Todos os posts de Equipe Musical Cast

#37 – Musical É Arte? (feat. Julio Velloso)

No episódio #37, Rafael Nogueira, Julio Cezar e Julio Velloso conversam sobre a arte dos musicais. Até que ponto musical é arte? As pessoas estão realmente dispostas a consumir musicais como arte? Ou somente como entretenimento? Por que teatro musical independente não é bem visto até mesmo entre os fãs de musicais? Ouça o episódio para saber a quais conclusões eles chegaram durante esse necessário debate sobre um tema tão importante.

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Elenco definido para montagem de Aladdin: o Musical Recife

 

Foto Gil Menezes (1)

O elenco do “Aladdin: o musical Recife”, já está definido. São 39 pessoas entre atores, bailarinos e cantores. O espetáculo tem estreia para acontecer no segundo semestre deste ano na capital Recife, ainda sem data definida. A versão pernambucana de Aladdin, está sendo feita pela produtora Nível 241. A produção é uma adaptação do musical Broadway, nos Estados Unidos. A montagem vai contar a história de um menino pobre e uma lâmpada mágica que promete mudar a vida dele para sempre. A partir de janeiro do próximo ano o elenco pernambucano vai chegar em outras regiões do país.

Com o texto adaptado, a direção investiu em artistas da região. A releitura vai trazer ainda figurinos fluidos e sofisticados, remetendo ao luxo que o espetáculo original traz, orquestra ao vivo, e muita referência ao estado e sua cultura.

“A interação da equipe e intensidade dos ensaios é fundamental para a qualidade do trabalho. Estamos focando nos ensaios, temos um elenco jovem e muito dedicado, nosso empenho será ainda maior para deixar tudo pronto nos próximos meses. Nas redes sociais o público já está interagindo, muito ansioso para nossa montagem. A meta é surpreendê-los”, destaca Ana Letícia Lopes, diretora operacional do musical.

A ideia é que o musical seja tão impactante quanto o original e que também trate com leveza o tema do abandono e disparidade social bastante retratados na história, para que a mensagem seja passada com clareza, mas sem grandes choques. Tudo isso visando acender a chama do público e impulsionar a execução de coisas grandes, assim como o protagonista do espetáculo.

Cheio de expressões locais e personagens caricatos, o humor do espetáculo é bem atual. A promessa de conquista do público é a catarse promovida pela montagem, quebrando em vários momentos a quarta parede e remetendo fortemente à infância de cada expectador.

PRODUTORA NÍVEL 241

Empresa pernambucana fundada pelos publicitários Ana Letícia e Gabriel Lopes, a Nível 241 é uma produtora de entretenimento focada em fornecer diversão de qualidade para o público geral. O objetivo é deixar o público ainda mais interessado pela produção musical.

Pensando no cunho social, a empresa busca levar esse conhecimento e paixão teatral também para os que não possuem oportunidades para usufruir de toda a magia que a plataforma oferece, atendendo sempre todas as minorias.

Com uma equipe fixa e multidisciplinar composta por 12 pessoas, entre publicitários, jornalistas, administradores, educadores físicos, advogados e figurinistas, a produtora Nível se envolve em todos os aspectos relacionados ao evento. Objetivando mais conforto e comunicação com o público, todos os aspectos relacionados ao evento, como a bilheteria, produtos promocionais e a negociação de patrocínios e parcerias, são também administrados diretamente pela empresa, tudo para oferecê-los ainda mais facilidade.

 

Este ano o espetáculo montado será Aladdin: O Musical, com talentos locais mostrando o que têm de melhor. Com Direção Artística de Emmanuel Matheus, Direção Coreográfica de Stepson Smith e Direção Musical de Nilson Lopes, a peça promete fazer o público viajar no mundo de muita magia e encanto.

EQUIPE CRIATIVA | ALADDIN EM RECIFE

Versão Brasileira – Emmanuel Matheus, Giulia Lobo e Victor Leal

Direção Artística – Emmanuel Matheus
Assistente de Direção – Thiago Ambrieel
Direção Musical – Nilson Lopes
Direção Coreográfica – Stepson Smith
Coreografia – Stepson Smith e Jorge Kildery
Assistente de Coreografia – Ed-Ek Soares, Flávia Michaello e Giulia Lobo
Chefe de Figurino e Visagismo – Stéphanie Meira Lins
Chefe de Cenografia – Cícero Santos
Direção Geral – Ana Letícia e Gabriel Lopes

ELENCO

ELENCO PROTAGONISTA

Aladdin – Victor Leal
Gênio – Kleber Valentim
Jasmine – Camila Bastos
Jafar – Raphael Mota
Iago – Paulo César Freire
Sultão – Alec Rocha
Kassim – Vinícius Barros
Babkak – Arthur Colleto
Omar – Gabriel Lopes
Aysha – Ana Letícia Lopes
Hanna – Gyselle Brasiliano
Zafira – Tábatha Almeida
Cigana Kalilah – Rany Hilston
Príncipe Abdullah – Flávio Leimig

ENSEMBLE MASCULINO

Aquiles Nascimento
Ed-Ek Soares
Gabriel Nogueira
Gabriel Ramos
Heitor Maciel
Ivan Melo
Jorge Kildery
Júnior Foster
Lin Caitano
Marcelo Rodrigues
Rodolpho Silva
Tharcisio Siqueira
Toninho Miranda
Stepson Smith

