gostam de conforto e luxo.
Big Blonde and Beautiful – Hairspray (Shaiman/Wittman)
“Traz aquela torta de nozes
Polvilhe açúcar nela
Não seja tímido
Me dá uma colherada
Desse mesclado de chocolate
Não seja mesquinho
Eu sou uma menina em crescimento”
Hairspray é um famoso filme dos anos 80 do controverso diretor John Waters, sobre uma menina gorda de Baltimore que quer ser dançarina de um programa musical de TV nos anos 60. Adaptado para os palcos, ganhou canções originais de Marc Shaiman e Scott Wittman e foi sucesso de público e crítica. O enredo enfoca também o movimento negro de direitos civis nos anos 60, a discriminação social de negros e gordos e fala abertamente sobre aceitação do corpo.
Ciumento, zeloso e possessivo, um taurino pode tender a ser inflexível e ressentido. As vezes podem ser cobiçosos e se permitirem tudo.
Um dos contos de fada mais famosos , Cinderella dispensa apresentações. A história tem incontáveis versões distintas, como as de Perrault, dos irmãos Grimm e até mesmo de Rodgers e Hammerstein, que inicialmente foi um especial de TV com Julie Andrews em 1957, e desde então já foi montado nos palcos diversas vezes, inclusive na Broadway em 2013. Durante o baile no castelo, as duas irmãs de Cinderella, sem reconhecê-la, vêm o príncipe dançando com uma bela e pequena jovem, e lamentam copiosamente.
“Por que um sujeito iria querer uma menina como ela?
Uma beleza frágil e suave
Por que um sujeito não pode uma vez preferir
Uma menina sólida como eu?”
São muito esforçados, e sua teimosia faz com que cheguem às últimas conseqüências. Além de teimosos, podem ser também auto-indulgentes, ciumentos, possessivos e materialistas. Não gostam de interrupções e pressas, nem de se sentir pressionados.
And I Am Telling You I’m Not Going – Dreamgirls (Krieger/Eyen)
“Estou te dizendo que eu não irei
Você é o melhor homem que eu conheço
Não há forma que eu possa partir
Não, não, não há nenhuma maneira
De jeito nenhum eu vou viver sem você
Não vou viver sem você
Eu não quero ser livre
Eu vou ficar
E você
Você vai me amar”
Os anos 60 foram frutíferos para a Motown e seus artistas. As histórias por trás de artistas como Diana Ross, The Supremes e James Brown inspiraram Tom Eyen e Henry Krieger a criarem Dreamgirls, o musical que estreou na Broadway em 1981 e fez de Jennifer Holiday uma estrela. Em 2006 o musical foi levado para o cinema por Bill Condon, que escreveu o roteiro de Chicago, com Beyoncé, Eddie Murphy e marcando a estreia nas telas de Jennifer Hudson, que venceria o Oscar de coadjuvante. Em And I Am Telling You I’m Not Going, Effie descobre que Curtis, empresário de seu grupo musical, está cortando laços pessoais e profissionais com ela.
São conservadores, pacientes, leais e dignos de confiança. Sua paciência e determinação acabam sendo de grande ajuda nos negócios. São práticos, econômicos, e seu objetivo é adquirir patrimônio.
Uma qualidade: Estabilidade.
Um defeito: Preguiça.
FRASES E DITADOS
Queria ser menos ciumento e controlador.
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.
https://youtu.be/RbebD653agE
I Could Have Danced All Night
My Fair Lady
(Lerner/Loewe)
“Eu poderia ter dançado a noite toda
Eu poderia ter dançado a noite toda
E ainda pediria mais
Eu poderia ter aberto minhas asas
E feito mil coisas
Que eu nunca fiz antes”
Adaptação da peça Pigmaleão de George Bernard Shaw, My Fair Lady é uma das obras mais veneradas do teatro musical. Conta a história de Eliza Doolitle, uma florista caipira que passa a ser refinada por um foneticista para se passar por uma dama da sociedade em um baile real. O musical estreou na Broadway em 1956, com Julie Andrews e Rex Harrison. Em 1964 foi lançada sua versão para o cinema dirigida por George Cuckor, com Audrey Hepburn (dublada nas canções por Marnie Nixon) e Rex Harrison nos papéis principais, que ganhou 8 Oscars, incluindo melhor filme, diretor e ator. Em I Could Have Danced All Night, Eliza expressa sua satisfação por finalmente conseguir atingir o objetivo depois de se dedicar longa e arduamente.
Eu tenho o teu coração e te entrego o meu para juntos vivermos a mais linda história de amor.
“O coração dá vida a tudo que ama.”
—Anatole France
Dirty Dancing foi mais um dos diversos filmes musicais de sucesso dos anos 80 que seguiu a fórmula que iniciou com Os Embalos de Sábado à Noite, em que canções de artistas famosos embalam o enredo do filme, mas as personagens em si não cantam para se expressar como nos musicais tradicionais. A história é sobre uma menina rica que se apaixona pelo professor de dança de sua colônia de férias, enquanto eles se preparam para uma competição de dança. O filme transformou Patrick Swayze em astro, e ganhou um Oscar de canção original para (I’ve Had) The Time of My Life, que ficou nos topos das paradas de sucesso de 1987.
(I’ve Had) The Time Of My Life
Dirty Dancing – Ritmo Quente
(DeNicola/Markowitz/Previte)
“Você é a única coisa
Da qual eu nunca me canso
Então vou te dizer uma coisa
Isso pode ser amor porque
Eu tive o tempo da minha vida
Não, nunca me senti assim antes
Sim, eu juro que é a verdade
E eu devo tudo a você”
Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
“O que não te mata te fortalece.”
—Friedrich Nietzsche
Summertime
Porgy and Bess
(Gershwin/Heyward)
“Verão
E a vida é fácil
Os peixes estão pulando
E o algodão está alto
O teu pai é rico
E sua mãe é bonita
Então, silêncio, bebê
Não chore”
George e Ira Gershwin compuseram Summertime para a ópera Porgy and Bess de 1935, com letra de DuBose Heyward, autor do livro que inspirou a obra. É uma canção de ninar cantada algumas vezes durante a peça. Considerada por muitos, incluindo Sondheim, a maior canção do teatro musical americano, Summertime se tornou um standard do jazz, sendo gravada por milhares de artistas, como Billie Holliday, Ella Fitzgerald, Sam Cooke e Janis Joplin. Porgy and Bess foi o primeiro espetáculo composto por um elenco de apenas artistas negros. Sofreu resistência do público em geral pelos pesados temas sobre drogas, miséria e violência, incluindo parte da comunidade negra que se sentiu esterotipada.
VITOR FERREIRA é ator com mestrado em “Motion Pictures and Television” pela Academy of Art University, em São Francisco/CA e designer gráfico formado pela UFPE. Vive atualmente em São Paulo.
Currículo e vídeo book: http://vffvitor.wixsite.com/ator
Portfólio de design: http://vffvitor.wixsite.com/portfolio
Signo de fogo, regido por Marte, que confere, entre outras coisas, a vontade de expandir-se, conquistar, e o impulso de lutar. Forma com Leão e Sagitário a triplicidade dos signos do Fogo. É também um dos quatro cardinais, juntamente com Câncer, Libra e Capricórnio. São rápidos, dinâmicos, seguros de si e costumam demonstrar entusiasmo para as coisas. Têm uma energia invejável, que às vezes lhes leva a ser agressivos, inquietos, argumentativos, teimosos. Gostam de liderar e preferem dar instruções a recebê-las e não aceitam os conselhos dos demais.
https://www.youtube.com/watch?v=aO3Gb5mkwTc
“Don’t Rain on My Parade”
Funny Girl
(Jule Styne/Bob Merril)
“Não me diga para não voar
Eu simplesmente tenho que voar
Se alguém cair
Serei eu e não você
Quem te deu permissão
Para chover no meu desfile?”