ENSEMBLE FEMININO

Anny Nascimento
Bia Lócio
Cláudia Santana
Dayanne Mesquita
Flávia Michaello
Gabriela Melo
Giulia Lobo
Kamille Carvalho
Karoline Vila Nova
Maria Gerjoy
Monique Vilella
Foto Gil Menezes (2)

Foto Gil Menezes (4)

WikiCast #2 – Rock of Ages

Para comemorar que “A Era do Rock” está em cartaz, resolvemos preparar um “Wiki Cast” especial contando tudo sobre “Rock of Ages”.
Acompanhe Alexandre Furtado e Letícia Saggese falando sobre as origens, montagens e algumas músicas de um dos jukebox musicals mais divertidos que já passou pela Broadway.

Gostou do que ouviu? Então corra conferir a montagem brasileira “A Era do Rock” que está em cartaz no Teatro Porto Seguro até 30/07. 

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O Príncipe DesEncantado – Um Conto de Fadas Necessário

Na sociedade atual, qualquer forma de arte que trate de temas relacionados à homoafetividade é muito bem-vinda, já que a conscientização e esclarecimento são importantes e quanto maior o público atingido, melhor. E foi uma ótima surpresa ver um espetáculo que consegue levar aos palcos essa discussão visando um público muitas vezes esquecido em tópicos como esse, crianças e adolescentes. Rodrigo Alfer realizou uma proposta arriscada e merece colher os frutos de sua coragem ao passar por cima de muitos tabus e colaborar com o trabalho que tantos educadores do Brasil lutam diariamente para aplicar.
O projeto é de ótima qualidade, notada desde a parte musical até o grande comprometimento dos atores, com destaque para Maite Schneider, que ajudar a tornar a experiência ainda mais rica e idílica.

 

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Saiba um pouco mais sobre O Príncipe DesEncantado:

Espetáculo infanto-juvenil com história de amor homoafetiva

Contar a crianças e adolescentes, por meio do teatro musical, uma história de amor com temática homoafetiva. Com essa missão em mãos e a palavra ‘tolerância’ como guia, o diretor, ator e roteirista Rodrigo Alfer tira do papel o projeto de ‘O Príncipe DesEncantado – O Musical’. Contando com a parceria de profissionais gabaritados, como o maestro Ettore Rugiero e a compositora Maíra Pagliuso.
“Embora a temática ainda seja um tabu, acreditamos que podemos contribuir para desmistificar o tema, e para que num futuro próximo esta seja apenas mais uma história que fala de amor, como tantas outras”, diz Alfer na apresentação do projeto. A concepção da montagem – feita de mãos dadas com atores-criadores – busca questionar modelos de príncipes e princesas e refletir sobre estereótipos que não condizem mais com a realidade, além jogar luz sobre a questão da identidade de gênero.
A história de ‘O Príncipe DesEncantado – O Musical’ foi livremente inspirada no romance holândes ‘Koning en Koning’ (Rei & Rei), de Linda De Haan e Stern Nijland, e em declarações da escritora de livros infantis e educadora Márcia Leite. Juntando essas referências com experiências de sua própria vida, Rodrigo Alfer escreveu a história do rapaz que – mesmo em um reino encantado – viu-se envolvido em uma história de amor possível hoje, na vida real.
Na trama, o príncipe Vick – ainda desorientado com a morte precoce de seu pai – vive na corte sem se preocupar com as questões do reino, até que se vê obrigado pela mãe a escolher uma noiva vinda da Escola de Princesas. Pressionado, ele tenta arejar a cabeça em um karaokê, onde se apaixona por um rapaz. Teco, o felizardo, no entanto, é irmão de uma das pretendentes de Vick, entortando ainda mais o caminho para a felicidade do príncipe.
A montagem tem direção geral e texto original de Rodrigo Alfer, músicas inéditas de Maíra Pagliuso, direção musical e vocal de Ettore Ruggiero e preparação de ator de Jonathan Faria.
Figurino são assinados por Luma Yoshioka, enquanto o desenho de luz é de Rafael Araújo. Coreografias de Alex Martins. A produção e a administração são de Marco Alexandre.
O elenco de sete atores/cantores é composto por Maite Schneider, Cícero de Andrade, Davi Novaes, Marcella Piccin, Manu Litiiéry, Silvano Vieira e Vanessa Rodrigues.
Músicos Clara Dum: Flauta Transversal / Diego Albuquerque: Piano / Diana Bueno: Bateria.

Estreia: 03 junho – Todos os sábados e domingos às 16:00hs
1ª. Temporada até 23 de julho de 2017
Teatro VIGA : Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros – Ao lado do Metrô Sumaré
Ingressos: R$ 25,00 meia R$ 50,00 inteira
Link ingresso: http://bit.ly/ingressosprincipe

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#36 – Tony Awards 2017

Saiu nosso episódio do Tony Awards! Como já é nossa tradição desde 2015, também gravamos um episódio comentando tudo que aconteceu no Tony de 2017! No Episódio #36, “Tony Awards 2017”, saiba o que Alexandre, Alene, Glauver, Julio e nosso convidado Elvis Gitirana  acharam dos indicados e ganhadores do prêmio e das apresentações da grande noite do teatro de Nova York. Quais foram os melhores momentos? E os piores? Vem ouvir e ver se você concorda com a gente!