No musical Funny Girl, baseado na vida da atriz Fanny Brice, que levou Barbra Streisand ao estrelato nos anos 60, apesar do passado de jogatina e ilegalidades de Nick Arnstein, a protagonista Fanny está determinada e decidida a se casar com ele, apesar de tudo. A versão para cinema do musical deu um Oscar de melhor atriz à Streisand.
São independentes e preocupados com sua própria ambição e objetivos.
Ainda que não demonstrem, podem ser temperamentais, agressivos e orgulhosos.
São muito individualistas, mas não gostam de viver sozinhos.
Oklahoma! é o musical responsável por marcar o início do Golden Age (anos dourados) dos musicais americanos em 1943, fase essa que durou até a estreia de Hair, nos anos 60. Oklahoma! inovou ao institu- cionalizar no meio a estrutura dramatúrgica criada pelo espetáculo Show Boat, o desenvolvimento do “livro musical”, onde as canções e danças são totalmente integradas em uma história concisa, com objetivos dramáticos capazes de evocar emoções genuínas que não sejam apenas o riso.
“Lonely Room”
Oklahoma!
(Rodgers & Hammerstein)
“Não vou mais sonhar com os braços dela!
Não vou deixá-la em paz!
Vou sair
Arrumar uma noiva
Arrumar uma mulher pra chamar de minha”
São impulsivos e ardentes por natureza.
São fisicamente harmoniosos e sexualmente atraentes.
Áries não gosta de esperar. Os arianos não suportam fracassar ou equivocar-se.
Eles podem ser egoístas e geniosos.
“I’m Gonna Wash That Man
Right Out Of My Hair”
South Pacific
(Rodgers & Hammerstein)
“Eu vou lavar este homem do meu cabelo (…)
E mandá-lo seguir seu rumo
Eu vou tirar este homem dos meus braços (…)
E mandá-lo seguir seu rumo
Não tente consertá-lo
Rasgue-o, rasgue-o!
Lave-o, seque-o
Empurre-o, e mande para longe”
South Pacific foi um musical revolucionário do fim dos anos 40, em que Rodgers e Hammerstein decidiram adaptar os contos do livro Tales of the South Pacific de James A. Michener sobre a Segunda Guerra e passar uma mensagem progressista contra o racismo. Em determinado momento da história, que se passa na Polinésia, a enfermeira americana Nellie, que se envolve com o fazendeiro francês Emile, papel que deu um Tony a Paulo Szot na produção de 2008, irrita-se ao perceber que se apaixonou sem mal conhecê-lo direito após ouvir boatos de que ele já teria cometido um assassinato.
São aventureiros, enérgicos, pioneiros e valentes.
Tendem a se arriscar muito. Gostam de ganhar e de ser espontâneos.
São corajosos, combativos, e costumam ter as qualidades necessárias para vencer,
realizar, comandar, impor disciplina. Gostam de apoiar boas causas e não admitem tirania.
Dos musicais recentes, talvez o mais popular seja Wicked. A história sobre as bruxas Elphaba e Glinda de Oz, não tem Dorothy, nem Over The Rainbow, mas conquistou plateias mundo afora, recrutando uma legião de devotos e fiéis fãs, com as canções do renomado compositor de Godspell e Pippin Stephen Schwartz. O musical consolidou Kristin Chenoweth e Idina Menzel como nomes de peso da Broadway contemporânea. Em Defying Gravity, Elphaba se decepciona com o Mágico e decide que precisa enfrentar seus malignos planos.
https://www.youtube.com/watch?v=3g4ekwTd6Ig
“Defying Gravity”
Wicked
(Schwartz)
“Algo mudou dentro de mim
Algo não é o mesmo
Parei de jogar pelas regras
Do jogo de outra pessoa
Tarde demais para pensar de novo
Tarde demais para voltar a dormir
É hora de confiar nos meus instintos
Fechar os olhos e saltar!
É hora de tentar desafiar a gravidade”
Os arianos em geral possuem grande energia e vitalidade.
Seu espírito aventureiro e de liderança exige muito autocontrole e energia vital,
o que, às vezes, pode provocar um desgaste.
https://www.youtube.com/watch?v=g-voeq7Cebo
“Heaven On Their Minds”
Jesus Christ Superstar
(Webber & Rice)
“Minha mente está mais clara agora
Finalmente, clara até demais
Eu posso ver claramente
Onde logo nós todos estaremos
Se você descartar o mito do homem,
Você verá onde todos nós
Em breve estaremos.
No evangelho segundo Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, Jesus Cristo Superstar, o apóstolo Judas mostra-se preocupado com a crescente popularidade de Jesus como “rei” e as repercussões negativas que possam vir disso. Apesar de ainda amar Jesus, ele acredita que Jesus é apenas um homem, e que o crescimento do seu movimento eventualmente se tornará uma ameaça à ordem maior, trazendo conseqüências não só a Jesus, assim como todos seus seguidores.
Gostam de enfrentar desafios, com sua imensa coragem, que adoram exibir constantemente, e que é muito admirada. São animados independentes, dinâmicos. Interessam-se por atividades competitivas, exercícios, música rítmica, entre outras coisas.
Uma qualidade: liderança.
Um defeito: impaciência.
“O que Lola quiser
Lola consegue
Tira o teu casaco
Você não sabe que não pode vencer?
Você não é exceção à regra
Sou irresistível, seu tolo
Desista”
Damn Yankees estreou na Broadway em 1955, estrelado por Gwen Verdon, onde conheceu Bob Fosse, que coreografou o musical. Verdon passou a ser sua esposa e musa, posteriormente. Uma adaptação da lenda de Fausto, que vende sua alma ao diabo, a comédia trata sobre o time de beisebol dos New York Yankees nos anos 50, época em que eles dominavam a Liga americana. Em Whatever Lola Wants, Lola, que vendeu sua alma para ser bonita, seduz o jogador dos Washington Senators Joe Hardy, a mando do próprio diabo.
“Eu sou o mestre do meu destino. Eu sou o capitão da minha alma.”
—William Ernest Henley
Sei que não sou fácil de conviver.
A Funny Thing Happened On The Way To The Forum é uma comédia musical de Sondheim inspiradas nas farsas romanas de Plauto, que ganhou o Tony de melhor musical em 1962, e tornou-se filme em 1966. A história é sobre o escravo Pseudolus, que em troca de sua liberdade ajuda seu jovem mestre a conquistar sua vizinha. I’m Calm é uma ilustração perfeita de como o teatro musical pode fazer mágica com a ansiedade. Hysterium, o escravo confuso, tenta se livrar de seu ataque de raiva, mas sua tentativa é em vão.
“I’m Calm”
A Funny Thing Happened On The Way To The Forum
(Sondheim)
“Estou calmo
Estou calmo
Estou perfeitamente calmo
Indiferente às tensões e choques
Imperturbável e pronto
Meus nervos estão firmes como pedras”
Se quer algo bem feito, faça você mesmo.
“Se eu tivesse cumprido todas as regras, eu nunca teria chegado em nenhum lugar.”
—Marilyn Monroe
“Anything You Can Do”
Annie Get Your Gun
(Irving Berlin)
“Qualquer coisa que você pode fazer,
Eu posso fazer melhor
eu posso fazer qualquer coisa
Melhor que você
(…)
Qualquer coisa que você possa ser
Posso ser maior
Cedo ou tarde
Sou maior do que você”
Estrelado por Ethel Merman, Annie Get Your Gun chegou aos palcos da Broadway em 1946, com canções de Irving Berlin. A história é uma ficcionalização da vida da atiradora circense Annie Oakley e seu romance com o também atirador Frank Butler. O musical ganhou adaptação para o cinema em 1950. Um de seus números musicais, There’s No Business Like Show Business, é hoje é um dos mais icônicos números da Broadway, e a canção é altamente associada ao showbiz em geral, tocando em premiações de cinema, etc. Em Anything You Can Do, Annie e Frank colidem egos.