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Musical em Bom Português – Out Tonight

Do Musical Rent
Música e Letra Original de Jonathan Larson
Versão de Rafael Oliveira
Solista Luíza Lapa
Instrumental Musicals4U2Sing
Gravado com IceCream Screen Recorder

SOBRE A VERSÃO
Essa e outras versões podem ser encontradas no site Musical em Bom Português www.musicalembomportugues.com
Instagram: @musicalembomportugues
Facebook: https://www.facebook.com.br/musicalebp

SOBRE O INTÉRPRETE
Acompanhe o trabalho de Luíza Lapa nas redes sociais
Facebook: https://www.facebook.com/aluizalapa
Instagram: @aluizalapa

#35 – Jogo do Perfil #2

Finalmente mais um episódio de joguinho! No Episódio #35, o Jogo do perfil musical está de volta! Vem brincar com Rafael, Andressa, Alene e Alexandre e tentar acertar sobre qual pessoa, personagem ou musical são nossas fichas. Dessa vez o jogo esquentou, teve dicas melhoradas (e nem tanto) e ainda mais risadas entre os participantes! Será que você consegue ouvir esse episódio todo sem gargalhar com a gente?

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10 coisas que Wicked Brasil deixou saudades e os 10 motivos para assistir Les Misérables

Como a grande maioria sabe, o palco do musical Wicked deu lugar para a segunda montagem brasileira de Les Misérables. Mas enquanto muitos fãs ainda não conseguiram superar a saudade de Oz, outros já se preparam para se aventurar nas barricadas de Paris.
Nós do Musical Cast, juntamente com Paula Kalisak e Daiane Bombardelli da “Wicked Family”, assistimos a primeira preview do Les Misérables, que aconteceu no dia 26 de Fevereiro de 2017, e discutimos os muitos aspectos que Wicked deixou e o que o Les Mis está trazendo de novo.
Então depois de muito bate-papo, conseguimos realizar duas listas: 10 coisas que Wicked Brasil deixou saudades e os 10 motivos para assistir Les Misérables.

10 Coisas Que Wicked Brasil Deixou Saudade

1. Uma das coisas que mais sentiremos falta é entrar no Teatro Renault e ter a visão impactante do dragão no alto no palco. Era um detalhe que fazia tudo parecer tão mais mágico e dava a sensação de que havíamos chegado a Oz.

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2. A mensagem transmitida era retratada de forma tão sutil e tão delicada que foi impossível não derramar algumas lágrimas com os temas que Elphaba, Glinda e companhia retratavam, desde o bullying até a amizade verdadeira.

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3. Não podemos negar que, sem dúvidas, Wicked teve o maior fandom para um único musical, e a interação que o elenco e a produção tiveram com todos é algo que ficou marcado. Desde as lives que todos amavam ver, até as interações nas redes sociais, sempre havia menção a alguém e todos os artistas eram muito atenciosos.

4. Os bastidores! Foi criado o Ticket Esmeralda lá pelo meio da temporada para que os fãs pudessem desvendar os segredos do musical e, se dessem sorte, poderiam encontrar alguma surpresa no caminho. Sem contar que os atores sempre apareciam lá pra falar com os turistas de Oz.

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5. “Não quero mais limites, cansei de obedecer.” – não havia uma só pessoa que não saísse cantarolando alguma música. As canções combinavam tanto com as cenas onde foram inseridas que duvidamos que você não tenha pensado em alguma quando viveu um momento parecido.

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6. “Popular! Te ensino a ser popular!” – a expectativa que todos tinham no início da semana para saber se haveria sessão popular na quarta-feira daquela semana. Era uma chance de ver os covers em ação sem judiar do bolso, alem de serem as sessões mais animadas, sem dúvida.

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7. Se havia uma coisa que deixava todos ansiosos e animados era o Stage Door. Era onde o público podia tirar fotos, pegar autógrafos e conversar com os atores. Era loucura? De fato. Ficava tão cheio que demorava mais para você chegar perto de um dos atores principais do que gastar suas economias na lojinha do musical.

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8. Uma das inovações foi a sessão de Halloween, a famosa Sessão Cosplay. Uma noite em que o fãs puderam se fantasiar como os personagens do musical. Foi legal ver tantas Elphabas, Glindas, Fiyeros, Nessas e tantos outros tão bem caracterizados. Houve até premiação!

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9. “Meu instinto chama e me faz tentar desafiar a gravidade” – Até foi falado em um dos episódios do podcast que Wicked tem um dos melhores finais de primeiro ato. Todos vibravam com o voo que Elphaba fazia e selava seu destino como a Bruxa Má do Oeste. Um momento tão mágico que era impossível não se emocionar.

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10. Por fim, temos que citar as amizades que foram criadas por causa do musical. Foi um tal de criar grupos no whatsapp, no facebook e páginas no instagram para discutir a sessão daquele dia, qual eram suas reações do musical e coisas assim. Wicked, tendo amizade como um dos temas principais, criou um grupo de fãs alucinados pelo musical que podiam compartilhar esse amor com outras pessoas e, assim, mostrar o mundo musical.