VITOR FERREIRA é ator com mestrado em “Motion Pictures and Television” pela Academy of Art University, em São Francisco/CA e designer gráfico formado pela UFPE. Vive atualmente em São Paulo.
Currículo e vídeo book: http://vffvitor.wixsite.com/ator
Portfólio de design: http://vffvitor.wixsite.com/portfolio
Todos os anos, desde 1994, ocorre no New York City Center o “Encores!”. Trata-se de uma série de concertos revivendo musicais da Broadway, que raramente são encenados, utilizando suas orquestrações originais.
Para 2018 o Encores! resolveu criar um novo musical chamado “Hey, Look Me Over!”, onde Bob Martin protagonizará novamente o Homem da Poltrona do famoso musical “The Drowsy Chaperone”, conhecido no Brasil como “A Madrinha Embriagada”. Nesse concerto ele narrará suas cenas e músicas favoritas de musicais esquecidos como All American, George M!, Greenwillow, Jamaica, Mack & Mabel, Milk and Honey, Sail Away e Wildcat.
No “Hey, Look Me Over!” estarão encenando os artistas Cylde Alves, Reed Birney, Carolee Carmello, Britney Coleman, Clifton Duncan, Marc Kudisch, Judy Kuhn, Tam Mutu, Bebe Neuwirth, Nancy Opel, Alexandra Socha e Vanessa Williams.
Infelizmente haverá apenas 7 apresentações no Off-Broadway, de 7 a 11/02 no New York City Center – 131 W 55th St, New York, NY.
Nesse episódio de número #40, o último de 2017, boa parte da equipe do Musical Cast se reuniu para falar basicamente sobre o que mais escutam: Show Tunes! Saiba quais as musicas que não saem do repeat, quais delas fazem parte da “bad” e até mesmo aquelas músicas que seriam perfeitas para usar em momentos mais quentes. Ui!
Episódio com Rafael Nogueira, Julio Cézar, Alene Botareli, Andressa Medeiros, Alexandre Furtado, Nei Santos e Gustavo Mazzei.
Feliz Natal e um lindo 2018!!!
Musical Cast, o primeiro podcast sobre teatro musical do Brasil, para você que quer informação além da superfície! Episódios novos todas as sextas-feiras, às 10h. Estamos disponíveis no Spotify, no iTunes, no Deezer e em outros agregadores de podcast como o Google Podcasts.
Que o 60 Década de Arromba – Doc. Musical é um sucesso, todo mundo já sabe! Mas sabia que depois de uma temporada de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo o musical volta para os palcos do Rio com estreia no dia 4 de janeiro?
Outra grande novidade é que Cássia Raquel, do elenco original do Rio, está voltando para esta nova temporada, que também marca a estreia de Ana Varella.
O espetáculo divide sua narrativa em dois atos. Enquanto o primeiro, correspondente aos anos de 1960 a 1965, trata de um período com sabor de inocência, lirismo e ainda arraigado nos preconceitos dos anos 50, o segundo (1966-1969) apresenta a revolução sexual, os protestos dos jovens inconformados com a política e seus embates por meio das artes, da música e do amor. Ao longo da apresentação, números musicais e circenses, mágicas, coreografias e projeções autênticas do período retratado preenchem o palco com a vida real em seus grandes acontecimentos: quedas e ascensões presidenciais; casamentos de personalidades como Celly Campello e Elvis Presley; grandes guerras e a Nova Ditadura no Brasil; lançamentos de produtos de grandes marcas, como o Nescau, a primeira Barbie negra e boneco Ken; falecimento de nomes como John F. Keneddy, Edith Piaf, Maysa, Ary Barroso e Marilyn Monroe; as primeiras idas humanas ao Espaço; consagração dos músicos Bibi Ferreira, Emilinha Borba, Cauby Peixoto, a banda Beatles e outros; a chegada do Surf Music e do Twist ao Brasil; dentre inúmeros outros fatos histórico-culturais apresentados à plateia, que em 180 minutos relembra, conhece, se identifica e se apaixona pela época.