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10 Motivos Para Deixar Wicked um Pouco pra Trás e Ir Assistir Les Misérables

1. O elenco infantil! As crianças são um show a parte. Cossete e Eponine são vistas primeiramente como crianças e todas as atrizes mirins que dão vida às duas são incríveis. Mas quem acaba roubando a cena são os atores mirins que interpretam Gavroche. Todos são cativantes!

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2. O coro é um dos melhores que já vimos na vida. O elenco está afinadíssimo e nos faz arrepiar desde a primeira linha da primeira canção até a última palavra da ultima música, causando sérias crises de choro no público.

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3. A orquestra regida por Paulo Nogueira não está ali apenas para fazer “música de fundo”. Desde o primeiro acorde é notável que a música é a alma do musical e contribui muito para a essência das performances.

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4. (SPOILER) O suicídio de Javert no segundo ato com certeza é uma das cenas mais bem feitas do musical. A atuação de Nando Pradho, sua voz, a música e os efeitos contribuem para que a cena pareça muito real.

5. As projeções foram feitas para ajudar a complementar o cenário e são muito bem feitas, colocadas em momentos estratégicos. Pela primeira vez projeções são usadas de forma inteligente no cenário de um musical aqui no Brasil.

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6. O CENÁRIO (!) que está muito bem feito, desde ao redor do palco até as janelas dos prédios que os atores utilizam para dar veracidade às cenas. Mas a barricada da revolução é o que mais merece destaque. Nós vemos a parte de trás, onde acompanhamos a história pelo ponto de vista dos revolucionários e temos a impressão de que ela está lá para proteger a platéia.

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7. O som muito bem equalizado e o uso do surround sound nas cenas de batalhas faz a gente se sentir dentro da história.

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8. O elenco reúne grandes nomes do teatro musical brasileiro em papeis de destaque, sendo encabeçado pelo espanhol Daniel Diges como Jean Valjean. O elenco ainda conta com Nando Pradho, Kacau Gomes, Laura Lobo, Clara Verdier, Filipe Bragança, Pedro Caetano, Andrezza Massei e Ivan Parente entre tantos outros atores talentosos.

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9. A mensagem transmitida por meio de seus momentos significativos. Podemos ver uma situação política que é resolvida de uma maneira não tão certa, mas que mostra o que pode ser visto na realidade francesa histórica.

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10. E, por fim, todos saímos de dentro do teatro numa emoção única que apenas Les Misérables pode transmitir, e é aquele tipo de emoção que nos faz ficar pensando por dias a fio sobre a temática e sobre nós mesmos dentro de uma sociedade. É aquele sentimento de “eu preciso ver de novo!”.

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Conheça mais sobre o elenco de Les Misérables, da T4F

Na semana passada, a T4F divulgou o elenco completo de Les Misérables, que entrará em cartaz no Teatro Renault a partir de março deste ano. Uma surpresa positiva para a maioria dos fãs, o elenco está repleto de diversidade racial, assim como aconteceu no último revival do espetáculo na Broadway (2014), e conta com velhos conhecidos do público e um bom número de novos rostos para quem já acompanha o gênero.

A grande surpresa é encontrar um ator espanhol fazendo Jean Valjean, Daniel Diges (montagens espanholas de We Will Rock You, Mamma Mia!, A Bela e a Fera), que recentemente interpretou o papel na turnê do espetáculo na Espanha e foi convidado pela equipe internacional a reprisar o papel no Brasil. O antagonista, Javert, é interpretado por Nando Pradho (Miss Saigon, O Médico e o Monstro, O Fantasma da Ópera), enquanto a sofredora Fantine será Kacau Gomes (O Médico e o Monstro, Beatles num Céu de Diamantes, Love Story). Filipe Bragança (Meninos e Meninas, Eu Fico Loko) é Marius, Clara Verdier (O Despertar da Primavera, As Bruxas de Eastwick) é Cosette, Pedro Caetano (Priscilla, O Rei Leão) é Enjolras, Laura Lobo (O Despertar da Primavera, A Família Addams) é Eponine, Ivan Parente (A Madrinha Embriagada, O Homem de La Mancha, Mulheres à beira de um ataque de nervos) é Thenardier e Andrezza Massei (Mamma Mia!, Priscilla, Wicked) é Madame Thenardier.

No ensemble estão as pessoas já conhecidas no meio e por quem acompanha o teatro musical Cássia Raquel (Hair, Milton Nascimento – Nada será Como Antes, Beatles num Céu de Diamantes), Leticia Soares (O Rei Leão, Mudança de Hábito), Raquel Antunes (Mudança de Hábito, Cinderella), Roberta Jafet (Wicked, A Família Addams), Lais Lenci (Nine, Os Saltimbancos Trapalhões), Camilla Marotti (Nine, Os Saltimbancos Trapalhões), Gabriel Falcão (O Despertar da Primavera, Quase Normal), Jessé Scarpellini (A Madrinha Embriagada, Wicked), Douglas Tholedo (Mudança de Hábito, Meu Amigo Charlie Brown), Leo Wagner (Priscilla, Wicked), Max Grácio (O Rei Leão, Rent), Bruno Sigrist (O Despertar da Primavera, Mudança de Hábito), Rodrigo Negrini (Cabaret, Wicked),  Vânia Canto (Chaplin, Wicked), Thiago Lemmos (Into The Woods, Os 10 Mandamentos) e Fellipe Guadanucci (Mamma Mia!, O Homem de La Mancha) e os novos rostos, pelo menos para o grande público, Lara Suleiman, Pâmela Rossini, Luíza Lapa, Davi Barbosa, Lucas Cândido, Vitor Moresco, Diego Velloso e Henrique Moretzsohn. A equipe do Musical Cast fica muito feliz em ver esse elenco tão variado, miscigenado e heterogêneo com tanta gente nova e desejamos muita merda nessa temporada.