Cássia Raquel
Ana Varella
Serviço:
Estreia: 04 de Janeiro de 2018
Local: Theatro NET Rio (Rua Siqueira Campos, 143 andar superior)
Horários: 20h30 (quintas e sextas e sábados); 17h30 (domingos)
Duração: 180 minutos (com intervalo)
Classificação: 12 anos
Capacidade: 678 lugares
Preços dos ingressos: De R$ 40,00 a R$220,00
Vendas pela bilheteria do Theatro NET Rio (aberta de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h), sem taxa de conveniência. Pela internet, no site www.ingressorapido.com, com taxa.
Com muito sangue, elenco de Rapsódia – O Musical é divulgado
A Cerejeira Produção completa 5 anos em 2018 e para comemorar vai fazer uma temporada especial de sua primeira peça: Rapsódia – O Musical. O espetáculo já tem data de estreia, 20 de janeiro no Solar de Botafogo (RJ) e vai contar com um elenco bem conhecido de musicais. As fotos dos atores, em seus devidos personagens, mostram o ar à lá Rocky Horror ou Sweeney Todd e promete muito sangue. A produção tem texto e direção de Mau Alves, que também integra o elenco, além de direção musical de Tony Lucchesi e coreografias de Clara da Costa.
Hugo KerthCamila MatosoAnna Claudiah VidalMau AlvesGustavo KleinJulia MorgantiCaio GodardJoana Mendes
Elenco: Pátrio (Hugo Kerth), Jeremias (Mau Alves), Coné (Gustavo Klein), Catarina (Julia Morganti), Rubi (Joana Mendes), Brigite (Caio Godard), Madame (Anna Claudiah Vidal), Manoela (Camila Matoso). Completam o elenco: Débora Polistchuk, Malu Cordioli, Clara da Costa, Dennis Pinheiro, Guilherme Guimarães e Vitor Lima.
A vida é um filme e todo bom filme vem acompanhado de uma ótima trilha sonora. Foi inspirada nesse conceito que Fabi Bang criou o show que será apresentado nos dias 12 e 13 de dezembro, no Teatro Cetip, Em São Paulo. Acompanhada da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis, que promove a inclusão social e profissional por meio da música, a cantora apresentará de uma forma delicada e especial temas que marcaram o filme da sua própria vida.
Com direção de Daniel Salve, o show contará com canções como Moon River(Bonequinha de Luxo), Will always love you (O guarda costas), City of stars (Lala Land), My heart will go on (Titanic), entre muitas outras. “A vida de todos nós é um filme e essas músicas contam muitas histórias da minha vida, como por exemplo What a Feeling, que desde cedo já me inspirava e me mostrava que eu seria muito testada na minha carreira, mas que também seria importante aprender a cair, levantar e tentar novamente”, conta Fabi.
Para Daniel Salve, além da belíssima orquestra de Paraisópolis, a magia do show está na maneira em que Fabi interpretará cada música de forma única e pessoal. “São músicas muito conhecidas e que tocam cada um de uma forma diferente e, por isso, tornam-se a trilha sonora dos filmes de diversas vidas e de forma muito individual”, comenta Salve.
A orquestra
Fabi já rascunhava há muito tempo um show de final de ano, mas faltava alguma coisa para que ele se concretizasse da forma que sonhava. O estalo de convidar a Orquestra Sinfônica de Paraisópolis fez com que a criação do show acontecesse de forma muito rápida e natural. “A orquestra conta com músicos excepcionais e é impossível descrever a sensação de cantar ao som dos instrumentos desses 24 grandes artistas. O público poderá apreciar canções conhecidíssimas de uma forma que nunca ouviram ” conta Fabi.
Com regência de Paulo Rydlewski, que já atuou em mais de 1.200 concertos no Brasil e no exterior, a Orquestra Filarmônica foi fundada em 2010 e oferece cursos livres e profissionalizantes, pelos quais já passaram mais de 280 alunos com idades entre sete e setenta e um anos.
Serviço: A vida é um filme – Fabi Bang e Orquestra Filarmônica de Paraisópolis
Datas: 12 e 13 de dezembro de 2017. Local: Teatro Cetip – (Rua dos Coropés, 88 – Pinheiros). Horário: às 21h Ingressos: de R$30 a R$100 Classificação Etária: Classificação livre. Menores de 12 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Patrocínio: Porto Seguro Realização: BANG SERVIÇOS ARTÍSTICOS e REGA INICIO PRODUÇOES
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Teatro Cetip – segunda-feira, fechada. De terça a sábado, das 12h às 20h. Domingos e feriados, das 13h às 20h (em dias de espetáculo, a bilheteria funciona até o início da apresentação) – Rua dos Coropés, 88 – Pinheiros
LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA Pontos de venda no link Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br
Retirada na bilheteria e E-ticket – taxas de conveniência e de entrega.
Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito American Express®, Visa, MasterCard, MasterCard débito, Diners e cartões de débito Visa Electron.
No WikiCast #5 o Gustavo Mazzei e a Andressa Medeiros falaram sobre nada mais, nada menos do que a obra maravilhosa que é “Company”, do nosso Deus Stephen Sondheim. Para você que não conhece o musical, ou conhece pouco, esse WikiCast é obrigatório como uma entrada sem volta para o lindo mundo dos musicais de Sondheim. Para você que já conhece bastante, escute o que essa dupla tem a falar sobre o musical, além de informações técnicas, enredo e curiosidades.
Musical Cast, o primeiro podcast sobre teatro musical do Brasil, para você que quer informação além da superfície! Episódios novos todas as sextas-feiras, às 10h. Estamos disponíveis no Spotify, no iTunes, no Deezer e em outros agregadores de podcast como o Google Podcasts.
Ator, músico, cantor e compositor, Wladimir Pinheiro vem atuando em importantes espetáculos musicais, tais como Milton Nascimento – Nada Será como Antes”, “Sambra”, “Ataulfo Alves o Bom Crioulo”, “Era uma vez… Grimm”, “Zeca Pagodinho – Uma história de amor ao Samba” e compositor das musicas do “Os Dez Mandamentos – O Musical”.
Sentindo necessidade de produzir um trabalho próprio, que o identificasse como intérprete, compositor e arranjador, idealizou Basta Acenar: um álbum acústico contendo doze faixas de diferentes autores, entre inéditas e regravações. O show de lançamento do CD Basta Acenar acontecerá no Teatro Carlos Gomes, localizado na Praça Tiradentes – Centro do Rio de Janeiro. Dia 27/11 nos valores de R$ 40,00 e R$: 20,00 reais.
O show Wladimir Pinheiro – Basta Acenar vai ter desenho de luz de Paulo César Medeiros e som de Branco Ferreira, e, pretende levar ao palco a mesma atmosfera do álbum, com arranjos adaptados para uma banda de onze integrantes.
Para comprar ingresso, acesse o site do Ticket Mais.
Os artistas Kiara Sasso, Laura Lobo, Diego Montez, Bruno Fraga, Bruno Gadiol, Giulia Nadruz e Mateus Ribeiro foram fotografados por Felipe Quintini em um ensaio inspirado nas obras do artista americano Jackson Pollock. O fotógrafo relata que focou sua criação artística nas emoções e expressões da face humana, ora revelada, ora levemente escondida pela interferência das mãos, utilizando-se da magia das cores e das tintas, tão intensamente forjadas por Pollock.
O episódio #39 do Musical Cast finalmente está no ar!
Nesse episódio resolvemos brincar da nossa própria brincadeira que fizemos no Facebook (post original aqui!). Cada participante escolheu um número para outra pessoa responder e a resposta deveria ser apenas um musical, mas obviamente não funcionou porque é difícil escolher só um! Confira quem tem Patti LuPone como diva favorita, Legally Blonde como guilty pleasure, Cosette como personagem que mais odeia e muito mais!
Episódio com Rafael Nogueira, Julio Cézar, Alexandre Furtado, Andressa Medeiros e Gustavo Mazzei
Dê o play abaixo e se divirta com a gente!
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