Completam o elenco as crianças Ashley Bernardi, Isa Cavalcante e Luíza Nery como Cosette; Gabrielly Saiury, Sophia Lins e Taby Carvalho como Eponine e Matheus Leandro, Nicolas Cruz e Lorenzo Tarantelli como Gavroche.

 

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“4 Faces do Amor” volta ao Rio

O musical “4 Faces do Amor”, vencedor do Prêmio Bibi Ferreira 2016 de Melhor Autor (Eduardo Bakr) e indicado em 4 categorias no Prêmio Musical Cast, está voltando aos palcos do Rio de Janeiro depois de uma temporada de sucesso em São Paulo.
O musical dirigido por Tadeu Aguiar e com músicas de Ivan Lins, tem toda a atmosfera de um musical Off-Broadway e conta a história de amor dos personagens Cacau e Duda que são interpretados por Amanda Costa, André Dias, Cristiano Gualda e Sabrina Korgut.
O texto de Eduardo Bakr, que é um dos pontos mais altos do musical, com a atuação afiada dos atores, fazem desse espetáculo de 90 minutos uma noite inesquecível no teatro.

As 16 canções de 4 Faces do Amor (a maioria não está entre as mais conhecidas de Ivan Lins) são Pontos Cardeais, Acaso, O Tempo me Guardou Você, Vieste, Vitoriosa, Velas Içadas, Doce Presença, Por Toda Minha Vida, Daquilo que eu Sei, Bilhete, Iluminados, Choro das Águas, Amor, Começar de Novo, Os Olhos do Meu Amor e O Amor é meu País.

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Duração: 90 minutos
Classificação etária: 10 anos
Assistência de direção: Flavia Rinaldi
Cenário: Edward Monteiro
Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal
Iluminação: Rogério Wiltgen
Designer de som: Bruno Pinho

Músicos:
Liliane Secco [piano], Anderson Pequeno [violino] e Fabio Almeida [violoncelo]

Coordenação de produção: Norma Thiré
Produção: Estamos Aqui Produções Artísticas

Serviço:
Theatro Net Rio
Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana
(21) 2147-8060

Terça e Quarta, 21hs
R$ 60 e R$ 30
De 10 de Janeiro a 1 de Fevereiro de 2017
614 lugares

Compras de ingresso pelo site do Ingresso Rápido.

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10 motivos para você se viciar agora em Hamilton

Por Roberta Lessa

Se você não estava escondido debaixo de uma pedra durante a última cerimônia de entrega dos Grammys, em fevereiro deste ano, já deve ter ouvido falar pelo menos uma vez em Hamilton, a nova sensação do teatro musical americano, principalmente entre o público jovem.

Esbarrei com o musical pela primeira vez nesta ocasião, quando o elenco, que concorria na categoria de Melhor Trilha Sonora, apresentou o número inicial do show, transmitido ao vivo pela premiação. Fiquei de fevereiro a junho para pesquisar mais sobre esta performance, que foi a que mais me chamou à atenção durante a premiação, mas, quando resolvi corri atrás, foi um caminho sem volta: foram três meses de completa fascinação e obsessão pelo musical, tão imersa a ponto de ficar totalmente alheia a qualquer outro tipo de arte ou entretenimento durante todo esse período.

Demorei esse tempo todo também para conseguir resumir em apenas 10 itens (será mesmo?) as razões pelas quais todo amante da cultura pop deveria estar surtando por essa obra de arte.

 

O contexto

Você não vai saber lidar com tanta representatividade envolvida

 

Imagine um musical sobre a vida e carreira de uma das mais desconhecidas figuras políticas americanas, o primeiro Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Alexander Hamilton. Já parece chato e meio sem noção mesmo que você goste de musicais ou de história, mas e se eu te dissesse que até os maiores haters desses dois elementos estão caindo de amores pela peça, principalmente o público jovem, que não tem tanta familiaridade com frequentar a Broadway?

Isso aconteceu porque os jovens americanos se encantaram com a proposta do musical: a América como ela foi, contada pela América como ela é agora. De forma pioneira, Hamilton assim como seu antecessor “In the Heights” é um musical broadwayano a ser inteiramente cantado em rap, hip-hop, R&B, dancehall e outros ritmos muito distantes do tradicional repertório do centro teatral mais famoso do mundo.

 

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Por ser preenchido por gêneros musicais geralmente compostos e cantados por artistas não brancos, nada mais justo do que refletir essa escolha artística no elenco: pela primeira vez, temos atores negros ou latinos interpretando ícones historicamente brancos, como o próprio Hamilton (Lin-Manuel Miranda), o primeiro presidente americano George Washington (Christopher Jackson) e Thomas Jefferson (Daveed Diggs). Na verdade, todos os membros do elenco são não-brancos, exceto o rei da Inglaterra à época, George III, por motivos justamente caricaturais.

E isso não é apenas temporário, é uma exigência do próprio criador que todas as versões feitas, em todas as cidade e países e formatos, sigam esta recomendação durante a escalação dos atores. Que forma melhor de atrair a juventude do que transbordando representatividade, fazendo com que ela se sinta, pela primeira vez, parte da história da fundação de seu próprio país?

 

As músicas

O caminho sem volta de escutar a trilha sonora

O tópico mais importante, creio eu, afinal, sem músicas não há musical. Como nesse caso a prática faz mais efeito que a teoria, já vou embutindo aqui a playlist do Spotify com a trilha-sonora inteira para que você possa ouvir – mas só depois de terminar a lista toda. Hã!

Para quem é dos inglês, o site Genius tem praticamente um dossiê com o significado de cada um dos 8343219765 versos da trilha sonora. Tô avisando, é um caminho sem volta, depois não reclama!

O criador do musical, Lin-Manuel Miranda (é, o da J-Lo! O da Moana! Da Pequena Sereia live-action!) , que criou e compôs todas as letras e melodias e ainda estrela como personagem principal (SIM!), escolheu o rap como forma principal de narrativa por acreditar na capacidade deste gênero de contar histórias, principalmente a de uma figura tão eloquente quanto Hamilton.

 

 

Aula de história

Senta que lá vem (muita) história

Justamente por se sair tão bem com esse método narrativo, Hamilton é uma aula absurda de história. Eu garanto que, depois de duas ouvidas, a juventude americana pode absorver muito mais sobre a Revolução Americana do que em um ano de aulas nada dinâmicas da disciplina.

Sei disso porque eu, brasileira, tendo estudado muito superficialmente – e há um bom tempo – sobre este episódio da história americana, acabei gabaritando este quiz depois de ler as letras apenas duas vezes. Sério, professores, incorporem estes métodos nas aulas de vocês, os alunos agradecem (abaixo, professores que entenderam o recado e se apresentaram no show de talentos da escola deles com duas músicas da peça hahahaha!).

 

 

Elenco

Deuses olímpicos, também conhecidos como atores da Broadway

Sério. Nem sei quais dos membros do elenco destacar aqui, porque todos são maravilhosos. É claro, depois de um ano em cartaz, a maior parte do elenco já foi substituída, mas para você que é pobre como eu e terá no máximo a oportunidade de ouvir a trilha sonora no seu fonezinho de ouvido, é a voz dessa galera que está eternizada na gravação.

Vou jogar o meu preferido e sair correndo: Leslie Odom Jr. Mentira, tenho que falar de quase todos eles mesmo. Selecionemos, então, aqueles que foram indicados aos Tony Awards desse ano.

 

NEW YORK, NY - FEBRUARY 15: Actor Leslie Odom, Jr. performs on stage during "Hamilton" GRAMMY performance for The 58th GRAMMY Awards at Richard Rodgers Theater on February 15, 2016 in New York City. (Photo by Theo Wargo/Getty Images)
O meu preferido, o citado acima Leslie Odom Jr., interpreta o primeiro amigo e o pior inimigo de Hamilton, Aaron Burr. A combinação de seus talentos em atuação, canto e dança são, para mim, a alma do musical. É impossível não se relacionar com o personagem, sendo também impossível, e nada frustrante, odiar o arquirrival do protagonista. Ah, ele acabou ganhando o prêmio de Ator Principal, mesmo concorrendo contra o próprio Lin-Manuel Miranda.

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A categoria de Ator Coadjuvante dos Tony inclui cinco indicados; em 2016, três deles vieram de Hamilton: Christopher Jackson (o imponente George Washington), Jonathan Groff (o hilário rei George III) e Daveed Diggs, vencedor da categoria, cuja performance como Marquês de Lafayette, no primeiro ato, e Thomas Jefferson, no segundo, é de tirar o fôlego. Ele é o intérprete dos versos mais rápidos e incríveis do show com sua atuação dupla. Infelizmente, assim como Leslie e Lin, ele também deixou o elenco da peça, e agora seguirá carreira na TV e no cinema, estreando em Extraordinário, ao lado de Jacob Tremblay e Julia Roberts.

Na ala feminina, Renée Elise Goldsberry (Angelica Schuyler, cunhada de Hamilton) garantiu o prêmio de Atriz Coadjuvante. Um dos momentos mais sensacionais – se não o maior deles – do musical é dela, durante a música Satisfied. Que. Intensidade. Só ouvindo.

 

Lin-Manuel Miranda

O criador do troço todo

Deixei o intérprete do personagem principal de fora do item anterior porque, sendo o protagonista, compositor e idealizador do projeto, ele é um motivo por si próprio.

Em 2009, Lin foi convidado pela Casa Branca para se apresentar em um evento de arte e poesia organizado pela presidência de Obama. Segundo a programação, ele apresentaria um número de seu primeiro musical, In the Heights (outro caminho sem volta, que também merece uma lista como essa aqui), que fazia sucesso nos palcos na época e que também ganhara o Tony Award de Melhor Musical. No entanto, Lin acabou surpreendendo os presentes ao informar que substituiria seu número conhecido por algo novo, de um projeto inédito que ele estava desenvolvendo ao lado do orquestrador Alex Lacamoire: foi a primeira vez que Hamilton foi apresentado ao mundo.

 

Quando Lin afirma, no vídeo acima, acreditar na combinação entre a vida de Alexander Hamilton e a cultura do hip-hop, os convidados do evento riram. Hoje, sete anos depois, quem está rindo mesmo?

 

 Coreografias

Os movimentos que tornam necessário assistir cada cena mais de uma vez

Outro elemento fundamental de musicais como esse são as coreografias, e as de Hamilton são sensacionais. O coreógrafo Andy Blankenbuehler também levou para casa um Tony Award por esse trabalho. É claro que, se você procurar, encontra o espetáculo inteiro filmado para download na internet, mas assistir desta forma é desaconselhado pelo próprio Lin. No entanto, você pode ter um gostinho das coreografias através de vídeos no YouTube nos quais Andy exibe sua genialidade, explicando a razão de ser de cada passo de dois trechos de My Shot e Yorktown.

 

 Dançarinos

Também conhecidos como semi-deuses da Broadway

Todos os dançarinos de Hamilton, além de executar com perfeição e energia cada passo do show, por mais de duas horas, fazem parte também do coro. Além disso, alguns deles, como a diva Carleigh Bettiol, chegam a substituir os atores principais quando eles não podem se apresentar (quando não dança, ela interpreta Eliza, esposa de Hamilton). Talento pouco é bobagem.

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 Cenografia

Rewiiiiiiind…

Como se não bastasse o efeito maneiríssimo de se ter um palco giratório em um musical, Hamilton tem dois. Que giram em direções opostas. O efeito que isso traz à produção é INCRÍVEL, principalmente em momentos como Ten Duel Commandments, onde um duelo é encenado, e Satisfied, quando… não vou dar spoilers. Quem tiver interesse em saber o que acontece, dá uma buscadinha rápida na internet (ou então compra uma passagem para Nova York, o que for mais fácil para você hahaha).

 

Incentivo à educação

Foco na juventude

Como se já não bastasse esse altíssimo nível artístico, Hamilton tem um papel social, ajudando a desenvolver a educação dos jovens novaiorquinos de maneira ainda mais direta do que simplesmente sendo o novo produto cultural preferido deles: a produção realiza sessões de matinê especiais para alunos de escolas públicas, que têm a oportunidade de assistir ao espetáculo, cujos ingressos estão esgotados até janeiro do ano que vem, pelo preço de dez dólares, quando o ingresso, na verdade, custa de 200 a 3 mil doláres na mão de empresas de revenda. Além disso, oficinas de rap foram oferecidas a esses estudantes, que puderam desenvolver suas habilidades no gênero.

 

Prêmios

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Hamilton ganhou um total de 11 das 16 estatuetas aos quais concorreu nos Tony Awards de 2016: os já citados Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Coreografia, além de Melhor Direção, Melhor Trilha Sonora, Melhor Figurino, Melhor Orquestração, Melhor Iluminação, Melhor Orquestração e, é claro, Melhor Musical. Deu até peninha dos outros indicados. Mentira, nem deu.

 

BÔNUS

É claro que eu não iria conseguir fechar em dez motivos, né?

O décimo primeiro deles, caso ainda não esteja convencido, é a iniciativa #Ham4Ham. Acontece da seguinte forma: todos os dias, assentos nas melhores fileiras do teatro Richard Rodgers, onde Hamilton é encenado atualmente, são sorteados a pessoas que não tiveram a oportunidade de comprar ingressos para aquela sessão. Como se não bastasse a oportunidade, os sortudos ainda pagam o preço promocional de dez dólares. Por quê? Alexander Hamilton é o rosto na nota de dez dólares. Dessa forma, você dá um Ham pelo Ham (daí a hashtag!).

Para atrair o público para este sorteio (como se precisasse!), o elenco faz, semanalmente, algum tipo de performance na própria calçada do teatro. Quando não tem microfone disponível, eles improvisam com um megafone mesmo, e daí rolam apresentações maneiríssimas, como interações com os elencos de outros musicais, incluindo Os Miseráveis e Rent, paródias, inversão de papeis e muita, mas muita palhaçada. Selecionei alguns dos melhores:

Agora você já pode separar duas horinhas do seu tempo, correr na playlist ali de cima, abrir o o Genius (e, se necessário, o Google tradutor) e se perder nesse mundo comigo. Vem!

 

Especial #7 – Retrospectiva 2016

No nosso último episódio do ano, reunimos novamente os sete integrantes da nossa equipe para uma conversa sobre o que rolou no mundo dos musicais e no nosso podcast em 2016. Foi um bom ano para os musicais? Quais foram os pontos altos e pontos baixos? Vem ver se você concorda com a gente!

Musical Cast, o primeiro podcast sobre teatro musical do Brasil, para você que quer informação além da superfície! Episódios novos todas as sextas-feiras, às 10h. Estamos disponíveis no Spotify, no iTunes, no Deezer e em outros agregadores de podcast como o Google Podcasts.

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“Sunday in the Park with George” vai à Broadway

A versão de Sunday in the Park With George com Jake Gyllenhaal e Annaleigh Ashford está a caminho da Broadway, em uma temporada limitada de 10 semanas, de 11 de fevereiro a 23 de abril de 2017, anunciaram os coprodutores do Ambassador Theatre Group.

O musical reabrirá o Hudson Theatre, que não era usado como teatro da Broadway desde 1968. Gyllenhaal já havia sido anunciado no elenco da produção que reinauguraria o teatro, o revival de Burn This de Lanford Wilson, temporariamente adiada.

Esta versão do musical de Stephen Sondheim e James Lapine, sobre o pintor francês George Seurat e seu mais famoso quadro, “Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte”, foi concebida como um concerto beneficiente apresentado em outubro no New York City Center. Originalmente anunciado na forma de concerto único, foram realizadas um total de cinco apresentações devido à grande demanda por ingressos. A produção é dirigida por Sarna Lapine, sobrinha de James Lapine.

O elenco é liderado por Gyllenhaal como Seurat e Ashford como Dot. Ainda não foi anunciado se os outros integrantes do elenco também farão o musical na Broadway.

Por Leticia Saggese
Foto por Stephanie Berger

Vencedores do 1º Prêmio Musical Cast

No domingo, publicamos nosso episódio especial contando quem foram os vencedores do voto técnico e voto popular do 1º Prêmio Musical Cast.

Hoje divulgamos oficialmente os vencedores da votação técnica. Amanhã, publicaremos as imagens com os vencedores da votação popular.

Criamos um prêmio póstumo, para homenagear artistas queridos que tenham nos deixado durante o ano. Decidimos chamar esse prêmio especial de Troféu Marília Pêra, em homenagem à grande dama que nos deixou ano passado. O 1º Troféu Marília Pêra foi para nosso querido Roberto Sargentelli, querido ator que temos orgulho de dizer que nos escutava e apoiava o nosso trabalho. Obrigado por tudo, Sargentelli pai!

Mas não deixe de dar o play no nosso episódio para ouvir todos os comentários da nossa equipe sobre os indicados e premiados. A diversão é garantida!

Para escutar o episódio, clique no link abaixo. Também é possível escutar o podcast off-line através do iTunes ou por agregadores de podcasts da plataforma Android.

http://musicalcast.com.br/especial-6-1o-premio-musical-cast/

 

 

1º Prêmio Musical Cast – Voto técnico

Melhor design de luz: Cesar de Ramires – Gabriela, Um Musical
Melhor design de som: Tocko Michelazzo – My Fair Lady
Melhor visagismo: Hugo Daniel – Forever Young
Melhor coreografia: Tânia Nardini – My Fair Lady
Melhor cenografia: Chris Aizner e Nilton Aizner – Meu Amigo Charlie Brown
Melhor versão: Mariana Elisabetsky e Victor Mühlethaler – Wicked
Melhor direção musical: Carlos Bauzys – Cinderella
Melhor produção: T4F Entretenimento – Wicked
Melhor solo: “Desafiar a Gravidade” – Myra Ruiz (Wicked)
Melhor coro: “Bohemian Rhapsody” – We Will Rock You
Melhor casal: Bianca Tadini e Bruno Narchi – Cinderella
Melhor sub/swing: Douglas Tholedo – Meu Amigo Charlie Brown
Melhor ator coadjuvante: Fred Silveira – My Fair Lady
Melhor atriz coadjuvante: Giulia Nadruz – Cinderella
Melhor ator: Paulo Szot – My Fair Lady
Melhor atriz: Laila Garin – Gota D’Água [a seco]
Melhor direção: Rafael Gomes – Gota D’Água [a seco]
Melhor musical infantil/infanto-juvenil: O Palhaço e a Bailarina
Melhor revival/segunda temporada: My Fair Lady
Melhor montagem de um musical estrangeiro: Wicked
Melhor musical brasileiro: Gota D’Água [a seco]
Melhor musical independente: Noites de Verão – O Musical (Julio Velloso)
Melhor musical: Wicked
Troféu Marília Pêra: Roberto Sargentelli

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1º Prêmio Musical Cast – Voto popular

Melhor design de luz: Ney Bonfante – My Fair Lady
Melhor design de som: Tocko Michelazzo – My Fair Lady
Melhor visagismo: Kiara Sasso – O Palhaço e a Bailarina
Melhor coreografia: Alonso Barros – Meu Amigo Charlie Brown
Melhor cenografia: Chris Aizner e Nilton Aizner – Meu Amigo Charlie Brown
Melhor versão: Julio Velloso – Noites de Verão – O Musical
Melhor direção musical: Sandro Silva – Meu Amigo Charlie Brown
Melhor produção: T4F Entretenimento – Wicked
Melhor solo: “Desafiar a Gravidade” – Myra Ruiz (Wicked)
Melhor coro: “Venha Ver” – Wicked
Melhor casal: Myra Ruiz e Jonatas Faro – Wicked
Melhor sub/swing: Thuany Parente – Wicked
Melhor ator coadjuvante: Pedro Navarro – Godspell
Melhor atriz coadjuvante: Mariana Nunes – Godspell
Melhor ator: Beto Sargentelli – We Will Rock You
Melhor atriz: Fabi Bang – Wicked
Melhor direção: Miguel Falabella – Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos
Melhor musical infantil/infanto-juvenil: O Palhaço e a Bailarina
Melhor revival/segunda temporada: Meu Amigo Charlie Brown
Melhor montagem de um musical estrangeiro: Wicked
Melhor musical brasileiro: Gota D’Água [a seco]
Melhor musical independente: Gaiola das Loucas (Latorre Produções)
Melhor musical: Wicked